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O que é IOF? Entenda como funciona e como calcular

Saiba como o imposto incide sobre diferentes operações financeiras e qual o valor que você realmente paga.

por Elaine Ortiz

Postado em 29 de dezembro, 2025

O que é IOF? Entenda como funciona e como calcular

O IOF aparece em várias decisões do dia a dia, mesmo quando passa despercebido. Ele incide sobre operações como empréstimos, câmbio, seguros e alguns resgates de investimentos, influenciando diretamente o custo final de cada transação.

Neste artigo, você vai entender o que é o IOF, quando ele é cobrado, como funciona o cálculo e o que muda com as regras previstas para 2025 e 2026.

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Neste conteúdo, você verá:

O que é IOF?

IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) trata-se de um tributo federal aplicado sempre que ocorre esse tipo de operação financeira, tanto para pessoas físicas quanto jurídicas, conforme regras definidas pela Receita Federal.

Na prática, o IOF não aparece como um boleto separado. Ele é embutido no valor da operação.

O imposto é aplicado em parcelas de um empréstimo pessoal, custo de um parcelamento no cartão, compra internacional ou no resgate antecipado de um investimento em renda fixa, como CDB ou Tesouro Selic.

Além de arrecadar, o IOF também funciona como um instrumento de regulação econômica. Suas alíquotas podem ser ajustadas pelo governo federal para estimular ou desestimular determinadas operações financeiras.

Para que serve o IOF? 

O IOF é importantíssimo para controlar a economia nacional. O IOF serve não é apenas arrecadar fundos para o governo, mas sim estimular ou frear alguma atividade econômica. Foi pensado justamente para controlar o mercado financeiro em um contexto onde aplicações e saques eram feitos muito rapidamente. Assim, ao serem taxadas, as transações diminuíam e a economia era equilibrada.  

Esse dinheiro gera receita para a União, sendo seu uso definido pelo Poder Executivo. Para se ter ideia, somente em novembro de 2021, a arrecadação com o imposto IOF foi de R$ 4,9 bilhões, crescimento de 322,65% em relação ao ano anterior, segundo dados da Receita Federal.

Para que serve o IOF?

O IOF não existe apenas para arrecadar impostos. Sua principal função é ajudar a regular o ritmo da economia, especialmente no mercado financeiro.

Quando o governo aumenta o IOF, operações como crédito e câmbio ficam mais caras, o que tende a reduzir a demanda. 

Quando o imposto é reduzido, essas operações se tornam mais acessíveis, incentivando consumo, crédito e investimentos.

Por isso, pode variar ao longo do tempo, conforme o cenário econômico e decisões de política fiscal, afetando desde empréstimos bancários até aplicações financeiras de curto prazo.

Quando o IOF é cobrado?

O IOF  incide sobre todas as movimentações financeiras e está presente em várias situações comuns do cotidiano. Na prática, ele costuma aparecer em operações, como:

  • Empréstimos e financiamentos;
  • Empréstimo pessoal, inclusive com liberação parcelada;
  • Cheque especial e rotativo do cartão;
  • Parcelamento de fatura do cartão de crédito;
  • Operações de câmbio, como compra de moeda estrangeira, remessas e uso do cartão em transações internacionais;
  • Resgates de investimentos em renda fixa antes de 30 dias, como CDB e Tesouro Direto;
  • Contratação de seguros.

Muitas pessoas querem saber se dá para evitar o IOF. Entender quando ele é cobrado ajuda justamente nisso: comparar o custo real entre diferentes formas de pagamento, crédito ou investimento.

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Quanto custa o IOF?

O valor do IOF varia consideravelmente dependendo do tipo de operação financeira realizada, valor envolvido e prazo da transação. A seguir, veja como o imposto funciona nas situações mais comuns.

Como funciona o IOF em compras internacionais e câmbio?

Compras feitas no exterior ou em sites estrangeiros com cartão de crédito ou débito internacional pagam IOF de 6,38% sobre o valor total da transação.

Já a compra de moeda estrangeira em espécie, como dólar ou euro, tem IOF menor, de 1,1%. Por isso, em muitos casos, planejar o câmbio antes da viagem ajuda a reduzir o custo final.

Como o IOF afeta o uso do cartão de crédito e do cheque especial?

O IOF afeta no uso do rotativo do cartão de crédito ou do cheque especial, além dos juros elevados, há cobrança de IOF composta por duas partes:

  • 0,38% fixo sobre o valor devido;
  • 0,0082% ao dia, conforme o tempo de uso ou atraso.

Esse custo adicional torna essas modalidades ainda menos vantajosas para uso recorrente, especialmente quando comparadas a alternativas com juros menores.

Leia também | Como calcular a taxa de juros do cheque especial?

Como o IOF é aplicado em seguros?

Nos seguros, o IOF incide sobre o prêmio, que é o valor pago à seguradora. As alíquotas variam conforme o tipo de seguro contratado, como seguro de vida, seguro de automóvel ou seguro residencial.

Como funciona o IOF em investimentos?

O IOF incide apenas quando o resgate de investimentos de renda fixa ocorre antes de 30 dias da aplicação. Isso inclui produtos como CDB, Tesouro Direto, LC e outros títulos de renda fixa.

Nesse período, a alíquota é regressiva e pode chegar a 96% do rendimento no primeiro dia, diminuindo gradualmente até zerar após 30 dias.

Não há cobrança de IOF sobre:

Confira | Renda fixa e variável: conheça as diferença e como escolher

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Quais são as alíquotas do IOF?

Abaixo, um resumo com as referências mais comuns, já com dados atualizados para 2026.

Tabela de alíquotas do IOF: operações mais comuns
Operação Alíquota / regra
Operações de câmbio 3,5%
Empréstimos e financiamentos 0,38% + 0,0082% ao dia (com teto)
Cheque especial e rotativo do cartão 0,38% + 0,0082% ao dia
Investimentos (resgate < 30 dias) 0% a 96% sobre o rendimento (regressivo)
Seguro de vida alíquota varia por produto/contrato
Seguro de bens alíquota varia por produto/contrato
VGBL (a partir de 2026) 5% sobre aportes que excederem R$ 600 mil/ano (por CPF)

Como calcular o IOF? 

A fórmula básica para calcular o IOF é multiplicar o valor total da operação pela alíquota correspondente.

Lembrando que o cálculo depende do valor, tipo de operação e da alíquota específica aplicada a ela. A seguir, confira alguns exemplos.

IOF sobre compra internacional (operação de câmbio)

Se a alíquota de referência para câmbio for 3,5% (regra divulgada para 2026), uma transação equivalente a R$ 1.000 gera IOF de:

R$ 1.000 × 3,5% = R$ 35,00

IOF sobre empréstimo pessoal

Em um empréstimo pessoal, o IOF normalmente tem uma parte fixa e uma diária, e já vem embutido no valor financiado. O cálculo exato depende do prazo e do contrato, mas a lógica é:

  • IOF fixo: valor × 0,38%
  • IOF diário: valor × dias × 0,0082% (até o teto)

Por isso, ao comparar empréstimos, o melhor atalho é olhar o CET (Custo Efetivo Total), que já consolida IOF + juros + tarifas.

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Por que entender o IOF faz diferença no seu planejamento financeiro?

O IOF não costuma ser o maior custo isolado de uma operação, mas influencia decisões importantes, como escolher entre cartão ou câmbio, resgatar um investimento antes do prazo ou comparar diferentes linhas de crédito.

Quando você entende como ele funciona, consegue avaliar o custo real das operações, evitar surpresas e tomar decisões mais alinhadas ao seu planejamento financeiro.

Leia também | Planejamento Financeiro Pessoal: por onde começar?

Atualizações do IOF em 2026

Em 2026, duas mudanças merecem atenção. A primeira é a padronização do IOF em operações de câmbio em 3,5%, impactando compras internacionais e remessas.

A segunda envolve a previdência privada do tipo VGBL. A partir de janeiro de 2026, o IOF passa a incidir sobre aportes que excedam R$ 600 mil por CPF ao ano, com alíquota de 5% sobre o valor excedente.

Tire suas dúvidas

Confira as principais sobre a incidência do Imposto sobre Operações Financeiras e como ele afeta o seu bolso.

O IOF é cobrado todo mês?
Não. O IOF não é uma taxa fixa mensal. Ele só é cobrado quando ocorre uma operação financeira específica, como o uso do cartão de crédito no exterior, a contratação de um empréstimo ou o resgate de um investimento em curto prazo.
IOF e juros são a mesma coisa?
Não. O IOF é um imposto federal arrecadado pelo governo para controle da economia. Já os juros representam o custo do dinheiro, ou seja, a remuneração que a instituição financeira recebe por ter emprestado o valor a você.
Quando o IOF não é cobrado?
Não há incidência de IOF em financiamentos imobiliários residenciais, caderneta de poupança, investimentos em LCI e LCA, fundos imobiliários e debêntures de infraestrutura.
IOF é o mesmo que Imposto de Renda?
Não. O IOF incide sobre a realização da operação financeira em si (movimentação). O Imposto de Renda (IR) incide sobre os rendimentos ou lucros obtidos nessas operações ou sobre a renda anual.
Financiamento de imóvel paga IOF?
Não. Por lei, os financiamentos imobiliários destinados à aquisição de moradia própria (residenciais) são isentos de IOF, o que ajuda a reduzir o custo total da compra da casa própria.
Como saber o custo real de uma operação com IOF?
A forma mais segura é analisar o CET (Custo Efetivo Total). Ele é um indicador que reúne em um só percentual o IOF, a taxa de juros, seguros e todos os demais encargos da operação, permitindo uma comparação real entre diferentes bancos.

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