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Finanças

Aprenda a fazer um bom planejamento financeiro pessoal e alcance metas

Com organização e planejamento é possível ter uma vida financeira mais tranquila. Descubra como
Escrito por Portal Exponencial em 03.05.2018 | Atualizado em 14.05.2020
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Quando se trata de educação financeira, o Brasil ainda está muito atrás de outros países. Pesquisa Global de Educação Financeira da Standard & Poor’s revelou que o país ocupa a 74ª posição entre 140 nações, justamente por não estimular o ensino do planejamento financeiro desde a infância.  

É por isso que muitas pessoas não sabem lidar com dinheiro e passam a vida endividadas, atrasando, por consequência, seus projetos de vida. 

Pensando nisso, o Portal Exponencial preparou dicas para você conseguir se organizar, repensar prioridades e fazer um planejamento financeiro eficaz, que irá contribuir para que você viva com mais tranquilidade e concretize todos os seus objetivos. 

Mas, o que é planejamento financeiro?

Planejar significa pensar com antecedência, analisar e tentar prever possíveis situações futuras de acordo com dados que você tem agora. Mas para que serve o planejamento financeiro? Trata-se de um método que tem como objetivo, em um primeiro momento, organizar as finanças e reconhecer a situação que elas se encontram para, depois, determinar os objetivos a serem atingidos e o que você precisa fazer para conquistá-los.

Na prática, você registra todas as suas despesas, considerando custos fixos e variáveis, quanto recebe e onde pretende investir. E mensalmente vai acompanhando essa evolução para enxergar claramente onde é possível economizar, onde acertou e errou.

Planejamento financeiro pessoal: quais os benefícios de se planejar?

O primeiro benefício de organizar as finanças é conseguir enxergar para onde vai o seu dinheiro efetivamente todos os meses. Ao listar todos os gastos fixos e variáveis, salta aos olhos uma série de gastos que eram, até então, invisíveis, aqueles “picadinhos” que acabam não sendo contabilizados e que podem ser responsáveis por grandes desfalques no orçamento. 

Ao enxergar esses pequenos gastos, que somados se transformam em grandes gastos, já é possível fazer cortes. Tudo o que não for essencial pode ser eliminado, o que significa que você já estará economizando. 

Outro grande benefício de fazer um planejamento financeiro pessoal detalhado é que ele ajuda você a pagar as contas em dia e não gastar dinheiro com multas provenientes de atraso. É uma espécie de mapa, onde é possível acompanhar minuciosamente a trajetória do seu dinheiro.

Além de evitar surpresas desagradáveis, fazer um planejamento financeiro contribui também para a definição de metas. Por exemplo, se um universitário deseja se tornar um grande empresário algum dia, precisa tomar atitudes que sirvam como ponte para a realização deste sonho: investir em idiomas, especializações, intercâmbios e até na vestimenta. E, para isso, é necessário organizar as contas para que seja possível pagar as despesas básicas e ainda investir nos estudos. 

Em resumo, o planejamento financeiro é uma forma também de traçar objetivos. Sem contar que quando você organiza as finanças, tem mais segurança para agir em situações emergenciais, além de não precisar se desesperar com a chegada dos boletos, já que sabe perfeitamente se seu custo de vida cabe dentro do seu orçamento.

Tudo isso contribui também para a saúde emocional. A pesquisa The Employer’s Guide to Financial Wellness 2019, realizada nos Estados Unidos, revelou que pessoas com constante preocupação com falta de dinheiro são 4 vezes mais propensas à depressão e têm 3,4 mais chances de ter ataques de pânico ou ansiedade.

Leia também: 10 gastos invisíveis que corroem o seu orçamento e como fugir deles

Como fazer um planejamento financeiro: principais degraus para enriquecer

Você já imaginou conseguir juntar aquela quantia tão sonhada? Terminar o mês sempre no azul? Ter um dinheirinho para viajar? Investir e controlar seu dinheiro de perto? O Portal Exponencial listou 15 atitudes que podem fazer suas finanças decolarem. Entenda agora como deve ser feito o planejamento financeiro. 

1. Estabeleça metas e seja realista

O primeiro passo para começar um planejamento financeiro é definir prioridades pensando em seus objetivos para o futuro. Qual o seu maior sonho que envolva dinheiro? Comprar um carro? Ter uma casa própria? Fazer uma viagem internacional? 

Liste os principais desejos e coloque um prazo para cada um. Lembrando que, por mais que você economize dinheiro e seja organizado, é fundamental estimar um tempo que de fato seja possível realizar aquele plano. Não adianta você colocar como meta juntar 20 mil reais em seis meses para viajar se sua renda e gastos mensais permitem guardar 500 reais por mês.

2. Reserva de emergência: prepare-se para imprevistos

Todo mundo está sujeito a passar por eventos e situações não planejadas. Por exemplo, perder o emprego, ter algum problema com o carro, ficar doente. São momentos que podem alterar o rumo da sua vida, especialmente das suas finanças. 

Justamente por isso é imprescindível buscar guardar dinheiro sempre que possível e não viver só o hoje. Gastar livremente sem controlar as finanças pode colocar você em situações preocupantes no futuro. Saiba mais sobre reserva de emergência, como fazer e quando usar

3. Conheça sua receita e despesas

Nem todo mundo sabe exatamente a própria renda mensal. Dessa forma as pessoas acabam gastando mais do que ganham e arriscam terminar o mês no vermelho. Por isso, é importante entender primeiramente que o seu salário nominal não será o valor real que irá cair na sua conta bancária. O valor que precisa ser considerado é o salário líquido, a quantia que sobra depois de ter tarifas e impostos descontados.

Portanto, comece analisando seu holerite, caso você seja trabalhador formal, e calcule o salário total de todo mês. Se realizar serviços informais e sazonais não se esqueça de adicionar à soma. Mas os especialistas e educadores financeiros aconselham não basear seus gastos em uma renda variável. 

Se você não trabalha com carteira assinada e sua renda total é variável, é necessário calcular uma média para entender qual valor você pode considerar como sendo sua renda mensal. 

Além disso, é importante saber quais suas despesas fixas e imprescindíveis. Assim, você tem uma ideia de quanto é possível economizar por mês.

Para observar mais de perto essas despesas, você deve acompanhar o extrato da conta corrente e da fatura do cartão de crédito com frequência. Fique de olho constantemente e não deixe para fazer isso só no dia do pagamento.

4. Limite gastos

Por mais difícil que pareça, é possível ter dinheiro para os gastos básicos e manter a conta no azul mesmo estipulando um limite máximo para gastar. Isso fica ainda mais fácil depois que você conhece sua situação financeira e domina o dinheiro.

Existem algumas estratégias que podem ajudar. A Regra 50-30-20, por exemplo, é uma fórmula muito usada por educadores financeiros. A ideia é distribuir melhor o que você recebe e, a partir disso, criar prioridades dentro do que deve pagar. Para isso, seu salário é dividido em três partes:

  • 50% para gastos essenciais

         Exemplo: contas de água, luz, escola...

  • 30% para gastos não essenciais

         Exemplo: lazer, cabeleireiro, manicure...

  • 20% para investimentos para realizar sonhos

        Exemplo: Tesouro Direto, Bitcoin, CDB...

No caso de alguém que recebe R$ 2 mil por mês, deve ser destinado:

  • R$ 1000 para contas básicas;
  • R$ 600 para custos de lazer;
  • R$ 400 para poupar e investir.

Mas, claro que esse é o ideal e deve ser adaptado a cada realidade. Os compromissos financeiros de alguém casado e com filhos é diferente de quem é solteiro e mora sozinho. Inclusive, você pode optar também pelo modelo 70-20-10, se tiver mais despesas essenciais do que supérfluas. Cada momento da vida vai pedir uma nova adaptação.

O importante é criar e manter o hábito de poupar, mesmo que você não consiga chegar exatamente no percentual sugerido. Pode ir ajustando isso ao longo do tempo. O melhor é separar essa quantia logo no início do mês, para evitar gastar tudo até o final.

Para isso, você pode começar limitando despesas desnecessárias, como ir ao cabeleireiro, comprar roupas, viajar em um feriado. Se você quer levar roupas novas para casa, estabeleça uma quantia máxima, como se só tivesse isso para gastar, e evite extrapolar.

Uma tendência que tem crescido nos últimos tempos é o minimalismo. Viver com menos é uma boa estratégia para economizar. 

5. Use planilha de planejamento financeiro e aplicativo

Essa dica é fundamental para quem quer fazer um planejamento financeiro pessoal eficiente. Para organizar todas essas informações, você pode montar uma planilha ou buscar aplicativos. O primeiro é um dos métodos mais tradicionais e seguros. As tabelas ajudam a ver claramente quais gastos estão comprometendo sua renda e o que é possível cortar.

Para facilitar essa visão, você pode anotar cada vez que realiza algum pagamento no computador ou em um caderninho mesmo. Quando chegar no fim do mês você vai saber exatamente quanto consumiu e onde poderia ter economizado. Também é vantajoso porque você não arrisca esquecer contas que precisa pagar no futuro.   

Você deve incluir desde os custos mais básicos até os menores e variáveis. Muitas vezes o que compromete sua conta não é exatamente valores fixos, mas gastos esporádicos e nem sempre fundamentais.

Uma sugestão é montar uma planilha no Excel simples dividindo essas duas despesas. É importante acompanhar quanto elas representam na sua renda mensal e qual seu saldo depois de pagar contas. Ou se preferir, você pode baixar uma planilha de controle de gastos.

Seu celular pode ser outro aliado. Existem softwares e aplicativos próprios para lembrar qualquer movimentação e parcelas não pagas, além de criar um planejamento. Assim, você não corre o risco de esquecer o pagamento daquele débito importante.

Um deles é o GuiaBolso, indicado para organizar o que entra e o que sai da sua conta. Ele faz todo o planejamento financeiro a partir do acesso à sua conta bancária e cartão de crédito. Se você tem o sistema IOS ou Android pode baixar.

6. Faça um balanço mensal e anual

Todo fim de mês você deve fazer um levantamento e uma análise total dos números. Olhe para seus ganhos (salário, faturamento), para os gastos e avalie quanto conseguiu poupar para destinar aos seus sonhos.

Faça as seguintes perguntas a si mesmo:

  • “todos os gastos foram realmente necessários?”
  • “como eu posso evitar despesas comprometedoras e novas dívidas?”
  • “eu consegui investir o valor pretendido e ainda pagar todas as contas em dia?”

Tudo isso pode te ajudar a encontrar caminhos melhores para o seu dinheiro. Se você percebeu que não precisava ter desembolsado tanto, veja quais gastos é possível cortar. E tenha sempre em mente que deixar de guardar significa uma quantia a menos para seus projetos futuros.

Quando acabar o ano, pode fazer o mesmo exercício. Nesse caso, é válido avaliar se você conquistou tudo que queria durante esse período, se conseguiu seguir o modelo financeiro mais adequado a seu caso.

Reveja hábitos e prioridades, visto que em 12 meses isso pode mudar bastante. Vale se perguntar se você continua com os mesmos objetivos e sonhos. A partir disso, traçar uma nova estratégia e ano a ano ir ousando mais nas metas. Mas, claro, sempre de acordo com seus ganhos do momento e gastos fixos.

Você pode baixar uma tabela que ajuda a guardar 6 890 reais em 52 semanas e ainda conferir outras dicas para saber como economizar dinheiro.

7. Prepare o bolso para datas comemorativas

Uma boa solução para ter mais controle do dinheiro é também se preparar para eventos previsíveis. Por exemplo, você sabe que em determinado mês pretende comprar um presente de aniversário, tem o Dia das Mães, ou que irá viajar em férias. É possível pensar nesses eventos previamente e já deixar a respectiva quantia separada. Isso evita, inclusive, que você pague mais do que gostaria quando estiver próximo do evento, além de ser uma forma de não esquecer.

Também é indicado estipular um valor limite para esses acontecimentos e tentar não extrapolar. Se você não sabe exatamente quanto irá receber nos meses seguintes, pode determinar essa fatia de acordo com o que tem disponível para isso no momento. De preferência, de uma forma conservadora, ou seja, coloque o mínimo possível para evitar não ter a quantia esperada no futuro.

8. Compre apenas o necessário

Para muitos essa dica pode parecer óbvia, mas é importante ressaltar: gaste realmente com o que você precisa. A gente sabe como é complicado resistir àquela tentação de consumir, até porque recebemos propagandas e estímulos para isso o tempo todo. Mas, quando você foca na conquista dos sonhos, fica mais fácil segurar o dinheiro.

Mudar alguns hábitos pode ajudar nessa tarefa. Evite ir ao supermercado com fome para não levar mais do que gostaria. Avalie bem as promoções antes de comprar só pelo anúncio, já que muitas vezes não sai tão mais barato assim. Procure entrar em um estabelecimento se tiver um motivo real para isso e um valor limite (ex. precisa comprar um presente, um produto para casa, etc.). Se for só para passear e você já estiver com vontade de “se dar um presente’’ essa entrada pode ser mais cara do que você gostaria.  

9. Pé no chão: viva a sua realidade financeira

De que adianta uma pessoa pagar caro em um celular novo, se para isso ela entra no rotativo do cartão de crédito por não conseguir pagar a parcela inteira? Nesse caso, ao optar pelo aparelho mais tecnológico está escolhendo também pagar taxas altas e se endividar. 

É preciso ser realista e ter um bom senso crítico e ter um estilo de vida de acordo com o que você tem disponível para gastar. Procure frequentar lugares que você possa usufruir sem apertar o orçamento e não compre produtos muito caros que não possa pagar à vista ou parcelar sem entrar no vermelho. Pondere sempre se vale a pena contrair uma dívida por causa de uma vontade momentânea que pode ser mal lembrada por meses.

10. Compare preços e não pague juros elevados

A dica acima tem tudo a ver com essa. Pesquise sempre preços, prazos e principalmente taxas. Fuja dos juros elevados, assim você estará se livrando também das parcelas exorbitantes que acabam com seu saldo mensal. Hoje em dia, você pode fazer isso pela internet mesmo e contar até com aplicativos de desconto de algumas redes de supermercados.

Evite levar um produto logo de primeira. Comparando diferentes estabelecimentos e marcas, você garante que está adquirindo um produto de qualidade por um preço mais justo. 

11. Se estiver endividado, renegocie a dívida ou troque por uma mais barata

Não é necessário ter medo de fazer um empréstimo caso esteja endividado. Desde que você escolha uma linha de crédito que ofereça juros e taxas mais atrativas. Cheque especial e cartão de crédito são os principais responsáveis pelo mal endividamento. Se você está pagando juros nessas modalidades, procure trocar essa dívida por apenas uma, mais barata.

Uma das linhas de crédito mais em conta do mercado é o empréstimo com garantia de automóvel, imóvel ou ainda o consignado privado. Trata-se de uma modalidade que tem juros e taxas menores justamente pelo fato de ter um bem como garantia do pagamento das parcelas. 

O risco do credor é menor, por isso ele empresta de forma mais barata. Automaticamente, o risco do tomador do empréstimo também é baixo, já que com parcelas e juros menores a possibilidade de inadimplência e de perder o bem também diminui. Trata-se, portanto, de um crédito saudável. 

Faz parte do planejamento financeiro quitar as dívidas e deixar de pagar juros abusivos. Por isso é importante considerar essa opção em caso de endividamento. Sem dívidas que crescem exageradamente todos os meses é muito mais fácil organizar a vida financeira e alcançar um ciclo virtuoso, aquele onde seu dinheiro cresce.  

Se quiser, é possível fazer uma simulação de empréstimo agora mesmo.

Leia também: Como renegociar dívidas: 5 dicas para você quitar os débitos

12. Priorize pagamentos à vista

Se você é uma pessoa consumista e já perdeu a mão nos gastos, uma boa ideia é deixar o cartão de crédito de lado na hora de comprar. Quando você parcela em várias vezes corre dois riscos: pagar juros próprios das prestações e as taxas elevadíssimas do rotativo - situação em que se paga o valor mínimo da fatura e o restante é somado na do mês seguinte acrescido de juros. 

Para evitar esses valores exorbitantes, uma saída é pagar em dinheiro vivo ou no cartão de débito. Assim, desembolsa só o que tem disponível no momento e não se compromete a pagar uma quantia que pode ou não ter futuramente. Sem contar que, pagando na hora, muitas lojas oferecem desconto.

13. Planeje sua aposentadoria

Você deve estar se perguntando se a aposentadoria entra como uma meta de longo prazo que precisa fazer parte do seu planejamento financeiro. Sim, considerar fazer uma previdência privada pode ser uma de suas estratégias de investimento. 

Incluir no seu planejamento como se fosse um gasto fixo pode ser um bom hábito para se aposentar com mais tranquilidade. 

Leia também: Previdência privada vale a pena? Confira dicas para a aposentadoria

14. Amplie seu capital: invista

Depois de listar e organizar todos os seus gastos fixos e variáveis, cortar gastos invisíveis, e economizar dinheiro é recomendável buscar novas formas de fazer suas economias crescerem. 

Não basta guardar dinheiro na poupança, no longo prazo você deixa de ganhar. A recomendação é investir. Você só precisa encontrar uma modalidade que se encaixe no seu perfil de investidor.

É possível começar pelo Tesouro Direto, por exemplo. O valor mínimo é de R$30 e o mais importante é manter o hábito de aplicar.  

15. Continue estudando o assunto

Estudar e se atualizar nunca é demais. Procure se aprofundar nas análises e encontrar canais na internet que te ajudem nessa tarefa. Você pode contar com jornais, revistas e portais, como o Exponencial, para se atualizar sobre economia e finanças. Também existem canais no YouTube bem didáticos e explicativos, como o Me Poupe!, Primo Rico e Economirna.

Existem, ainda, alguns cursos indicados para quem quer aprender aos poucos e se aprofundar. Se você quiser começar e tem pelo menos 14 anos, pode optar pelo curso de Finanças Pessoais do SENAI. A Fundação Getúlio Vargas (FGV) também te ensina a organizar o orçamento familiar. Caso queira entender um pouco mais sobre investimentos, pode procurar pelo curso de finanças pessoais da XP Investimentos.

Quanto custa um planejamento financeiro?

Como mostramos, você não precisa gastar dinheiro para fazer um planejamento financeiro. Seguindo as dicas, colocando seus gastos em uma planilha de controle financeiro, cortando gastos invisíveis, renegociando dívidas, fazendo uma reserva de emergência e investindo suas economias, você já terá sucesso em sua organização financeira.

No entanto, você também pode optar por contratar a ajuda de um profissional especializado em organização financeira. O preço dos serviços são variáveis, é necessário consultar as empresas e os profissionais que prestam esse tipo de assessoria. 

Contratar um profissional pode te ajudar muito, mas não é urgente. O primeiro passo é seguir as dicas listadas. Se você conseguir fazer isso, já irá sentir um impacto positivo na suas finanças e aí sim é possível investir e contratar um profissional para ajudar a refinar ainda mais seu planejamento financeiro. 

O mais difícil é começar. Mas se você chegou até aqui já entendeu a importância de fazer um bom planejamento financeiro pessoal. 

O que é o planejamento financeiro familiar?

É necessário falar sobre dinheiro no contexto familiar, sobretudo entre casais. Por muitos anos foi tabu discutir sobre esse assunto. Resultado disso é que dinheiro é o segundo maior motivo de separação no mundo, atrás apenas da infidelidade. 

Assim, um bom planejamento familiar financeiro pode garantir a união, o bem-estar da família, e possibilitar a construção de um patrimônio a longo prazo. Trata-se portanto de um método para organizar as finanças e realizar sonhos. 

A mesma planilha de controle de gastos que você baixou para fazer seu planejamento financeiro pessoal pode e deve ser utilizada para fazer o planejamento familiar. 

A orientação é compartilhar com quem convive com você essas informações e falar abertamente sobre todos os gastos da casa. A partir disso é possível saber exatamente os gastos do lar, a quantia que cada um paga e planejar o futuro. 

Achar a melhor fórmula para dividir os custos de uma família é essencial. Algumas pessoas preferem dividir os custos proporcionalmente ao salário individual. Por exemplo, quem ganha mais paga 60% das despesas e quem ganha menos paga 40%.  Outros, são adeptos ao “meio a meio”. É necessário conversar e definir qual modelo se encaixa na sua família. 

Leia também: Casamento e finanças: como equilibrar as contas e poupar

O que é planejamento financeiro empresarial?

Se as pessoas físicas e as famílias devem planejar e organizar as finanças imagina uma empresa? O planejamento financeiro empresarial é fundamental para garantir a sobrevivência e o crescimento das empresas. Empresas empregam pessoas, pessoas que têm famílias. Se as contas de um empregador entram em colapso, todo a economia é impactada.

Em linhas gerais, a ideia é a mesma: mensurar gastos fixos e variáveis, avaliar a entrada e o lucro, ter um fluxo de caixa saudável, com capital de giro robusto e reservar uma parte de fundos para ampliar os negócios. 

Para ajudar a descobrir como montar um planejamento financeiro empresarial vale a pena considerar contratar um profissional especializado. Refletir sobre assuntos relacionados à organização do fluxo de caixa, à necessidade de criar mais capital de giro, ao processo de contas a pagar e a receber, entre outros pode ser mais fácil com um olhar externo. 

Leia também: Como calcular capital de giro e controlar as finanças da sua empresa

E você, já sabe como fazer um ótimo planejamento financeiro e realizar seus projetos? Compartilha com a gente nos comentários. 

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