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Renda fixa e variável: quais são as diferenças e qual escolher

Não sabe onde investir o seu dinheiro? Descubra se o melhor tipo de aplicação para você é renda fixa ou variável

por Mariana Lima

Postado em 1 de março, 2021

3 minutos de leitura

Durante os primeiros passos no mundo dos investimentos é comum ter dúvida de onde colocar o seu dinheiro. Afinal, é melhor investir em renda fixa ou em renda variável? Quais são as diferenças entre essas duas opções?

Entender as características de cada um desses tipos de investimento é indispensável para cuidar bem do seu dinheiro. Por isso, vamos explicar o que são renda fixa e renda variável, as diferenças entre esses dois tipos de aplicações e qual é a melhor opção para o seu momento de vida.

Como funciona um investimento

A principal característica de um investimento é igual para as dos tipos de aplicação: quando se investe, seja em renda fixa ou variável, na prática você está emprestando dinheiro para alguém (bancos, empresas privadas ou governo). Em troca, você recebe um valor extra, um juros, por permitir que usem seu dinheiro para outros fins. 

Escrevemos um artigo sobre como os juros podem ajudar a fazer o seu dinheiro crescer quando são usados em investimentos. Leia mais sobre como os juros simples e compostos funcionam.

O que difere um investimento de renda fixa de uma renda variável é o grau de risco em perder esse dinheiro que você “emprestou”. Vamos começar falando do tipo de aplicação mais comum, a renda fixa.

Renda fixa

Os investimentos em renda fixa são os mais comuns entre os brasileiros. Eles são conhecidos por serem aplicações de baixo risco, ou seja, têm menos chances de perder dinheiro.

Por ter menos risco de oscilação e perda de valores, os investimentos de renda fixa tendem a render menos que os de renda variável. E costumam ser os primeiros a serem escolhidos por quem conhece pouco de investimentos e não está familiarizado com o noticiário econômico.

É aconselhável que você invista o seu dinheiro de reserva de emergência em uma aplicação de renda fixa, porque há menos riscos de ficar sem dinheiro e sua reserva te deixar na mão.

Falaremos dos três principais tipos de investimentos em renda fixa a seguir:

Tesouro Direto

O Tesouro Direto é considerado a aplicação de renda fixa mais segura do Brasil.

Na prática, quando se compra um papel de Tesouro Direto, você está emprestando dinheiro para o Governo Federal. E, como o governo é quem emite dinheiro hoje no País, os riscos de não receber o seu investimento de volta é baixíssimo.

É possível investir no Tesouro Direto com apenas R$ 30 e escolher se quer que o seu investimento seja atrelado ao IPCA ou a Taxa Selic. Basta acessar o site do governo destinado ao Tesouro Direto e comprar o seu papel.

Assim como a poupança, os investimentos em Tesouro Direto são indicados para quem tem pouco conhecimento sobre o mercado financeiro.

Poupança

O exemplo mais conhecido de renda fixa é a poupança. Nesse caso, o rendimento é consequência do " empréstimo" que os clientes fazem para um banco que, por sua vez, usa parte desse dinheiro para oferecer financiamento imobiliário para todos os seus clientes.

Mas não precisa se preocupar, a poupança é um dos investimentos mais seguros e muito dificilmente seu dinheiro vai ser perdido (leia a seguir sobre FGC). E é por conta desse risco baixo que os bancos oferecem menos rendimento para o dinheiro guardado em sua poupança.

CDB

Os Certificados de Depósito Bancário (CDB) são outra forma de o banco pedir dinheiro “emprestado” para seus clientes e costuma ser tão seguro quanto a poupança, mas com um rendimento um pouco maior.

Quando se compra o CDB de uma instituição financeira, você está emprestando dinheiro para que essa instituição use como precisar: contratar mais funcionários, investir em um novo produto etc.

Por permitir essa abertura de como gastar o dinheiro, os bancos costumam oferecer juros mais atrativos para seus clientes que a aplicação em poupança, além de render várias vezes — enquanto o rendimento da poupança é calculado apenas uma vez por mês, o CDB rende um pouco todos os dias — e continuam tão seguros quanto quem investe em poupança.

Tanto a poupança quanto o CDB são aplicações cobertas pelo Fundo Garantidor de Crédito (FGC). Isso quer dizer que, se a instituição financeira que você tem poupança ou CDB quebrar, o FGC devolve o dinheiro que você investiu.

O que é renda variável 

Ao contrário da renda fixa, a palavra de ordem das aplicações de renda variável é risco. E o tipo de aplicação mais comum em renda variável são as ações das empresas, negociadas na bolsa de valores.

A ideia do mercado continua a mesma e você “empresta” dinheiro para uma empresa para que ela possa financiar seus gastos de forma estratégica — contratar novos funcionários, expandir as operações, sanar dívidas etc.

O risco é um fator muito importante para esse tipo de aplicação e, por isso, ela não é recomendada para quem está começando a investir e conhece pouco do mercado financeiro. São os riscos quem dita quanto será o retorno de cada investimento. 

Vamos ver um exemplo de como funciona isso:

Uma empresa está com dívidas e precisa urgentemente de dinheiro para pagá-las antes de declarar falência. Como ela já está listada na bolsa de valores, a diretoria oferece fragmentos da companhia para pessoas que investem na bolsa e que estão interessados naquele negócio.

Como os riscos dessa empresa quebrar são altos, os juros precisam ser mais agressivos para convencer outras pessoas a investirem seu dinheiro lá.

O contrário também acontece:

Pense agora em uma empresa de grande porte, conhecida mundialmente e bem-sucedida, que precisa de mais dinheiro para completar o plano de expandir suas operações em outros países. As chances dessa empresa se dar bem são grandes, logo os retornos costumam ser menores.

Existem ainda outros tipos de aplicações de renda variável que obedecem a mesma regra de riscos versus rendimento. São eles os fundos de investimento, as aplicações baseadas em compra e venda de dólar entre outros.

Não é recomendado investir todo o seu dinheiro guardado em uma aplicação de alto risco. 

Os investimentos em renda variável são um segundo passo na sua vida de investidor. Você deve aplicar em investimentos desse tipo quando tiver valores que pode arriscar perder e que terá tempo para recuperar, se for o caso.

Gostou de saber mais sobre investimentos? Confira dicas de esses e outros assuntos aqui no Exponencial.

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