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Quando o orçamento está em risco, é normal procurar medidas imediatas. Saiba se o empréstimo é a melhor escolha.
por Creditas
Postado em 8 de janeiro, 2026
Atualmente, quase 80% das famílias brasileiras estão endividadas, situação que causa inseguranças e dificulta o acesso a crédito.
Muitas pessoas associam o nome negativado à exclusão total do sistema financeiro, o que nem sempre corresponde à realidade.
Neste conteúdo, você vai entender o que significa ter restrição no CPF, se é possível contratar empréstimo nessa condição e detalhes sobre custos e riscos.
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Neste guia, você Encontrará:
Ter restrição no CPF indica que existe uma dívida em atraso registrada em birôs de crédito, como Serasa e SPC.
Essa informação sinaliza ao mercado que houve inadimplência, mas não define, por si só, a capacidade financeira atual da pessoa.
A negativação acontece quando uma dívida não é paga no prazo acordado. Após tentativas de cobrança, o credor pode registrar o débito nos birôs de crédito, vinculando a restrição ao CPF até que a dívida seja quitada ou renegociada.
Leia também | Como renegociar dívidas: vantagens de negociar e como fazer
Enquanto a restrição é um registro específico de inadimplência, o score é uma pontuação que considera diversos fatores, como:
É possível ter o score baixo sem restrição ativa e, em alguns casos, a pontuação intermediária, mesmo com uma negativação antiga.
Sim, é possível, mas as condições costumam ser mais restritivas, com juros maiores e valores menores.
As instituições financeiras avaliam o risco com mais cautela quando há restrição no CPF, afetando taxas, prazos e valores liberados.
Mesmo com CPF restrito, a análise de crédito considera outros fatores, como renda atual, estabilidade financeira, histórico recente de pagamentos e existência de garantias.
A negativação pesa na decisão, mas é raramente o único critério.
Quando o risco percebido é maior, o custo do crédito tende a subir. Isso acontece porque a instituição precisa compensar a maior probabilidade de inadimplência, refletindo esse risco nas taxas de juros e no custo efetivo total (CET).
Saiba mais | Qual banco tem menor taxa de juros para empréstimo em 2026?
Existem algumas modalidades disponíveis para quem está negativado, mas elas exigem atenção redobrada aos custos e riscos envolvidos.
É uma das opções mais comuns, porém costuma ter limites baixos e juros elevados. Geralmente aparece como solução rápida, mas pode comprometer o orçamento, se não houver planejamento e renda compatível.
Ao oferecer um bem como garantia, como imóvel, veículo ou, até mesmo, celular, o risco da operação diminui. Isso costuma resultar em taxas menores e prazos mais longos.
Na Creditas, por exemplo, o crédito com garantia de imóvel possui taxas a partir de 1,09% ao mês + IPCA e oferece prazos mais longos. O imóvel permanece em seu nome.
Também é possível contratar empréstimo com garantia de veículo. Nessa modalidade, o carro continua sendo usado normalmente e as taxas são, em média, de 1,5% a 2,0% ao mês, com prazos intermediários.

Saiba tudo sobre| Como funciona empréstimo com garantia?
Algumas cooperativas, programas de microcrédito ou linhas específicas para reorganização financeira podem aceitar clientes negativados.
É essencial verificar se a instituição é autorizada e evitar qualquer oferta fora do sistema financeiro formal.
O principal ponto de atenção não é apenas conseguir a aprovação do crédito, mas o impacto financeiro que ele pode gerar no seu orçamento.
A taxa de juros anunciada nem sempre mostra o custo real do empréstimo. O CET inclui juros, tarifas, seguros e encargos, oferecendo uma visão completa do valor que será pago ao longo do tempo.
Para quem está negativado, o CET tende a ser significativamente mais alto, pressionando o orçamento mensal.
Saiba mais | Como calcular taxa de juros de empréstimo?
Contratar crédito caro sem capacidade de pagamento aumenta o risco de superendividamento.
Além disso, pessoas negativadas são alvos frequentes de golpes, promessas de “crédito garantido” e práticas ilegais, como agiotagem.
Apesar dos riscos, há situações nas quais o crédito pode ser avaliado com cautela, como em emergências financeiras ou em um plano estruturado de reorganização de dívidas.
O empréstimo pode fazer sentido em situações pontuais, quando há perspectiva real de renda futura ou quando o crédito evita um prejuízo maior.
Evite contratar um empréstimo se não há renda previsível e se o custo do crédito compromete grande parte do orçamento familiar.
Além disso, esse tipo de operação não é a melhor opção para cobrir despesas recorrentes, pois a contratação tende a agravar o problema financeiro.
Antes de assumir um novo compromisso financeiro, vale considerar caminhos que reduzem o risco no médio prazo, como:
Leia também | Dívida com bancos: aprenda a negociar a dívida e quitar esse débito
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