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Saia do vermelho

Como renegociar dívidas: 5 passos para você quitar os débitos

Saber como negociar suas dívidas e pagar aos credores é essencial para ter um planejamento financeiro sustentável

por Portal Exponencial

Atualizado em 13 de outubro, 2021

Renegociar dívidas é uma das alternativas mais buscadas por quem deseja sair do mau endividamento e conquistar a sonhada estabilidade financeira.

Como mostram os estudos de birôs de crédito, como Serasa e SPC Brasil, o número de pessoas e famílias endividadas no país tem crescido exponencialmente, contribuindo para o alto índice de inadimplência no Brasil

Entenda agora quais os benefícios de renegociar suas dívidas e como você pode retomar o controle das suas finanças, mesmo tendo dívidas ativas.

Como renegociar dívidas

A renegociação de dívidas é, sem dúvidas, o melhor caminho para garantir a saúde financeira de quem está com o nome sujo. Existem algumas maneiras de renegociar o pagamento de um débito:  diretamente com o credor, em feirões para limpar o nome, por meio do refinanciamento de dívida e a portabilidade de uma instituição para outra. O ideal é sempre tentar entender o cenário em que está inserido e qual será a melhor maneira de fazer isso. 

Resumimos em 5 passos o processo de como renegociar dívidas, de modo que você tenha o máximo sucesso e consiga, finalmente, quitar seus débitos.

1. Saiba o valor real da sua dívida

Antes de tentar a renegociação, é necessário saber o tamanho da dívida. Isso ajudará tanto no cálculo do saldo devedor quanto na apresentação de uma proposta para a quitação. Para isso, é válido entrar em contato com o credor e solicitar o valor da dívida atualizada, incluindo a taxa de juros e todos os encargos envolvidos.

A dica mais importante na hora de renegociar dívidas é procurar canais oficiais do agente financeiro em que o crédito foi contratado. Para isso, basta ir a sua agência ou contatar a empresa pelos canais de atendimento oficiais. Em muitos casos, é possível fazer a solicitação de renegociação de forma totalmente online, além de realizar as simulações das novas condições de empréstimo.

Muitos agentes financeiros oferecem acesso a esses dados em suas plataformas online. Nesse caso, é mais fácil realizar a consulta.

2. Entenda as condições da renegociação

Ao começar a renegociar dívidas com a instituição credora, procure saber qual será o desconto sobre a dívida total que está sendo proposta. Se você for parcelar essa nova conta, fique atento aos juros, pois, mesmo que o valor mensal seja menor, pode haver o risco de sair mais caro, no longo prazo. 

Se você achar que tem condições de pagar a dívida à vista, peça um desconto maior. Caso você resolva parcelar a dívida renegociada, não esqueça de colocar essas parcelas na sua planilha de gastos.

3. Não aceite qualquer proposta

Durante a renegociação, certamente o agente financeiro irá apresentar uma proposta inicial. A dica neste ponto é evitar aceitar propostas que não condizem com a sua situação financeira.

“A grande preocupação é renegociar dívidas de uma forma que você seja capaz de cumprir. Seja para uma parcela que caiba no seu orçamento familiar, ou para uma taxa de juros menor, com um prazo maior para pagar”, indica Samuel Barros, economista e coordenador do curso de Administração do Ibmec RJ.  

Se restar dúvidas ou se o cálculo da dívida não estiver claro, questione e não decida por impulso. Vale a pena confrontar a proposta com a sua planilha de gastos para saber se ela está dentro do seu orçamento. 

Em todo caso, é sempre válido oferecer uma contraproposta e tentar negociar com o banco a redução dos juros e parcelas da sua dívida. Entenda que a negociação deve ser vantajosa para os dois lados e a proposta deve estar alinhada com a sua realidade financeira.

4. Transfira sua dívida para outro agente financeiro

Se a tentativa de renegociar as dívidas não estiver evoluindo, saiba que você tem a opção de transferir sua dívida para outro agente financeiro com condições melhores. O nome desse procedimento é portabilidade de crédito

A portabilidade de crédito foi criada pelo Banco Central do Brasil em 2013, com o objetivo de gerar competitividade entre as instituições financeiras e melhorar as propostas para os consumidores. Assim, o consumidor poderia transitar entre os bancos que oferecessem vantagens maiores.

O que poucas pessoas sabem é que é possível solicitar a portabilidade a qualquer momento, mediante o cancelamento do contrato e quitação antecipada da dívida no banco original. O processo é totalmente gratuito e os direitos do consumidor são garantidos na operação.

No entanto, antes de realizar a operação é importante estar atento às condições oferecidas pelo agente financeiro que assumirá suas dívidas. Portanto, não faça esse procedimento por impulso. Sempre analise todas as instituições financeiras e suas taxas de juros antes de fechar o negócio.

Simule as condições de pagamento da sua dívida aqui pela Creditas:

5. Seja cuidadoso para não fazer novas dívidas

Após negociar a melhor condição de pagamento e finalmente quitar suas dívidas, não esqueça de solicitar junto ao credor a carta de quitação. Depois, verifique em quanto tempo sua situação será regularizada junto ao Serasa, caso seu nome esteja negativado.

Além disso, evite armadilhas que façam você se endividar novamente. Mantenha sua planilha financeira sempre atualizada e continue reduzindo ou cortando os gastos – principalmente aqueles que não são essenciais, os gastos invisíveis. Também tente fazer uma reserva de emergência com parte da sua renda para imprevistos. 

7 motivos para renegociar dívidas

Não há dúvidas de que a renegociação é o melhor caminho para conseguir a quitação de dívidas sem comprometer o orçamento, já que é possível negociar condições mais viáveis, como a redução da taxa de juros, redução do valor das parcelas e prazos maiores de pagamento.

Veja mais motivos para optar por renegociar suas dívidas:

1- Limpar o nome

Ficar negativado no mercado pode implicar em muita dor de cabeça. As tecnologias tornaram ainda mais fácil a consulta se o consumidor é um bom pagador.

O principal impacto de limpar o nome sujo é ter mais facilidade para conseguir crédito. Isso inclui desde cartão de crédito, crediário de varejistas e, principalmente, empréstimos e financiamentos. Afinal, os credores e empresários ficam atentos ao risco de tomar um calote. 

Outro ponto é em relação ao score, que é uma espécie de termômetro de bom pagador. Caso você tenha pendências, a sua pontuação no mercado cai, também implicando negativamente para acessar o crédito. Na dúvida, manter o nome limpo na praça é sempre a melhor opção.

Leia também | O que é Score Serasa e qual a pontuação ideal

2- Aprender a não ficar mal endividado

Ao renegociar dívidas, a tendência é que o consumidor entenda os danos de ficar mal endividado. A dívida e o crédito fazem parte da vida de qualquer pessoa. O crédito é importante para realizar sonhos, buscar objetivos e viabilizar novas conquistas. 

O que não deve se perder de vista, no entanto, é que não é preciso se enforcar por isso. Tudo deve ser feito com muito planejamento e consciência. “As pessoas precisam ter acesso à educação financeira”, diz o economista Samuel Barros. “Não adianta ganhar dinheiro e gastá-lo inteiro só porque teve um soluço. A partir do momento que você educa a pessoa a lidar com o dinheiro, a tendência é que a inadimplência caia”, explica.

Por isso, ao passar pelo processo de renegociação de dívidas, a pessoa terá entendido a importância de não ficar mal endividado.

Veja também | Como quitar dívidas

3- Trocar dívidas caras por dívidas baratas

Quando você fala com o credor ou encontra outra opção de empréstimo para quitar um mau endividamento, é possível substituir as dívidas caras por baratas. Isso ocorre, pois é possível encontrar prazos melhores e taxas de juros que façam sentido no seu orçamento - ou seja, não prejudica seu fluxo de caixa. 

Um boa alternativa para essa troca é o empréstimo com garantia de imóvel e o empréstimo com garantia de veículo, que têm as menores taxas de juros do mercado. Outra opção interessante é o crédito consignado privado, com taxas de juros a partir de 0,99% ao mês. Com ele, as parcelas do empréstimo são descontadas diretamente da folha de pagamento do colaborador, o que reduz os riscos de inadimplência e possibilita políticas de crédito melhores e mais flexíveis.

Se quiser, é possível fazer uma simulação de empréstimo agora mesmo para renegociar dívidas.

4- Obter juros menores

É possível reduzir as taxas de juros de uma dívida quando você a renegocia com o credor. Além disso, há a possibilidade de aumentar o prazo do pagamento - e, em alguns casos, reduzir o seu valor.

As condições de negociação são ainda melhores quando o credor está aberto para conversar. Como é o caso de feirões realizados por birôs de créditos, como o Feirão Limpa Nome da Serasa. Em ambientes como esses, os credores esperam receber o endividado, para que eles entrem em um acordo sobre a dívida.

“O feirão é um instrumento muito útil para chamar atenção das pessoas. Mas, é importante que o endividado não espere apenas o feirão para renegociar o montante”, explica Barros. 

5- Renegociar dívidas faz com que ela pare de crescer  

Um problema do mau endividamento é a bola de neve que ele gera. Normalmente, as principais dívidas são geradas por altas taxas de juros. Isso dificulta o pagamento total do montante, já que o endividado não consegue organizar a renda o suficiente para quitar o débito.

Já em um processo de renegociação de dívidas, o imbróglio (bola de neve) pode ter fim. Isso porque é possível chegar a um acordo de dívida que seja bom, tanto para o credor, quanto para a sua saúde financeira, fazendo com que a dívida pare de crescer.

Com o respiro das altas taxas de juros, o endividado poderá reorganizar a vida financeira, arcar com o pagamento e, por fim, quitar todo o débito.

6- Se organizar financeiramente

A educação financeira é essencial em um cenário de alto índice de inadimplência. Um estudo da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE), intitulado “Financial Education in Schools”, mostra que o conhecimento sobre educação financeira na infância ajuda a formar adultos com noção de gerenciamento de riscos - e de planejamento dos gastos.

Ainda, segundo a análise, quando as pessoas têm consciência de finanças pessoais, elas evitam assumir dívidas incontroláveis, promovem cuidados com a velhice e com a saúde. Além disso, o estudo indica que o não controle saudável das finanças pode gerar um impacto duradouro na vida dos indivíduos, nas relações familiares e até mesmo na sociedade.

Ter ciência de finanças pessoais, planejamento de gastos e do próprio orçamento faz com que as pessoas sejam mais racionais com os gastos. Isso evita compras compulsivas e o mau endividamento - assim como o alto índice de consumidores com o nome negativado no mercado. 

Leia também | Como organizar as dívidas e sair do vermelho

7- Alívio e tranquilidade

Mais que a negativação no mercado, permanecer endividado pode prejudicar a saúde. Um estudo realizado pelo SPC Brasil em parceria com a Confederação Nacional de Dirigentes Lojista (CNDL) mostra que as pessoas adquirem um estado emocional negativo quando se endividam. Esse sentimento pode se transformar em mudanças de comportamento, alterando as relações sociais e até causando falta de produtividade no trabalho.

De acordo com a análise, os inadimplentes entrevistados afirmam sentir vergonha por terem dívidas. Outros sentimentos negativos mais relatados são a infelicidade; insegurança e medo de não conseguir quitar as pendências; nervosismo; irritação e desespero.

Os impactos alcançam, até mesmo, a autoestima. Doenças como depressão, ansiedade, insônia e pânico também apareceram na pesquisa. Ou seja: ficar longe das dívidas pode melhorar a qualidade de vida - e diminuir as preocupações.

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