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A quantidade máxima define quanto o microempreendedor individual pode faturar por ano. Saiba mais.
por Leonardo Cruz
Postado em 31 de dezembro, 2025
O limite de faturamento do MEI em 2026 é uma das principais dúvidas de quem empreende ou pretende formalizar um pequeno negócio. Apesar das discussões recorrentes sobre aumento do teto, a regra em vigor segue a mesma em 2026.
Neste conteúdo, você entenderá qual é o limite do MEI, como funciona o cálculo proporcional para quem abriu o CNPJ ao longo do ano e o que acontece se o faturamento ultrapassar o teto.
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Até dezembro de 2025, o limite oficial de faturamento do MEI para 2026 permanece em R$ 81.000 por ano, conforme as regras atuais da Receita Federal.
Esse valor considera a soma de todas as receitas da atividade como MEI ao longo do ano-calendário. Não houve, até o momento, alteração legal aprovada que modifique esse teto de faturamento anual.
É importante diferenciar a expectativa de mudança de regra em vigor. Projetos de lei existem, mas enquanto não há aprovação e regulamentação, o limite continua sendo R$ 81 mil.
Saiba mais | Como abrir MEI em 2025? Guia completo
Na prática, o limite anual de R$ 81 mil equivale a um faturamento médio mensal de R$ 6.750.
Uma dúvida comum é se existe limite mensal para o MEI e a resposta é que esse valor funciona apenas como referência.
O MEI pode faturar mais em alguns meses e menos em outros, desde que o total do ano não ultrapasse o teto anual. O controle é sempre feito sobre o faturamento acumulado.
Se o CNPJ foi aberto no meio do ano, o limite é proporcional ao número de meses de atividade. Nesse caso, o cálculo é feito multiplicando R$ 6.750 pela quantidade de meses em que o MEI esteve ativo.
Exemplos:
Abaixo, confira exemplos práticos por tempo de atividade:
| Início da atividade no ano | Meses de atividade | Limite anual proporcional | Média mensal permitida |
|---|---|---|---|
| Janeiro | 12 meses | R$ 81.000 | R$ 6.750 |
| Abril | 9 meses | R$ 60.750 | R$ 6.750 |
| Julho | 6 meses | R$ 40.500 | R$ 6.750 |
| Outubro | 3 meses | R$ 20.250 | R$ 6.750 |
O limite mensal não muda ao longo do ano. O que varia é o teto anual, calculado de forma proporcional ao número de meses em que o MEI esteve ativo.
Por isso, acompanhar o faturamento acumulado é mais importante do que olhar apenas para meses isolados.
Para consultar quanto seu MEI já faturou basta realizar os seguintes passos:

Agora basta somar as notas emitidas durante o ano corrente para garantir que você está dentro do limite de faturamento anual do MEI.
Saiba mais | Como emitir nota fiscal MEI:passo a passo para NF-e e NFs-e
Até o momento, não há aumento oficial do limite do MEI para 2026 aprovado em lei. Muitas pessoas querem saber se o teto vai subir, mas existem apenas projetos de lei em discussão.
Essas propostas sugerem elevação do teto de faturamento anual e até criação de faixas intermediárias. No entanto, enquanto não forem aprovadas e regulamentadas, não produzem efeito prático.
Na prática, isso significa que o MEI deve se planejar considerando a regra atual, sem contar com mudanças futuras que ainda não aconteceram.
Na prática, quando o faturamento passa do limite do MEI, as consequências dependem do quanto o valor excedeu o teto anual. Se o excesso for de até 20%, ou seja, até R$ 97.200, o MEI é desenquadrado apenas para o ano seguinte.
Nesse caso, o empreendedor continua como MEI até dezembro e passa para outro regime no ano seguinte.
Se o excesso for superior a 20%, o desenquadramento é retroativo ao início do ano-calendário em que o limite foi ultrapassado.
Isso significa que o empreendedor deixa de ser MEI nesse período e pode ter que recolher impostos como optante do Simples Nacional (ou outro regime) de forma retroativa.
Confira | PGDAS-D: o que é e como emitir a guia do Simples Nacional
Se você ultrapassou o limite do MEI, o primeiro passo é identificar quanto excedeu o teto e quando isso ocorreu. Quando o excesso é de até 20% do limite anual, a regra geral permite continuar como MEI até o fim do ano, com pagamento de um DAS complementar sobre o valor excedente.
Se o faturamento ultrapassar esse percentual, ocorre o desenquadramento do MEI, exigindo a migração para outro regime tributário. Nesse caso, regularizar rapidamente e buscar orientação contábil reduz o risco de multas, juros e cobrança retroativa de impostos.
Para te ajudar nesse momento, trouxemos um vídeo da Econet, editora especializada nas áreas fiscal e contábil.
O desenquadramento ocorre quando o microempreendedor deixa de cumprir alguma regra do MEI, sendo o faturamento acima do limite a causa mais comum.
O desenquadramento pode ser automático, quando o excesso ultrapassa 20%, ou ocorrer por comunicação do próprio empreendedor ao perceber que ultrapassou o teto de faturamento anual.
Nos casos retroativos, além da mudança de regime, podem surgir diferenças de impostos, juros e multas. Por isso, acompanhar o faturamento ao longo do ano é essencial.
Leia também | Quais impostos o MEI paga? Veja valores e como pagar
Não. A renda pessoal não entra no limite do MEI.
O teto de R$ 81 mil considera apenas a receita gerada pela atividade registrada como MEI. Salário CLT, aposentadoria, rendimentos de aluguel ou outras fontes pessoais não entram nesse cálculo.
Esse é um ponto que gera muita confusão, especialmente para quem trabalha com carteira assinada e mantém um MEI ativo.
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Controlar o faturamento não exige sistemas complexos. O essencial é registrar todas as entradas relacionadas à atividade, acompanhar o acumulado mensal e revisar o total periodicamente.
Separar conta pessoal da conta do negócio, guardar notas fiscais emitidas e criar uma planilha simples já ajudam a evitar surpresas no fim do ano.
Esse acompanhamento é ainda mais importante para quem está próximo do limite ou tem crescimento irregular ao longo dos meses.
Deixar de ser MEI pode ser uma decisão estratégica, não apenas uma obrigação.
Quando o faturamento cresce de forma consistente, o limite começa a restringir o negócio e outras formas de empresa podem oferecer mais flexibilidade, acesso a crédito e possibilidade de expansão.
Avaliar custos, impostos e benefícios de outros regimes ajuda a tomar uma decisão mais consciente e alinhada ao crescimento do negócio.
Veja também | Como abrir um negócio: 7 passos para realizar o seu projeto
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