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No momento de aperto, pode ser comum pensar em solicitar crédito, mas vale ponderar alguns detalhes.
por Leonardo Cruz
Postado em 7 de janeiro, 2026
Conforme pesquisa do IBGE no terceiro trimestre de 2025, são aproximadamente 6 milhões de brasileiros desocupados. E, ficar desempregado costuma trazer incertezas financeiras imediatas.
As contas continuam chegando, a renda some e a ideia de recorrer a um empréstimo aparece como uma possível saída, contratar crédito nesse momento exige ainda mais cautela.
Neste conteúdo, você vai entender se é possível conseguir empréstimo estando desempregado, quais são os riscos e quando é a melhor decisão.
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Neste guia, você encontrará:
Sim, é possível, mas não é simples, nem costuma ser barato. A ausência de renda fixa altera significativamente a maneira como as instituições avaliam o risco de conceder crédito.
Bancos e financeiras usam a renda como principal indicador de capacidade de pagamento. Quando não existe salário ou rendimento recorrente, o risco de inadimplência aumenta, reduzindo as chances de aprovação ou limitando valores e prazos.
Na prática, quem está desempregado precisa demonstrar capacidade de pagamento por outros meios, como patrimônio, garantias ou fontes alternativas de renda.
Leia também | 10 dicas para fazer renda extra e complementar o salário
Quanto maior for o risco percebido, maior tende a ser o custo do crédito. Isso costuma aparecer na forma de juros mais altos, prazos mais curtos ou exigência de garantias.
Por esse motivo, ofertas “fáceis” ou “sem análise” merecem atenção redobrada, porque muitas vezes escondem juros muito altos, custos pouco transparentes ou até golpes.
Existem algumas modalidades que podem aparecer nesse contexto, mas nenhuma é indicada para todos os casos. Entender as diferenças ajuda a evitar decisões impulsivas.
O microcrédito é voltado principalmente para atividades produtivas, como pequenos negócios formais ou informais.
Essa modalidade costuma ser pensada para financiar estoque, equipamentos ou capital de giro, e pode fazer sentido quando há perspectiva clara de geração de renda no curto prazo.
Em linhas reguladas, como microcrédito produtivo orientado, as taxas de juros costumam variar entre 1,5% e 4% ao mês. Em operações fora de programas públicos ou cooperativas, o custo pode ser maior.
Ainda assim, os valores liberados costumam ser limitados e esse tipo de crédito não é indicado para cobrir despesas recorrentes, como aluguel ou contas fixas.
Saiba mais | Microcrédito: o que é, como funciona e como conseguir
Oferecer um bem como garantia reduz o risco para a instituição e, por isso, tende a resultar em juros menores e prazos mais longos. Em contrapartida, aumenta o risco para quem contrata.
De forma geral, as taxas ficam abaixo do empréstimo pessoal, mas variam conforme o tipo de bem oferecido.
Confira | Como funciona empréstimo com garantia? Veja mitos e verdades!
Permite acesso a valores mais altos e condições mais estáveis, mas envolve risco real de perda do imóvel em caso de inadimplência.
As taxas de juros normalmente estão entre 1,0% e 2,0% ao mês + indexador (como IPCA), com prazos que podem chegar a 15 ou 20 anos. Não costuma ser indicada sem perspectiva concreta de retomada de renda.
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Libera valores intermediários, com custo menor que o empréstimo pessoal. O veículo continua em uso, mas pode ser retomado se as parcelas não forem pagas.
As taxas de juros são em média 1,5% a 3,0% ao mês, dependendo do ano do veículo, valor financiado e perfil do tomador.
Conheça os detalhes| Como funciona o empréstimo com garantia de veículo?
Costuma liberar valores baixos e, em muitos casos, apresenta juros elevados. Taxas de juros: geralmente entre 8% e 20% ao mês, o que coloca essa modalidade na faixa dos créditos mais caros do mercado. Exige atenção redobrada ao custo efetivo total (CET).
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Não é exatamente um empréstimo, mas uma antecipação de um recurso futuro. O dinheiro entra agora, mas reduz o saldo disponível nos próximos anos.
O custo da operação costuma variar entre 1,2% e 2,5% ao mês, descontado diretamente do FGTS nos anos seguintes.
Apesar de não gerar parcela mensal, compromete um direito futuro do trabalhador, já que reduz o saldo disponível para saques em caso de demissão sem justa causa.
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Existem situações em que contratar crédito tende a agravar a situação financeira, em vez de aliviar o problema imediato.
Isso costuma ocorrer quando não há perspectiva clara de renda, quando o empréstimo é usado para cobrir despesas recorrentes ou quando a decisão se baseia em expectativas otimistas de recolocação que ainda não se concretizaram.
Nesses cenários, o crédito pode se tornar um problema estrutural, criando parcelas que permanecem, prolongando a sensação de aperto financeiro.
Quando o crédito é inevitável, a escolha precisa ser racional e bem informada.
A taxa de juros isolada não mostra o custo real. O CET reúne juros, tarifas, seguros e encargos, revelando o impacto total da dívida no orçamento.
Parcelas muito baixas podem alongar a dívida e aumentar o custo total. Parcelas altas elevam o risco de atraso. O prazo precisa caber em um cenário conservador, não otimista.
Crédito legítimo envolve análise, contrato e transparência. Promessas de dinheiro “na hora”, sem verificação adequada, são um sinal clássico de risco ou golpe.
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Durante o desemprego, a vulnerabilidade aumenta e golpes se tornam mais frequentes. Desconfie de exigência de pagamento antecipado, ausência de contrato formal, contato restrito a mensagens e instituições que não informam CNPJ ou autorização para operar.
Sempre verifique se a empresa é regulada. Você pode consultar o CNPJ e autorização em canais oficiais, como o Banco Central, e leia o contrato com atenção.
Mesmo sem emprego formal, algumas informações costumam ser solicitadas:
As exigências variam conforme a modalidade e a instituição.
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