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Para evitar restrições de crédito ou perda de bens, contribuinte deve avaliar a possibilidade de parcelamento de dívida ativa ou pagamento à vista. Entenda como escolher a melhor opção
por Creditas
Postado em 15 de julho, 2025
A Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) registrou um recorde de R$ 61,3 bilhões recuperados da Dívida Ativa da União, em 2024. Para pessoas físicas e empresas, dever impostos, taxas ou contribuições pode virar um grande problema, mas também há alternativas para resolver a situação.
Entre elas, o parcelamento da dívida ativa aparece como uma possibilidade que promete aliviar o bolso e regularizar pendências fiscais. Mas será que essa é sempre a melhor escolha?
Neste artigo, você vai entender como funciona o parcelamento, quais são suas vantagens, custos e riscos — e descobrir se realmente vale a pena seguir por esse caminho.
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Como pagar uma dívida ativa?
Anualmente, os governos costumam realizar programas de parcelamento de dívida ativa. No entanto, vale lembrar que é difícil saber se existe uma ação ocorrendo em cada Estado e município. Isso porque esses programas normalmente não são fixos e ocorrem ocasionalmente, em períodos específicos.
Os contribuintes interessados em quitar os seus débitos precisam estar atentos aos prazos anunciados pelos órgãos públicos ou entrar em contato com a Secretaria da Fazenda de sua região e se informar sobre as condições de pagamento.
Normalmente, os programas organizados pelo Estado para o pagamento de dívida ativa oferecem boas condições aos contribuintes com pendências. Os descontos costumam ser aplicados tanto para pagamentos à vista quanto para aqueles que optam pelo parcelamento da dívida ativa.
Por exemplo, o PERT (Programa Especial de Regularização Tributária das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte optantes pelo Simples Nacional) da União oferece até 50% de desconto sobre o valor das multas para os contribuintes que realizassem o pagamento à vista.
Na hora de escolher a forma de pagamento, é necessário que o consumidor faça uma avaliação criteriosa da sua situação financeira. Sempre que possível, pagar à vista é a melhor opção, já que os descontos costumam ser maiores e o contribuinte pode se livrar de uma vez dessa pendência.
Opção | Prós | Contras |
---|---|---|
Pagar à vista |
|
Requer uma quantia significativa de dinheiro disponível no momento. |
Parcelar a dívida ativa |
|
Pode resultar em juros e encargos adicionais, aumentando o custo total da dívida. |
Em casos assim, para realizar o pagamento e evitar acúmulo de mais juros, uma alternativa interessante é buscar uma linha de crédito com juros baixos, como o empréstimo com garantia, e trocar a dívida por outra mais barata e com maiores prazos para pagamento.
Leia também Entenda o que é dívida ativa, consulte e veja como regularizar
Consultar a dívida ativa é um passo importante para regularizar pendências fiscais e evitar complicações com o governo. A dívida ativa refere-se aos débitos não pagos com órgãos públicos, como impostos, taxas ou multas, que foram inscritos para cobrança judicial. Veja abaixo como realizar essa consulta de forma prática.
A consulta permitirá verificar os débitos que você possui com o governo federal, como impostos e contribuições, e também se esses débitos estão inscritos na dívida ativa.
Vale lembrar que o não pagamento dos débitos com o governo pode resultar em restrições de crédito, causadas pela irregularidade no nome do contribuinte. Em alguns casos, o devedor pode ficar negativado e sofrer todas as consequências de uma dívida comum.
Por fim, além dos juros e multas somados à dívida, o devedor ainda pode sofrer execução fiscal, ou seja, perder um bem para o governo para abater a dívida.
Como já mencionamos, uma forma de quitar a dívida e evitar os transtornos que ela pode causar é recorrer a uma linha de crédito saudável, com juros baixos e condições de pagamento mais interessantes, como prazos maiores. Nestes casos, o empréstimo com garantia pode ser uma boa opção.
Na Creditas, por exemplo, os clientes podem oferecer um veículo, imóvel ou o próprio salário como garantia no caso do empréstimo consignado privado.
Ao colocar um bem como garantia de pagamento, a empresa consegue oferecer taxas menores, que começam em 1,09% a.m. + IPCA para imóvel, 1,59% para veículo e 1,29% para empréstimo consignado. Assim, é possível trocar a dívida por outra mais barata que compromete uma parcela menor do orçamento. Faça uma simulação agora mesmo:
No caso de uma dívida ativa de IPVA, por exemplo, ao colocar o veículo como garantia, o contribuinte recebe o valor solicitado, menos a parte da dívida que será quitada automaticamente.
Agora que você já sabe um pouco mais sobre o que é a dívida ativa e conhece as consequências de manter pendências com o governo, é hora de olhar para a sua situação financeira e entender qual é a melhor opção para quitar os débitos.
O que achou das orientações? Caso ainda tenha dúvidas sobre parcelamento de dívida ativa ou qualquer outro assunto relacionado a pendências financeiras com órgãos públicos, conte para a gente nos comentários!
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