• Simule seu crédito

    Simule seu crédito

    • Empréstimo com veículo em garantia
    • Empréstimo com imóvel em garantia
    • Empréstimo consignado
    Mais praticidade? Baixe nosso app:
  • Soluções

    Soluções

    • Imóveis
    • Reforma
    • Venda
    • Troca
    • Carros

    • Financiamento de carros
    • Loja de carros
    Mais praticidade? Baixe nosso app:
  • Store

    Store

    Mais praticidade? Baixe nosso app:
  • Empresas
  • Ajuda
Mais praticidade? Baixe nosso app:
  • Controle financeiro
  • Realizando sonhos
  • Saia do Vermelho
  • Me explica Creditas
  • Tudo sobre Crédito
  • Meu negócio
  1. Home

  2. Tudo sobre Crédito

Tudo sobre Crédito

Refinanciamento vale a pena? Entenda quando a opção é vantajosa

O refinanciamento é uma alternativa para melhorar as condições de um empréstimo e conseguir crédito de qualidade para quitar dívidas e viabilizar conquistas. Saiba quando e como contratar

por Flávia Marques

Atualizado em 11 de fevereiro, 2021

Depois de contratar uma linha de crédito que passa a pesar no bolso, muitos consumidores procuram possibilidades de trocar a dívida por outra mais barata e conseguir uma folga no orçamento. Em situações como essa ou para conseguir dinheiro para outras finalidades, surge a dúvida se recorrer a um refinanciamento vale a pena. 

Normalmente, sim. A ideia do refinanciamento é justamente trazer uma oferta de crédito com condições melhores do que as disponíveis em modalidades mais comuns, como o empréstimo pessoal, cheque especial e cartão de crédito. Em muitos casos, ao optar por um refinanciamento o solicitante consegue taxas de juros mais baixas, que tornam o empréstimo mais barato, além de maior prazo para pagamento.

Quando um refinanciamento vale a pena? 

O refinanciamento é uma saída interessante quando possibilita o acesso a um crédito mais saudável para o bolso do consumidor. Geralmente, a dívida fica mais barata quando a nova opção contratada possui taxas de juros mais baixas. Vamos a um exemplo. 

Um cliente precisa de 10 000 reais e decide contratar um empréstimo pessoal para pagar em 24 vezes. A taxa média de juros para essa modalidade gira em torno de 5,7% ao mês, de acordo com o Banco Central (abril/2020). Nesse caso, o valor das parcelas é 774,84 reais. O total desse financiamento é de 18 586,16 reais, sendo 8 596,16 de juros.

Vamos supor que, depois de fechar negócio, o consumidor percebeu que a taxa era muito alta e decidiu recorrer a um refinanciamento usando o seu automóvel como garantia de pagamento. Na Creditas, principal plataforma online de crédito com garantia do país, os juros dessa modalidade começam em 1,49%. Vamos usar esse valor como referência. 

Com essas condições, ao contratar um empréstimo de 10 000 reais em 24 vezes, o valor das parcelas caiu para 498,66 reais. Então, o custo total do empréstimo também caiu, para 11 967,84 reais. Nesse exemplo, ao refinanciar a dívida, o consumidor economizou 6 618,32 reais de juros, além de conseguir uma redução de 36% no valor da parcela. A troca valeu a pena. 

Note como as condições oferecidas por diferentes instituições financeiras podem mudar o custo do crédito de forma expressiva. Por isso, para descobrir quando o refinanciamento vale a pena é importante comparar ofertas e ficar atento às mudanças em todas as variáveis: taxas envolvidas na operação, prazo para pagamento, valor da prestação e custo total.   

Como funciona o refinanciamento? 

Quando o consumidor já tem uma dívida, o refinanciamento nada mais é do que trocar um contrato de empréstimo antigo por um novo, fazendo alterações no prazo de pagamento ou no valor contratado. 

Enquanto no financiamento o consumidor contrata uma linha de crédito para um fim específico, como a compra de um veículo ou imóvel, no refinanciamento o bem é utilizado apenas como garantia de pagamento da operação. O valor emprestado pela instituição financeira pode ser utilizado para qualquer finalidade: quitar dívidas, abrir ou investir em um negócio, viajar, estudar e reformar a casa são algumas das possibilidades. 

No Brasil, o refinanciamento de imóvel e o refinanciamento de automóvel são as opções mais conhecidas. Durante o processo, o bem apresentado como garantia à instituição financeira sofre a chamada alienação fiduciária. Ele fica condicionado ao pagamento do empréstimo, mas continua sendo de propriedade direta do contratante e pode ser utilizado normalmente. Assim que o pagamento da dívida é concluído, a alienação é desfeita. 

Quais são as vantagens do refinanciamento? 

A grande vantagem do refinanciamento é o acesso a taxas mais baixas. Como se trata de uma operação que envolve uma garantia de pagamento, o risco de inadimplência à instituição financeira é menor. Por consequência, ela passa a oferecer condições mais interessantes.  

Para efeito de comparação, confira o valor médio das principais taxas de juros praticadas no país e perceba a diferença entre as modalidades de refinanciamento em relação às demais:

Modalidade de crédito  Taxa de juros (ao ano)
Parcelamento do cartão de crédito 150,9%
Rotativo do cartão de crédito  146,7%
Cheque especial 130%
Empréstimo pessoal 94,7%
Refinanciamento de automóvel (Creditas) 17,88%
Empréstimo consignado (Creditas) 15,48%
Refinanciamento de imóvel (Creditas) 11,88%

*Fontes: Banco Central e Creditas (abril/2020).

Além disso, por envolver bens duráveis, o refinanciamento de imóvel e de automóvel permitem longos prazos para pagamento. Assim, as parcelas ficam menores e cabem no orçamento. 

Na Creditas, os clientes que colocam automóveis em garantia podem conseguir prazos de até 60 meses para quitar o empréstimo. Para os que utilizam imóveis, o parcelamento dos débitos pode ser realizado em até 180 meses. O período varia de acordo com o valor de mercado do bem e da renda do solicitante (já que as parcelas não podem superar 30% do orçamento mensal do cliente). 

Vale a pena refinanciar imóvel

O refinanciamento de imóvel é uma das modalidades de crédito mais saudáveis do mercado. Na Creditas, por exemplo, as taxas praticadas nessa modalidade começam em 0,99% ao mês + IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) e o cliente pode conseguir entre 30 000 e três milhões de reais. 

Normalmente essa modalidade oferece quantias altas, que podem chegar a 60% do valor do imóvel. Por isso, a operação exige um tempo mais longo para preparar a documentação e pode não atender às necessidades de consumidores que precisam levantar o recurso com urgência ou que precisam de um valor menor.

Em situações assim, outras modalidades de empréstimo com garantia podem ser mais interessantes: o refinanciamento de veículo, por exemplo, permite que o contratante use o seu automóvel - que também não precisa estar quitado - como garantia de pagamento e também tenha acesso a juros baixos, que giram em torno de 18% ao ano. 

Outra opção saudável é o empréstimo consignado, em que o valor das parcelas é descontado diretamente da folha de pagamento do contratante. Nesta operação, é preciso que o consumidor trabalhe em uma empresa conveniada a uma instituição financeira - banco ou fintech de empréstimo - que ofereça o consignado. Para funcionários de empresas privadas, a taxa média de juros desta modalidade é de 35% ao ano, segundo o Banco Central.

Vale a pena refinanciar o veículo? 

Assim como o refinanciamento de imóvel, o refinanciamento de automóvel, também conhecido como empréstimo com garantia de veículo ou auto equity, costuma oferecer boas condições de pagamento por envolver um bem como garantia de pagamento. Sempre vale a pena trocar uma dívida cara por outra mais barata, com taxas menores. 

Para os consumidores que têm despesas com o cartão de crédito, cheque especial ou outra linha de crédito com juros abusivos, buscar um empréstimo com taxas baixas e prestações que caibam no bolso é uma necessidade urgente para evitar o superendividamento. 

Leia também | Dívida de cartão de crédito: 6 passos para se livrar de vez dela

Vale lembrar que, além de quitar dívidas, o refinanciamento de veículo também é uma alternativa interessante para viabilizar outras conquistas. Depois de fazer um planejamento financeiro e descobrir o valor para suprir sua necessidade, pesquisar as condições oferecidas nessa modalidade é uma boa opção. Você pode fazer uma simulação agora mesmo: 

O refinanciamento também pode ser vantajoso para aqueles que fazem empréstimos com taxas prefixadas. Com as variações da Selic, a taxa básica de juros da economia, é possível que os juros fiquem menores do que o acordado nessa contratação. A Creditas é uma das maiores fintechs do Brasil e se especializou nesse modelo, pensando em ajudar os clientes a conseguirem as melhores condições ao contratar um empréstimo online e seguro. 

Antes de contratar um refinanciamento para contrair uma dívida mais barata, lembre-se de que essa modalidade pode ser uma grande aliada para reajustar as contas, mas manter as despesas em dia exige um planejamento financeiro e acompanhamento constante. Não tenha medo de encarar os números. O início pode parecer difícil, mas esse cuidado certamente trará mais tranquilidade no futuro. Saiba como começar o seu planejamento financeiro

E você? Está pensando em fazer o refinanciamento do seu empréstimo? Não se esqueça de avaliar se as novas condições realmente trarão vantagens para o seu orçamento. Compartilhe a sua opinião e experiência conosco nos comentários!

Newsletter

Exponencial

Assine a newsletter e fique por dentro de todas as nossas novidades.

Nome
E-mail

Ao assinar a newsletter, declaro que concordo com a Política de privacidade da Creditas.

Publicações recentes

Meu negócio

Como fazer declaração do MEI: passo a passo

4 minutos de leitura