Creditas
  • Simule seu crédito

    Simule seu crédito

    • Empréstimo com veículo em garantia
    • Empréstimo com imóvel em garantia
    • Empréstimo consignado
    Mais praticidade? Baixe nosso app:
  • Soluções

    Soluções

    • Imóveis

    • Empréstimo com garantia
    • Aluguel
    • Financiamento
    • Seguro Casa
    • Carros

    • Empréstimo com garantia
    • Financiamento de carros
    • Seguro Auto
    Mais praticidade? Baixe nosso app:
  • Seguros

    Seguros

      Soluções de seguros para proteger suas conquistas. Cote online, compare preços e economize com a maior corretora online do país, a Minuto Seguros, uma empresa Creditas.

    • Para você

    • Auto
    • Casa
    • Viagem
    • Vida
    • Acidentes Pessoais
    • Mais seguros para empresas
    Mais praticidade? Baixe nosso app:
  • Benefícios corporativos
  • Ajuda
Mais praticidade? Baixe nosso app:
  • Controle financeiro
  • Realizando sonhos
  • Saia do Vermelho
  • Me explica Creditas
  • Tudo sobre Crédito
  • Meu negócio
  1. Home

  2. Tudo sobre Crédito

Tudo sobre Crédito

O que é refinanciamento de empréstimo e como funciona?

Trocar as condições de um contrato de crédito já existente pode reduzir a parcela e alongar o prazo, mas o resultado depende de como o novo contrato é negociado.

por Cibele Cardoso

Atualizado em 17 de julho, 2026

O que é refinanciamento de empréstimo e como funciona?

Neste conteúdo, você vai encontrar:

O empréstimo costuma ser visto como um contrato fechado, que só muda quando termina de ser pago. Mas as condições de juros, prazo e valor da parcela podem ser renegociadas antes disso, por meio do refinanciamento. O que define se vale a pena não é apenas a taxa oferecida, mas a comparação entre o custo total do contrato atual e o do novo, considerando prazo e garantias envolvidas. 

Este artigo explica o que é o refinanciamento de empréstimo, como funciona na prática, quais são os tipos disponíveis e quando faz sentido contratar.

Precisando de dinheiro para seu próximo passo?

Use seu veículo, imóvel ou salário para ter crédito rápido e seguro com juros a partir de 1,09% + IPCA ao mês e até 240 meses para pagar.

Simule agora

O que é refinanciamento de empréstimo?

O refinanciamento de empréstimo, como pode ocorrer em créditos com garantia de veículo, é a operação que substitui um contrato de crédito já existente por outro, com novas condições de juros, prazo e valor de parcela.

Refinanciar não é contratar uma dívida do zero: é trocar um contrato vigente por outro mais adequado ao planejamento financeiro de quem contrata.

Na prática, o novo crédito quita o saldo devedor do contrato original. A partir da assinatura, a pessoa passa a pagar a nova operação, geralmente com parcela menor, prazo mais longo ou juros reduzidos. Quando o valor aprovado é maior que o saldo devedor, a diferença pode ser liberada como um valor adicional na conta de quem contratou, o chamado troco.

Segundo o Mapa de Inadimplência e Renegociação de Dívidas da Serasa Experian, em junho de 2026 mais de R$ 83 bilhões em dívidas negativadas de pessoas físicas, o que ajuda a explicar a procura crescente por linhas de renegociação como o refinanciamento.

Como funciona o refinanciamento de empréstimo?

Na prática, o refinanciamento funciona como uma nova análise de crédito: a instituição reavalia a capacidade de pagamento de quem solicita o crédito e, a partir disso, define as condições do novo contrato. Essa análise pode ou não envolver uma garantia, e é o tipo de contrato de origem que costuma determinar isso.

Quando há garantia, o crédito costuma ter juros mais baixos e prazos mais longos, porque o risco da operação para a instituição diminui. Esse modelo é diferente de um financiamento comum, em que o crédito é liberado para comprar um bem específico: no refinanciamento, o bem já pertence a quem contrata e passa a servir como garantia para reorganizar uma dívida existente ou liberar um novo valor.

Nesses casos, a pessoa costuma manter a posse do bem enquanto as parcelas estiverem em dia. No caso de imóvel, por exemplo, o que se constitui em favor da instituição é a propriedade fiduciária do bem (Lei nº 9.514/1997), não a transferência da posse. A retomada só ocorre em caso de inadimplência prolongada, seguindo o rito legal específico de cada modalidade.

Leia também | Como funciona empréstimo com garantia? Veja mitos e verdades

O que costuma mudar após o refinanciamento?

Usado de forma estratégica, o refinanciamento pode mudar alguns pontos da operação em relação a uma contratação nova, embora o alcance de cada um dependa da instituição e da modalidade:

O que pode mudar ao refinanciar um contrato de crédito
O que pode mudar O que significa
Menos burocracia Em muitos casos, a contratação é mais simples, pois a instituição financeira já possui parte do histórico e da documentação do cliente.
Aprovação mais ágil Como parte das informações já está cadastrada, a análise e a aprovação podem ocorrer de forma mais rápida, conforme os critérios da instituição.
Valor adicional (troco) Quando o valor aprovado é maior que o saldo devedor do contrato atual, a diferença pode ser liberada ao solicitante.
Prazo mais flexível Em muitos casos, é possível renegociar um prazo maior para reduzir o valor das parcelas mensais.

Banner campanha empréstimo

Como funciona um refinanciamento na prática?

João tem um empréstimo de R$ 100 mil, com juros de 5% ao mês e parcelas de R$ 2.300. Depois de pagar 20 parcelas, o valor passa a comprometer o orçamento.

Ao refinanciar com outra instituição, João reduz a taxa para 2% ao mês, mas reinicia a contagem do prazo de pagamento. O novo crédito quita o saldo devedor e ainda libera um valor adicional.

Com isso, ele reduz o custo mensal e melhora o fluxo de caixa no curto prazo. Isso acontece porque o novo contrato recalcula os juros sobre um prazo e uma taxa diferentes dos originais. Por outro lado, como o prazo foi reiniciado, João pode acabar pagando juros por mais tempo do que pagaria se mantivesse o contrato original, o que só compensa se a taxa menor for suficiente para equilibrar essa diferença. É esse cálculo, e não apenas a parcela mais baixa, que indica se o refinanciamento vale a pena.

Quais são os tipos de refinanciamento disponíveis?

O refinanciamento pode ser contratado em três modalidades principais, cada uma com regras próprias de garantia e público:

Principais modalidades de refinanciamento de crédito
Modalidade Garantia Para quem costuma fazer sentido
Refinanciamento de veículo O próprio veículo, quitado ou parcialmente financiado. Quem busca juros menores que os do crédito pessoal e possui um veículo em seu nome.
Refinanciamento de imóvel O próprio imóvel, residencial ou comercial. Quem precisa de valores mais altos e prazos mais longos para pagamento.
Refinanciamento consignado Desconto das parcelas em folha de pagamento, condicionado à margem consignável disponível. Aposentados, pensionistas e trabalhadores que podem contratar crédito com desconto em folha.

A escolha depende do bem disponível como garantia e do valor que o consumidor pretende reorganizar ou liberar. Refinanciamento de veículo costuma ter aprovação mais rápida e valores menores.

Já o refinanciamento de imóvel permite prazos mais longos e valores mais altos, por envolver um bem de maior valor de mercado; e o refinanciamento consignado depende da margem disponível em folha, por isso é mais restrito a quem já tem desconto ativo.

O funcionamento detalhado de cada modalidade, incluindo documentação e etapas de contratação, está em Como funciona o refinanciamento de veículos?, Como funciona o refinanciamento de imóvel com troco? e Crédito do Trabalhador: entenda a nova linha com juros mais baixos.

Refinanciamento é a mesma coisa que empréstimo com garantia?

Não exatamente. O refinanciamento é uma estratégia de reorganização de uma dívida existente. Já o empréstimo com garantia é uma modalidade de crédito, que pode ou não estar dentro de um refinanciamento.

Em muitos casos, o refinanciamento envolve garantia, como imóvel, veículo ou renda, o que reduz o risco da operação e permite juros menores. Também é possível refinanciar contratos sem garantia, dependendo do tipo de crédito e do perfil de quem busca crédito.

Quando vale a pena refinanciar um empréstimo?

O refinanciamento tende a fazer sentido quando permite trocar juros altos por taxas menores, reduzir o valor das parcelas ou consolidar dívidas caras em um único contrato mais organizado. Também pode ser útil para ajustar prazos, desde que o custo total da dívida não aumente de forma desproporcional.

Como avaliar se o refinanciamento vale a pena
Sinal de que vale a pena Sinal de que exige atenção
A nova taxa de juros é menor que a do contrato atual. O prazo aumenta tanto que o custo total do empréstimo fica significativamente maior.
A nova parcela cabe melhor no orçamento mensal. O valor liberado como troco será usado sem planejamento financeiro.
O novo contrato permite quitar ou consolidar dívidas com juros mais altos. O bem oferecido como garantia pode ficar em risco caso as parcelas não sejam pagas.

O ponto central é comparar o Custo Efetivo Total (CET) do contrato atual com o do novo, não apenas a taxa de juros anunciada. O CET reúne juros, tarifas e seguros num único percentual, e sua divulgação é uma exigência do Banco Central em qualquer operação de crédito, justamente para tornar esse comparativo mais confiável do que olhar só para a taxa de juros isolada.

Quando há garantia envolvida, refinanciar sem segurança de pagamento pode colocar um bem relevante em risco, o que exige uma decisão ainda mais consciente.

O que considerar antes de contratar um refinanciamento?

Antes de contratar, vale comparar não só a taxa de juros anunciada, mas o conjunto de fatores que determina o custo real da operação, explica Gui Casagrande, especialista em crédito da Creditas.

O que comparar antes de contratar um refinanciamento
O que comparar Por que importa
Ofertas de diferentes instituições Bancos tradicionais, cooperativas de crédito e instituições digitais podem oferecer condições bastante diferentes para o mesmo perfil de cliente.
CET entre as propostas O Custo Efetivo Total (CET) mostra o custo real da operação, incluindo juros, tarifas, impostos e demais encargos.
Histórico de crédito As instituições costumam considerar o histórico financeiro recente, o que pode influenciar a taxa de juros oferecida.
Margem de negociação Apresentar uma boa capacidade de pagamento ou relacionamento com a instituição pode ajudar a conseguir condições mais vantajosas.
Tarifas e seguros embutidos Além da taxa de juros, tarifas, seguros, prazos e outros encargos influenciam o custo total do contrato.

Onde fazer o refinanciamento com garantia de veículo?

Refinanciar um empréstimo com garantia de veículo é uma opção oferecida por diversas instituições financeiras. Na Creditas, essa modalidade, o Auto Equity, tem juros a partir de 1,49% ao mês e prazo de até 60 meses, com simulação e contratação feitas de forma digital.

O refinanciamento pode ser uma ferramenta para reorganizar uma dívida, desde que o novo contrato realmente reduza o custo da operação. Se essa modalidade fizer sentido para o perfil de quem contrata, vale simular e comparar as condições com o contrato atual antes de decidir.

Ícone de crédito consignado
Crédito saudável, no seu tempo e do seu jeito

Garantia de veículo
Crédito de R$ 5 mil a R$ 150 mil
Taxa a partir de: 1,49% ao mês

Garantia de imóvel
Crédito de R$ 50 mil a R$ 3 milhões
Juros a partir de 1,09% ao mês + IPCA

Consignado privado
Crédito de R$ 500 a R$ 70 mil
Juros a partir de 1,29% ao mês

Dicas do especialista: o que considerar antes de contratar

Retrato de Guilherme Casagrande

Quando você decide buscar um refinanciamento, a principal orientação que eu, Gui Casagrande, sempre dou é: faça isso com calma e planejamento.

Aqui na Creditas, sabemos que a decisão de contrair um empréstimo é importante, por isso, quero compartilhar com você alguns cuidados essenciais.

A seguir, veja dicas práticas para conquistar um empréstimo com juros mais baixos e evitar custos desnecessários.

  1. Pesquise os bancos: realize uma pesquisa minuciosa no mercado financeiro, explorando ofertas de diversas instituições, como bancos tradicionais, cooperativas de crédito e instituições online.
  2. Compare taxas entre bancos: analise cuidadosamente as taxas de juros oferecidas por diferentes instituições. Variações podem ocorrer conforme valor, prazo e seu perfil financeiro.
  3. Cuide do seu score: mantenha seu histórico de crédito em bom estado. Um bom score pode abrir portas para taxas mais baixas. Corrija pendências antes de solicitar o empréstimo, se possível.
  4. Negocie: não hesite em negociar as condições. Muitas vezes, dá para reduzir taxas ao explicar sua situação financeira e demonstrar capacidade de pagamento.
  5. Ofereça garantias: considere oferecer veículo ou imóvel. Isso pode reduzir as taxas, proporcionando maior segurança ao credor. A Creditas é referência em crédito com garantia no Brasil. Veja nossas opções.
  6. Avalie as condições gerais: além dos juros, avalie tarifas, prazos, seguros e eventuais penalidades.
  7. Consulte um especialista: a Creditas possui um time de especialistas para orientação personalizada. APP Android | iOS ou telefones: (11) 3164-1402 (SP), 4003-1586 (capitais), 0800 721 8547 (fixo).

Perguntas frequentes

Entenda o impacto do refinanciamento no custo efetivo total, as regras de renegociação sucessiva, as diferenças para a portabilidade e as condições para negativados em 2026.

Refinanciar aumenta o valor total pago?
Sim, pode aumentar. Embora o refinanciamento frequentemente reduza o valor da parcela mensal ou a taxa de juros nominal, o alongamento excessivo do prazo de pagamento faz com que os juros compostos incidam por mais tempo. Para tomar uma decisão segura, o critério de comparação mais confiável entre o contrato antigo e o novo deve ser o CET (Custo Efetivo Total), e não apenas a taxa de juros isolada.
Posso refinanciar o mesmo contrato mais de uma vez?
Em regra, sim. As instituições financeiras permitem novas operações de refinanciamento sobre o mesmo contrato, desde que uma parte relevante do saldo devedor atual já tenha sido devidamente amortizada, haja margem financeira disponível na garantia (se houver) e o tomador seja aprovado em uma nova análise de risco de crédito.
Dá para fazer refinanciamento com o nome negativado?
A aprovação depende essencialmente da modalidade de crédito escolhida. Em operações estruturadas com garantia real (como o refinanciamento de imóvel ou de veículo), diversas instituições aceitam clientes com restrições no CPF, dado que o risco de inadimplência é mitigado pelo bem alienado. Já em linhas de crédito pessoal convencional e sem garantias, a negativação costuma ser um fator definitivo de reprovação automatizada.
O refinanciamento quita automaticamente minhas outras dívidas?
Não de forma automática. O refinanciamento liquida de forma direta apenas o contrato que está sendo renegociado. A consolidação de outras pendências financeiras só acontece caso o cliente solicite um valor adicional de margem livre (conhecido no mercado como "troco") e utilize esse montante extra por conta própria para quitar as outras contas, em uma estratégia de unificação de dívidas caras por uma linha de crédito mais barata.
Refinanciamento e portabilidade de crédito são a mesma coisa?
Não, são instrumentos jurídicos distintos. Na portabilidade de crédito, o saldo devedor atual é transferido integralmente para outra instituição financeira com o objetivo estrito de reduzir juros, mantendo o saldo e o prazo remanescente originais. No refinanciamento, ocorre a substituição por um contrato inteiramente novo dentro da mesma instituição, permitindo renegociar não apenas as taxas, mas também injetar novos valores, alterar prazos e reavaliar garantias.
O que acontece com o contrato antigo depois de formalizado o refinanciamento?
O contrato original é liquidado integralmente pela instituição financeira com os recursos da nova operação e deixa de existir juridicamente no sistema de garantias e registros. A partir do momento da assinatura digital, todas as obrigações pecuniárias (valor da prestação, cronograma de amortização e gravames) passam a ser regidas pelas cláusulas pactuadas na nova cédula de crédito bancário.

Assine a newsletter do Exponencial e receba conteúdos sobre análises de crédito, comparativos de taxas e guias práticos para proteger e expandir seu patrimônio financeiro.

Newsletter

Exponencial

Assine a newsletter e fique por dentro de todas as nossas novidades.

Nome
E-mail

Ao assinar a newsletter, declaro que concordo com a Política de privacidade da Creditas.

Publicações recentes

Tudo sobre Crédito

Como funciona o Home Equity com imóvel de terceiros?