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Dívida de cartão de crédito: 7 passos para se livrar de vez dela

Sem planejamento financeiro, o cartão de crédito pode corroer o seu orçamento. Entenda como negociar e quitar essa dívida

por Vanessa Ferreira

Atualizado em 13 de janeiro, 2026

Dívida de cartão de crédito: 7 passos para se livrar de vez dela

Parcelar compras e pagar depois pode parecer inofensivo, mas essa prática pode se transformar rapidamente em uma das dívidas mais caras do mercado. Quando a fatura não é paga integralmente, entram em cena juros elevados, crescimento acelerado do saldo devedor e impacto direto no orçamento.

Entender como funcionam os juros do cartão, quando o crédito rotativo é acionado e quais alternativas existem ajuda a lidar com a situação de forma mais consciente, sem agravar o problema financeiro.

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Neste conteúdo, você verá:

O que acontece se não pagar a fatura do cartão?

Quando a fatura não é quitada integralmente até o vencimento, o valor em aberto entra no crédito rotativo. A partir desse momento, os juros passam a incidir sobre o saldo devedor, fazendo a dívida aumentar aceleradamente.

Além do custo financeiro, o atraso compromete o orçamento dos meses seguintes e, se a situação se prolongar, pode levar à negativação do CPF.

O que é o crédito rotativo do cartão?

O crédito rotativo é acionado quando o titular paga apenas parte da fatura ou o valor mínimo. Assim, o restante do saldo é financiado automaticamente até o próximo vencimento, com juros elevados.

Quando o rotativo é acionado?

Sempre que o pagamento da fatura é parcial. Mesmo pequenas diferenças entre o valor devido e o valor pago já colocam o saldo no rotativo.

Até quanto tempo posso utilizar o rotativo do cartão?

O rotativo só pode ser utilizado por até 30 dias. Depois desse período, o banco é obrigado a transferir o saldo devedor para uma modalidade de parcelamento da fatura, com novas condições de juros e prazo.

Leia também | Rotativo do cartão: veja novo limite de juros do cartão de crédito

Por que os juros do cartão de crédito são tão altos?

O cartão de crédito combina facilidade de uso, ausência de garantias e maior risco de inadimplência. O banco libera crédito sem exigir garantias e sem reavaliar o risco a cada compra.

Para compensar esse risco, as instituições aplicam juros elevados, geralmente compostos. Isso faz com que a dívida cresça rapidamente quando a fatura não é paga integralmente, colocando o cartão entre as linhas de crédito mais caras do mercado.

Abaixo, confira as taxas de juros do rotativo do cartão de crédito dos principais bancos no Brasil.

Taxas médias de juros por instituição
Instituição % a.m. % a.a.
Banco do Brasil 12,96% 331,40%
Caixa Econômica Federal 11,91% 285,72%
Banco Safra 7,68% 143,02%
Itaú 14,08% 385,99%
Santander 15,69% 474,56%
Bradesco 14,40% 402,21%
BV Financeira 17,62% 600,96%
Banco Pan 20,46% 833,63%

*Fonte: Banco Central, janeiro de 2026.

Confira | Qual banco tem menor taxa de juros para empréstimo em 2026?

Por que a dívida vira uma bola de neve?

A dívida do cartão cresce por meio de juros compostos, ou seja, juros que incidem sobre o valor original e sobre os juros acumulados.

Abaixo, veja o exemplo ilustrativo da evolução dos juros do rotativo do cartão de crédito:

Uma dívida inicial de R$ 1.000, com juros de 12% ao mês

1º mês: R$ 1.120
2º mês: R$ 1.254
3º mês: R$ 1.405

Em três meses, a dívida cresceu mais de 40%, mesmo sem novas compras.

Temos um guia sobre como renegociar dívidas em 5 passos para você quitar os débitos.

Vale a pena parcelar a fatura do cartão?

Depende da taxa oferecida e da capacidade de pagamento. O parcelamento pode fazer sentido quando a taxa é significativamente menor que a do rotativo e quando as parcelas cabem no orçamento sem gerar novos atrasos.

Na prática, o parcelamento reduz o impacto imediato no caixa, mas mantém um custo elevado. Se as parcelas comprometem demais a renda, a troca do rotativo pelo parcelamento apenas adia o problema.

Isso acontece porque, ao analisar o pedido de parcelamento, o banco verifica o risco de inadimplência. Como você já utilizou o rotativo, seu perfil é considerado de maior risco, o que eleva as taxas de juros.

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Como quitar a dívida do cartão de crédito?

Manter a fatura em aberto costuma agravar o endividamento, já que os juros são elevados e o saldo cresce rapidamente. Por isso, buscar uma solução estruturada é o caminho mais indicado.

A seguir, veja um passo a passo para lidar com a dívida de forma mais organizada.

1. Descubra o total da dívida

Entre em contato com a administradora do cartão e solicite o CET (Custo Efetivo Total). Esse valor representa o custo real da dívida, considerando juros e encargos, e é um direito do consumidor.

Aproveite para verificar se há outras dívidas em aberto em cartões diferentes. Em situações de desequilíbrio financeiro, é comum usar um limite para pagar outro, o que pode dar uma falsa sensação de controle.

2. Faça um raio-x da sua situação financeira

Após entender a dimensão da dívida, avalie quanto é possível separar por mês para pagamento. Use uma planilha, aplicativo ou outro método que ajude a visualizar o orçamento.

Revisar faturas antigas também ajuda a identificar onde começou o desequilíbrio. Entender a origem da dívida é um passo importante para evitar que ela se repita.

3. Negocie com o banco

Com as informações em mãos, entre em contato com a central do cartão e avalie as opções de negociação disponíveis, como parcelamento ou redução de encargos.

Se a parcela proposta não couber no orçamento, vale renegociar. Aceitar condições inviáveis aumenta o risco de novos atrasos no futuro.

Leia também | Como sair das dívidas rapidamente: veja o passo a passo

4. Avalie a proposta com cautela

Resolver uma dívida cara exige agilidade, mas também planejamento. Uma proposta que não se encaixa no orçamento pode levar a novos desequilíbrios.

Se necessário, é possível voltar a negociar até encontrar uma alternativa mais compatível com a realidade financeira.

5. Ajuste os gastos

Quando a fatura não fecha, geralmente é um sinal de que os gastos superam a renda. Revisar despesas e reduzir excessos ajuda a criar espaço no orçamento.

Definir limites para categorias como lazer e supermercado contribui para manter o controle financeiro, sem eliminar momentos de descanso.

Veja | 10 gastos invisíveis que corroem o seu orçamento e como fugir deles

6. Evite novas compras parceladas

Durante a renegociação, novas compras parceladas tendem a dificultar a saída da dívida. Mesmo valores pequenos podem se acumular.

Antes de comprar, vale avaliar se a despesa é realmente necessária naquele momento ou se pode ser adiada.

7. Troque a dívida cara por uma mais barata

Se a negociação com o cartão não oferecer boas condições, pode fazer sentido avaliar alternativas com juros menores, como empréstimos pessoais, consignados ou crédito com garantia.

Comparar taxas, prazos e CET ajuda a substituir uma dívida cara por uma opção mais previsível e adequada ao orçamento.

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Crédito de R$ 50 mil a R$ 3 milhões
Juros a partir de 1,09% ao mês + IPCA

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Crédito de R$ 500 a R$ 70 mil
Juros a partir de 1,29% ao mês

Saiba mais | Como funciona empréstimo com garantia? Veja mitos e verdades!

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Dívida no cartão pode gerar negativação ou processo?

Após cinco anos, a dívida deixa de aparecer nos cadastros de inadimplência (como SPC e Serasa), mas continua existindo junto ao banco e pode seguir sendo cobrada por outros meios.

A cobrança judicial é possível, especialmente em valores mais altos, embora não seja a prática mais comum.

Como evitar cair novamente na dívida do cartão?

Evitar o retorno ao endividamento passa por diferenciar crédito de renda e usar o limite estrategicamente. O cartão não deve funcionar como extensão do salário.

Manter um limite compatível com a renda, reduzir parcelamentos e acompanhar a fatura ao longo do mês ajuda a evitar acúmulo de despesas. Sem ajustes no orçamento, qualquer renegociação tende a ser apenas temporária.

Tire suas dúvidas

Veja abaixo as respostas para as principais dúvidas sobre dívida no cartão de crédito.

Entenda por que as taxas são elevadas, quais os riscos da inadimplência e como lidar com o endividamento no cartão.

Os juros do cartão de crédito são altos por quê?
Isso acontece porque o banco não exige bens como garantia para liberar o limite e, por isso, assume um maior risco de inadimplência. Para compensar esse risco, as taxas aplicadas no rotativo e no parcelamento de fatura são as mais elevadas do mercado.
Posso perder meus outros cartões se não pagar um deles?
Não ocorre um cancelamento automático em outras instituições. No entanto, a inadimplência gera uma restrição no seu CPF, o que pode levar outros bancos a reduzirem seus limites ou bloquearem novas transações durante as análises periódicas de risco.
Quanto tempo leva para uma dívida de cartão caducar?
O registro da dívida em órgãos de proteção ao crédito (como Serasa e SPC) deve ser removido após cinco anos. Contudo, a dívida continua existindo internamente na instituição financeira, o que pode impedir você de conseguir novos produtos naquele banco por tempo indeterminado.
Posso ser processado por causa de uma dívida de cartão?
Sim, é possível. Embora a maioria das cobranças seja feita de forma administrativa, o banco tem o direito de entrar com uma ação judicial de cobrança ou execução, especialmente quando os valores envolvidos são elevados.
Como posso reduzir os juros do meu cartão?
A principal estratégia é tentar uma renegociação direta com a administradora. Caso as taxas continuem inviáveis, uma alternativa inteligente é contratar uma linha de crédito com menor custo (como empréstimo com garantia ou consignado) para quitar o cartão e trocar uma dívida cara por uma mais barata.

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