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Saiba onde estão os destinos mais baratos para viajar no Brasil e no exterior em 2026, com critérios de seleção claros, tabela comparativa de orçamento e método de cálculo aplicável a qualquer viagem.
por Flávia Marques
Postado em 23 de abril, 2026
Segundo a pesquisa “O Corre do Brasileiro”, realizada pela Creditas em parceria com a Opinion Box, em março de 2026, 43% dos brasileiros consideram viajar um dos seus objetivos para o ano. A escolha do destino e o método de planejamento fazem toda a diferença entre uma viagem que cabe no orçamento e uma que cria uma nova dívida.
Este artigo reúne os destinos mais baratos para viajar no Brasil e no exterior em 2026, com critérios de seleção claros, referências de custo verificadas e um método de cálculo que o leitor pode aplicar a qualquer destino.
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Neste guia, você vai encontrar:
Um destino barato é aquele em que o custo total da viagem cabe no orçamento do viajante, considerando câmbio, período e duração. Não existe destino barato em termos absolutos, existe destino barato para o seu momento financeiro e para a época do ano em que você viaja.
O erro mais comum no planejamento de viagem é calcular apenas a passagem. O custo real de uma viagem tem cinco componentes, e ignorar qualquer um deles distorce a comparação entre destinos:
Passagem aérea (ida e volta): representa, em média, entre 30% e 50% do custo total de uma viagem doméstica e entre 40% e 60% de uma viagem internacional, conforme estimativas de mercado com base em buscadores de passagens.
Hospedagem: é o segundo maior componente e o que mais varia entre destinos.
Alimentação: em destinos com gastronomia de rua acessível, como Salvador e Marraquexe, esse custo pode ser até 40% menor do que em restaurantes convencionais.
Transporte local: ônibus, metrô ou aplicativos. O transporte público pode reduzir o custo diário em até 60% em comparação ao uso exclusivo de aplicativos, sendo uma das variáveis mais subestimadas no planejamento.
Seguro viagem: frequentemente esquecido, é obrigatório em alguns países e recomendado em todos os destinos internacionais.
Quem decide com base apenas na passagem pode estar comparando destinos de forma incompleta.
O período da viagem afeta o custo mais do que qualquer outra variável. O mesmo destino pode custar até 40% a menos fora da alta temporada brasileira, conforme variações registradas em buscadores de passagens e plataformas de hospedagem.
Julho, dezembro e janeiro são alta temporada no Brasil, encarecendo passagens e hospedagens domésticas. Para destinos internacionais na América do Sul e no Leste Europeu, julho pode ser de baixa temporada, mudando a lógica de custo: o mesmo mês em que viajar para Florianópolis custa mais caro pode ser mais acessível para ir a Buenos Aires ou Sofia.
Abaixo, confira as variações de custos dos estados brasileiros e outros países:
| Destino | Mês mais barato | Mês mais caro | Variação estimada de custo |
|---|---|---|---|
| João Pessoa (PB) | Março a junho | Dezembro a fevereiro | Até 35% |
| Chapada Diamantina (BA) | Maio a setembro | Julho (alta nacional) | Até 30% |
| Buenos Aires (Argentina) | Novembro a março | Julho | Até 25% |
| Sofia (Bulgária) | Março a maio / setembro a outubro | Julho a agosto | Até 30% |
Variações estimadas com base em dados históricos de Google Flights e Booking. Consulte os buscadores antes de comprar.
A janela ideal para passagens domésticas é entre 4 e 8 semanas antes da viagem. Para destinos internacionais, entre 2 e 6 meses. O mito de “quanto mais cedo, melhor” não vale para todos os casos: em rotas com alta oferta, comprar com antecedência excessiva pode resultar em tarifas maiores do que as encontradas na janela de 60 a 90 dias.
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Os destinos nacionais abaixo foram selecionados com base em três critérios:
A cidade tem um dos custos de vida mais baixos do Brasil. A hospedagem em hotel três estrelas fica entre R$ 150 e R$ 200 por noite, e refeições em restaurantes populares custam entre R$ 25 e R$ 40. As praias mais conhecidas, como Cabo Branco e Tambaú, são de acesso gratuito. Melhor período: março a junho.
Combina trilhas e cachoeiras com hospedagem a partir de R$ 120 por noite na baixa temporada. A gastronomia local é simples e acessível, e boa parte das atrações não tem ingresso. Melhor período: maio a setembro.
Apresenta queda de preços entre abril e junho. Hospedagens simples ficam entre R$ 100 e R$ 160 por noite, com opções ainda mais econômicas.
Salvador (BA) oferece alimentação acessível, especialmente em regiões como Pelourinho e Mercado do Bonfim, com refeições entre R$ 15 e R$ 30. A hospedagem varia entre R$ 160 e R$ 250 por noite. Evitar o Carnaval ajuda a reduzir custos.
Exige atenção ao período. Fora de julho e feriados, a hospedagem pode cair para R$ 150 a R$ 200 por noite. O custo de alimentação pode ser controlado com opções fora das áreas mais turísticas.
Os destinos internacionais abaixo consideram dois fatores principais: custo médio diário acessível e câmbio relativamente favorável ao real no momento de referência (abril de 2026). Como o câmbio é uma variável dinâmica, é importante verificar a cotação próxima à data da viagem, especialmente em países com inflação elevada.
Além disso, o custo total depende da combinação entre passagem, duração da viagem e padrão de consumo no destino.
A América do Sul costuma ser a porta de entrada para viagens internacionais mais baratas, principalmente por três fatores: passagens mais curtas, ausência de exigência de visto e custo local acessível em vários países.
Hospedagem entre R$ 120 e R$ 200 por noite, refeições entre R$ 20 e R$ 40 e passagens a partir de R$ 1.600 na baixa temporada.
Hospedagem entre R$ 150 e R$ 250 e refeições acessíveis. Medellín se destaca pelo transporte público eficiente.
Pode ter custo competitivo, mas exige atenção à inflação local e variações cambiais. Hospedagem entre R$ 180 e R$ 320.
Entre os menores custos da região: hospedagem entre R$ 80 e R$ 150 e alimentação acessível. A altitude exige planejamento.
A Europa não é, em geral, um destino barato. Mas o Leste Europeu concentra países com custo de vida significativamente menor que o da Europa Ocidental, mantendo boa infraestrutura.
Entre os menores custos da Europa. Hospedagem entre R$ 180 e R$ 300 e transporte público eficiente.
Destino ainda pouco explorado por brasileiros, com custos inferiores aos destinos tradicionais do Mediterrâneo.
Hospedagem entre R$ 200 e R$ 350 e boa infraestrutura urbana.
Hospedagens a partir de R$ 130 por noite e bom custo-benefício.
Destinos com alto retorno cultural por real gasto, mas que exigem atenção ao planejamento e segurança.
Hospedagem entre R$ 150 e R$ 250 e alimentação acessível. Seguro viagem é recomendado.
Hospedagem a partir de R$ 120 por noite e alimentação de rua acessível.
Região com um dos menores custos diários do mundo, mas com passagem mais cara que exige planejamento mais estruturado.
Hospedagem entre R$ 60 e R$ 150 e alimentação muito acessível. Passagem mais alta exige planejamento.
Hospedagem entre R$ 60 e R$ 120. O ingresso turístico eleva parte do custo.
Bangkok costuma ser mais acessível, enquanto ilhas como Phuket podem ter preços elevados na alta temporada.
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Este método se aplica a qualquer destino e ajuda a evitar decisões baseadas apenas na passagem.
Passo 1: defina o teto total de gasto
Antes de pesquisar destinos, defina quanto pode gastar sem comprometer a reserva de emergência ou o orçamento mensal.
Passo 2: calcule os cinco componentes separadamente
Passagem, hospedagem, alimentação, transporte local e seguro viagem. A soma desses itens representa o custo real.
Passo 3: compare pelo menos dois destinos com o mesmo método
A comparação evita distorções causadas por promoções isoladas.
Passo 4: avalie o impacto no orçamento mensal
Divida o custo total pelos meses até a viagem. Se ultrapassar cerca de 15% da renda líquida mensal, pode ser necessário ajustar o plano.
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Levando em consideração que a viagem seria de sete dias, reunimos valores aproximados para exemplificar quanto pode custar ir a um estado brasileiros versus um país da América Latina.
| Componente | João Pessoa (7 dias) | Buenos Aires (7 dias) |
|---|---|---|
| Passagem aérea | R$ 550 | R$ 1.600 |
| Hospedagem | R$ 1.225 | R$ 1.750 |
| Alimentação | R$ 630 | R$ 560 |
| Transporte local | R$ 200 | R$ 280 |
| Seguro viagem | R$ 80 (opcional) | R$ 120 |
| Total estimado | R$ 2.685 | R$ 4.310 |
| Reserva mensal (6 meses) | R$ 448/mês | R$ 718/mês |
Câmbio utilizado para Buenos Aires: referência de abril de 2026. Verifique a cotação atual antes de planejar.
Ainda conforme a pesquisa “O Corre do Brasileiro”, o planejamento financeiro é um dos fatores que mais influenciam a realização da viagem.
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