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O que é cheque especial? Saiba como funciona e como calcular os juros

Existem estratégias práticas para reduzir juros e reorganizar as finanças sem recorrer a medidas mais caras. Saiba como.

por Flávia Marques

Atualizado em 12 de janeiro, 2026

O que é cheque especial? Saiba como funciona e como calcular os juros

Cerca de 31% da população recorreu ao cheque especial em 2025, segundo pesquisa realizada pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo SPC Brasil.

O problema desse tipo de crédito é que, com juros muito elevados, ele pode rapidamente deixar de ser um apoio pontual e virar uma armadilha financeira.

Quando o limite passa a ser usado com frequência, a dívida cresce em ritmo acelerado e compromete o orçamento mês após mês. Neste guia, você vai entender por que o cheque especial é tão caro, como sair dessa dívida sem piorar a situação e quando faz sentido trocar por uma alternativa mais barata, além de aprender como evitar recaídas.

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Neste conteúdo, você verá:

O que é cheque especial?

O cheque especial é uma linha de crédito pré-aprovada que o banco disponibiliza desde a abertura da sua conta-corrente, mesmo sem você ter solicitado. 

Ele é tipo de empréstimo, embora o acesso não dependa de análises de crédito complexas. Normalmente, é utilizado como uma solução rápida para momentos de aperto ou de confusão com as finanças pessoais.

Vale lembrar que o cheque especial também é conhecido por outros nomes: limite pré-aprovado, LIS e cheque azul são alguns deles. 

Como funciona o cheque especial?

Ao ultrapassar o saldo disponível, o banco cobre a diferença usando o limite do cheque especial. O cliente não precisa solicitar o crédito nem passar por nova análise, causando a falsa sensação de facilidade.

Esse uso automático, somado à falta de visibilidade do custo real, faz com que muitas pessoas recorram ao cheque especial sem perceber o impacto no orçamento.

Por que os juros são tão altos?

Os juros do cheque especial estão entre os mais elevados do mercado porque essa modalidade não oferece garantias ao banco. Além disso, o risco de inadimplência é maior, já que o crédito é liberado sem avaliação detalhada a cada uso.

Outro fator importante é a incidência de juros compostos, ou seja, juros sobre juros. Quando a dívida se prolonga, o valor cresce aceleradamente.

Limite do cheque especial não é renda

Apesar de aparecer como “dinheiro disponível” na conta, o limite do cheque especial não faz parte da renda mensal. Ele é crédito e crédito caro. 

Confundir limite com receita é um dos principais motivos que levam ao uso recorrente e ao endividamento.

Como calcular os juros do cheque especial?

Embora existam instituições financeiras que oferecem alguns dias para a utilização do cheque especial sem a cobrança de juros, após o período as taxas podem chegar a mais de 213% ao ano.

Para fins comparativos, o empréstimo com garantia de imóvel da Creditas pode ficar em cerca de 11% ao ano, menos que 1% ao mês.

Veja o valor médio das principais taxas de juros, segundo dados divulgados pelo Banco Central em janeiro de 2026:

Taxas de juros por modalidade de crédito (Janeiro/2026)
Modalidade de crédito Taxa de juros ao mês
Empréstimo com garantia de imóvel (Creditas) a partir de 1,09% + IPCA
Empréstimo com garantia de veículo (Creditas) a partir de 1,49%
Consignado privado (Creditas) a partir de 1,49%
Empréstimo pessoal 7,18%
Cheque especial 8%
Consignado privado 3,43%
Consignado público 2,2%
Consignado INSS 1,8%
Rotativo do cartão de crédito 14,58%

Fonte: Banco Central. As taxas fornecidas diretamente pela Creditas são válidas em janeiro de 2026.

É importante ressaltar que o modo como funciona o cheque especial nos bancos que não cobram juros nos primeiros dias de uso também sai mais caro. Isso porque assim que o limite pré-aprovado começa a ser usado, a instituição cobra o IOF (Imposto sobre Operação Financeira), uma taxa exigida pelo governo pela utilização do crédito. 

Para saber mais sobre o tema, consulte nosso guia sobre como calcular a taxa de juros do cheque especial.

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Vale a pena pegar um empréstimo para sair do cheque especial?

A resposta depende da situação financeira de cada pessoa. Pode fazer sentido quando:

  • A dívida do cheque especial já saiu do controle;
  • O novo crédito tem juros significativamente menores;
  • As parcelas cabem no orçamento sem comprometer despesas essenciais.

Leia também: Como fugir dos juros do cheque especial com empréstimo com garantia

Cuidados antes de contratar

Antes de decidir, é fundamental analisar três fatores essenciais, sendo:

  • Custo Efetivo Total (CET), que pode elevar o valor da dívida com juros e taxas.
  • Prazo do contrato, que afeta também o valor final do empréstimo.
  • Impacto da parcela no orçamento mensal, já que pode sobrecarregar a renda familiar e virar uma bola de neve.

Trocar uma dívida sem entender esses pontos pode apenas adiar o problema.

Como sair do cheque especial?

Sair do cheque especial começa pelo controle do orçamento e termina na interrupção do uso recorrente do limite. Existem algumas maneiras de sair do cheque especial.

O primeiro passo é mapear ganhos, despesas fixas e variáveis, acompanhar o saldo com frequência e, com controle diário, reduzir ou até cancelar o limite da conta.

A seguir, confira as sugestões de como “se livrar” do cheque especial.

 Elabore um planejamento financeiro

Avalie minuciosamente  seus gastos e classifique o que é necessário e o que pode ser cortado ou reduzido no orçamento. 

Assim, é possível ter uma vida financeira mais equilibrada, sem depender de linhas de crédito ruins, como o limite pré-aprovado. 

Tente fazer uma negociação

Uma forma de tentar quitá-la e pagar menos juros é recorrer à negociação do débito. Entre em contato com a instituição financeira e converse sobre a possibilidade de conseguir juros menores.  

Parcele o seu débito

Parcelar os débitos é uma saída interessante, especialmente para quitar dívida de maior valor. Mas, para a solução ser realmente viável, saiba exatamente como está seu orçamento.

Troque a dívida do cheque especial por outra mais barata 

Tendo em vista que os juros do cheque especial são os mais caros do mercado, trocar essa dívida por outra modalidade de crédito pode torná-la mais barata. 

Considere o crédito com garantia, para conseguir condições ainda melhores. O empréstimo com garantia de imóvel e o empréstimo com garantia de veículo têm as menores taxas de juros do mercado.

Outra opção é o crédito consignado privado. Com ele, as parcelas do empréstimo são descontadas diretamente da folha de pagamento, reduzindo riscos de inadimplência.

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Crédito de R$ 50 mil a R$ 3 milhões
Juros a partir de 1,09% ao mês + IPCA

Consignado Privado
Crédito de R$ 500 a R$ 70 mil
Juros a partir de 1,29% ao mês

Quais são as diferenças entre cheque especial e empréstimo?

A principal diferença entre cheque especial e empréstimo está no custo e na forma de uso. 

O cheque especial é automático, tem juros muito altos, sendo cobrado diariamente, dificultando o controle da dívida. 

Já o empréstimo é contratado conscientemente, com valor, prazo e parcelas definidos desde o início.

Na prática, o cheque especial funciona como uma solução emergencial cara, enquanto o empréstimo tende a ser mais previsível e barato.

Como evitar voltar para o cheque especial?

Sair do cheque especial é importante, mas evitar a recaída é essencial para manter a saúde financeira. Para isso, é fundamental: 

Criar uma reserva de emergência

A reserva de emergência ajuda a lidar com imprevistos sem recorrer a crédito caro. O valor pode ser construído gradualmente, de acordo com a renda disponível.

Diminuir o limite do cheque especial

Para aqueles que têm dificuldade de controlar os gastos com o cheque especial, é aconselhável reduzir ou até cancelar o limite. 

Assim, o consumidor terá menos dinheiro disponível, o que incentivará mais cautela na hora de gastar. 

Ter atenção às movimentações bancárias

Verificar o saldo disponível com frequência é fundamental, principalmente se houver programação de pagamento de contas em débito.

Dessa forma, fica mais difícil perder o controle dos gastos e precisar do cheque especial.

Observe os gastos invisíveis 

Para entender se os gastos invisíveis também estão te prejudicando, fique atento: durante alguns dias, anote tudo o que consome, por mais barato que seja. 

Ao final do período, os gastos aparecerão com mais facilidade, e você conseguirá identificar o que pode ser feito para enxugar o orçamento e sair do cheque especial. 

Reajustar o orçamento estrategicamente

Rever gastos, ajustar hábitos de consumo e manter o acompanhamento financeiro regular são medidas que reduzem a dependência do limite pré-aprovado.

Tire suas dúvidas

Algumas dúvidas sobre cheque especial são comuns. Separamos as mais recorrentes para ajudar você a entender, de uma vez por todas e objetivamente, tudo sobre ele. Confira.

Reunimos as principais respostas para você entender como funciona essa linha de crédito e evitar o endividamento.

Como faço para sacar o limite do cheque especial?
Você pode sacar o valor utilizando seu cartão de débito ou transferindo para outra instituição via transferência bancária. Lembre-se: após a retirada, sua conta fica negativa e os juros passam a ser contados diariamente até a quitação do saldo.
Qual o prazo para pagar o cheque especial?
O prazo depende das condições oferecidas pelo seu banco. Algumas instituições disponibilizam até 10 dias sem juros, mas nem todas operam assim. O ideal é analisar seu contrato ou entrar em contato diretamente com o gerente do banco.
Como funcionam as regras atuais do cheque especial?

As regras visam tornar o uso mais consciente e transparente. As principais mudanças incluem:

  • Aviso imediato: O banco deve notificar quando você entra no limite.
  • Extrato claro: O limite do cheque especial deve estar separado do saldo disponível real.
  • Oferta de migração: Se a dívida superar 15% do limite por mais de 30 dias, o banco deve oferecer uma linha de crédito com juros menores.
O que acontece se eu não pagar o cheque especial?
A dívida cresce rapidamente devido às taxas elevadas. As consequências incluem a negativação do nome em órgãos de proteção ao crédito (SPC/Serasa), impedimento de acesso a novos créditos e o risco de a dívida virar uma "bola de neve" financeira.
Parcelar o cheque especial é a melhor opção?
Nem sempre. O parcelamento só é vantajoso se houver uma redução real na taxa de juros em relação à taxa do cheque especial e se as parcelas couberem confortavelmente no seu orçamento mensal.
A dívida do cheque especial caduca em cinco anos?
Pelo Código de Defesa do Consumidor, o nome deve sair dos cadastros de inadimplentes após cinco anos. No entanto, a dívida não deixa de existir. As cobranças podem continuar e o débito permanece no histórico interno das instituições, o que pode dificultar empréstimos futuros.
Existe um limite máximo para os juros do cheque especial?
Sim, há um teto regulatório estabelecido pelo Banco Central para pessoas físicas, mas os juros continuam sendo uns dos mais elevados do mercado comparados a outras modalidades de crédito.

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