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Saia do vermelho

Inadimplência no Brasil: qual a taxa de inadimplência em 2024

Inadimplência volta a subir e atinge 67,18 milhões de brasileiros em março de 2024.

por Portal Exponencial

Atualizado em 19 de abril, 2024

Inadimplência no Brasil: qual a taxa de inadimplência em 2024

Segundo indicador, medido pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), divulgado nesta segunda-feira (15/4), a inadimplência do Brasil cresceu 0,89% em março.

“Na maior parte dos casos, a inadimplência é causada pelo desemprego ou insuficiência de renda/perda do poder de compra”, explica Flávio Borges, superintendente de finanças do SPC Brasil. O crescimento do indicador anual se concentrou nos devedores com tempo de inadimplência de 1 a 3 anos.

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Dados de inadimplência no Brasil

Mesmo com o programa de renegociação de dívidas Desenrola Brasil limpando o nome de 6 milhões de brasileiros o cenário ainda não é positivo:

  • 40,89% dos brasileiros adultos estavam negativados no mês passado (+2,67%);
  •  23,59% dos devedores estão na faixa etária de 30 a 39 anos;
  • 51,12% dos devedores são mulheres e 48,88% homens;
  • Cada negativado deve em média R$ 4.397,99. Essa dívida está, em média, atrelada a 2 empresas credoras.

Esses dados são divulgados pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil).

“Desde a pandemia, as famílias se endividaram muito, chegando a patamares altos, onde essas dívidas se tornaram difíceis de serem pagas. Essa é uma situação que demora a se ajustar. Muitas famílias continuam se reequilibrando, os consumidores estão voltando aos empregos formais, mas ainda com renda mais baixa e com muitas contas atrasadas a serem pagas”, destaca o presidente da CNDL, José César da Costa.

Ter dificuldades de lidar com o orçamento doméstico ainda é a realidade de grande parte dos brasileiros. Um levantamento da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do SPC Brasil mostra, por exemplo, que quase 80% dos consumidores vivem no limite do orçamento - e sem uma reserva financeira para emergências.

“O grande problema é que muitos brasileiros sobrevivem bem no curto prazo, mas não pensam no longo prazo”, diz Ricardo Rocha, professor de finanças do Insper. “E o não planejamento faz com que a pessoa não controle as despesas do mês, invista, estabeleça uma meta numérica”, explica.

O reflexo dessa falta de planejamento e educação financeira escancara a realidade do país: os milhares de inadimplentes. Mais que isso: muitos deles não sabem que estão devendo no mercado e, consequentemente, negativados - ou seja: com acesso limitado ao mercado de crédito.

Vilões do endividamento

Dívidas em bancos estão entre os principais motivos do endividamento entre a população. As altas taxas de juro explicam a situação. Em dezembro de 2023, o rotativo do cartão de crédito ficou em 440,8% ao ano, segundo o Banco Central.

Por que planejamento financeiro é um tabu?

Tabu para muitas pessoas, o planejamento financeiro é fundamental para alavancar desde a qualidade de vida do indivíduo até a economia na totalidade.

Isso porque, quanto mais instruída e organizada a pessoa for com relação à sua renda, maior será seu poder de consumo, acesso ao crédito e gerenciamento do dinheiro.

Para a especialista em investimentos e fundadora do canal @explicaana, Ana Laura Barata, a falta de consciência e educação financeira podem estar atrelados a dois aspectos:

  • Baixo ​ensino de finanças nas escolas​, seja educação básica ensino básico, fundamental e médio
  • Barreira criada por parte da população, por achar que o assunto é difícil.

“As pessoas dão pouca importância - para esse assunto - mas ele é muito importante. É muito banalizado”, afirma.

E os problemas financeiros não se resumem ao dinheiro. Esse aperto de cinto faz com que o endividado passe a renunciar a pequenos hábitos e produtos que lhes dão prazer. Além disso, contas básicas e itens de sobrevivência também são impactados. O pente fino nas contas pode eliminar supérfluos como iogurte, leite condensado, bebidas, até carne e outros itens considerados de primeira necessidade, como roupas e calçados.

Em meio a um ambiente em que hábitos de consumo prevalecem e são cada vez mais cultuados, bem como a alta exposição dos indivíduos nas redes sociais, ter uma mudança drástica na rotina passa a ser um “fator estressante” na vida dessas pessoas.

Segundo o professor de psicologia da Universidade Presbiteriana Mackenzie, Eduardo Fraga, as reações diante de fatores de estresse variam conforme o perfil e história de vida de cada indivíduo. “Dependendo dos casos, o fator estressante pode desencadear transtornos como depressão, maior ingestão de bebidas alcoólicas e substâncias ilícitas, até crises de ansiedade e algum agravamento no quadro clínico”, explica o especialista.

5 dicas para organizar sua vida financeira

Em parceria com Marcio Reis, do GuiaBolso, o Exponencial levantou algumas dicas práticas - e diárias - para te ajudar a sair da inadimplência. Confira, a seguir:

1. Faça o controle de gastos em uma planilha de finanças pessoais

Controlar os gastos e cultivar uma previsibilidade do que vai acontecer nos próximos meses é um passo importante para não ficar mal-endividado. A rotina da sua vida financeira pode ser anotada tanto em aplicativos, como o do próprio GuiaBolso, quanto em planilhas feitas em Excel ou Google Sheets. Para facilitar nesse processo, o time de análise de crédito da Creditas desenvolveu um modelo de planejamento financeiro. Inscreva-se para receber a planilha de controle de gastos.

2. Mapeie os gastos

Mais que registrar o gasto, a planilha contribui para que você consiga entender com o que está gastando - e onde pode enxugar/reduzir para economizar. Com isso feito, é possível mapear a sua vida financeira, pensar bem antes de realizar algum gasto supérfluo e ter um panorama do orçamento.

3. Xô, juros altos: dívidas que cabem no bolso

Essa é uma das principais medidas para não ficar mal-endividado. O primeiro passo para reorganizar as finanças é substituir dívidas caras (com altas taxas de juros ou até mesmo juros abusivos) por dívidas mais baratas (com taxas de juros menores e prazo maior para pagar).

A indicação é feita, pois, dessa forma, é possível reequilibrar as contas e garantir fluxo de caixa, sem deixar que a dívida vire uma bola de neve em decorrência das altas taxas de juros.

Um exemplo prático é o de uma pessoa que se atrapalha com as finanças e usa o cheque especial. Para não entrar nos juros da modalidade, que em dezembro encerrou o ano em, 323%, o diretor do GuiaBolso recomenda trocar a dívida cara por opções de crédito com juros mais baratos. “Se a pessoa estiver enrolada no cheque especial, o primeiro passo é renegociar a dívida. É possível ir a uma Fintech de empréstimo, como a Creditas, tomar o empréstimo, pagar o cheque especial e se organizar para pagar o novo empréstimo”, explica. “Isso evita que o endividamento saia do controle [já que houve a substituição da dívida cara por uma mais barata].”

Para te ajudar nesse momento, conheça os empréstimos com garantia da Creditas:

4. Faça um replanejamento das finanças pessoais

Após ter o controle dos gastos, mapeamento das finanças e o refinanciamento das dívidas caras, como a fatura do cartão de crédito atrasado, ou o cheque especial estourado, é importante elaborar um replanejamento das finanças. Ele é essencial para evitar novos endividamentos desnecessários, causados principalmente pela falta de atenção ou de controle.

O especialista indica que, nessa fase, é importante priorizar o que você mais gosta de fazer. A partir disso, o próximo passo é destinar uma verba para ser usada com isso e tentar cortar excessos ou gastos que não sejam prioridades. Isso ajuda a estabelecer um equilíbrio, fazendo com que você consiga manter as finanças em dia.

5. Separe uma reserva financeira de emergência

Com todos os itens anteriores elaborados, o próximo passo é destinar um montante para a reserva de emergência. Esse “fundo” é importante para que você não fique mal-endividado em momentos de aperto e/ou gastos inesperados, como doença e/ou tratamento médico, batida de carro e, até mesmo, perda de emprego.

Segundo Reis, o recomendado é ter uma reserva de emergência para seis meses. Nesse caso, vá gradualmente e separe cerca de 15% da renda líquida. Com o passar do tempo, tente ir aumentando o valor, até chegar a 30% da renda. “O que recomendamos é isso: vá gradualmente, separe uma quantia pequena. Isso ajuda a criar um hábito e o valor pode ser aumentado gradativamente”, afirma.

Se você precisa de ajuda para organizar suas finanças, temos um guia completo de como fazer um planejamento financeiro pessoal.

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