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Entender esse tipo de pagamento progressivo é essencial para decisões financeiras mais eficientes, especialmente em financiamentos de longo prazo.
por Cibele Cardoso
Atualizado em 27 de março, 2026
A amortização de empréstimos é o processo que determina como uma dívida diminui ao longo do tempo e quanto você realmente paga em juros até a quitação do crédito.
Em financiamentos longos, diferenças nesse sistema podem representar economia relevante ao longo dos anos.
Neste artigo, você vai entender como funciona a amortização de empréstimos, quais são os principais sistemas utilizados no mercado e como reduzir o valor total pago com decisões financeiras mais informadas.
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Neste guia, você vai encontrar:
A amortização de empréstimos é o processo de pagamento progressivo do valor principal de uma dívida, reduzindo o saldo devedor ao longo do tempo até sua quitação completa.
Em termos financeiros, cada parcela de um empréstimo é composta por duas partes principais: amortização do principal e juros. À medida que o saldo devedor diminui, o valor absoluto dos juros tende a cair, pois eles são calculados sobre o valor ainda em aberto.
Esse mecanismo explica por que contratos com prazos longos tendem a concentrar maior pagamento de juros no início da operação.
Vale citar que, o contratante deve estar atento aos juros pré e pós-fixados. Ambos influenciam totalmente em como e quanto será pago.
A amortização de empréstimos segue um cronograma definido no contrato, conhecido como plano de amortização. Esse plano organiza a evolução da dívida ao longo do tempo e estabelece como cada pagamento afeta o saldo devedor.
O cronograma considera quatro elementos principais:
Com base nesses fatores, é definido o valor das parcelas e a proporção entre juros e amortização em cada período.
Cada pagamento realizado altera o saldo devedor, reduzindo gradualmente o valor da dívida. Como os juros são calculados sobre o saldo atualizado, a amortização influencia o custo total do crédito de forma dinâmica.
Em contratos mais longos, a diferença entre sistemas de amortização pode representar milhares de reais em juros pagos ao longo do tempo.
Por esse motivo, compreender o plano de amortização permite avaliar propostas de crédito com maior precisão e identificar oportunidades de economia.
Considere um empréstimo com o valor principal de R$ 30.000, taxa de juros a 1,4% ao mês e com prazo de 36 meses. Sem amortização antecipada, o valor total pago será maior devido à incidência de juros compostos.
Supondo amortização adicional de R$ 5.000 no início do contrato, o saldo devedor é reduzido antecipadamente. Dessa forma, o valor total pago em juros é reduzido.
Leia também | Quais são os principais tipos de empréstimo e como escolher?
Os sistemas de amortização mais comuns no Brasil são SAC (Sistema de Amortização Constante), tabela Price (Sistema Francês de Amortização) e Sistema Americano de Amortização.
Cada sistema produz efeitos diferentes no fluxo de pagamentos e no custo total do contrato.
No SAC (Sistema de Amortização Constante), o valor da amortização é fixo em todas as parcelas. Isso significa que o valor destinado à redução da dívida é sempre o mesmo.
Como os juros são calculados sobre o saldo devedor, que diminui ao longo do tempo, o valor das parcelas tende a cair progressivamente. As características do SAC, são:
O SAC é frequentemente utilizado em contratos de longo prazo porque reduz o impacto dos juros compostos ao longo do tempo.
Saiba mais | Como escolher o melhor banco para financiamento imobiliário: taxas, prazos e dicas
No sistema Price, o valor das parcelas permanece constante do início ao fim do contrato. A composição interna da parcela muda ao longo do tempo, ou seja, a amortização aumenta gradualmente.
Nesse modelo francês de amortização, os primeiros pagamentos e a maior parte do valor correspondem a juros. As características do Price, são:
A previsibilidade da parcela facilita o planejamento financeiro, mas pode aumentar o custo total do crédito.
A partir desse método, a dívida só é amortizada na última prestação. Enquanto isso, paga apenas os juros mensais. Ou seja, se uma pessoa tem um empréstimo de R$ 1000 e quatro meses para quitar, com uma taxa de 10% ao mês, ela irá pagar R$ 100 nos primeiros três meses e R$ 1000 apenas no último.
A seguir, confira o resumo das principais diferenças entre os modelos de amortização de crédito.
| Critério | SAC (Sistema de Amortização Constante) | Price (Sistema Francês) | Sistema Americano |
|---|---|---|---|
| Valor da parcela | Começa maior e diminui ao longo do tempo | Permanece igual do início ao fim | Parcelas de juros iguais; principal pago no final |
| Amortização | Valor fixo em todas as parcelas | Valor crescente ao longo do tempo | O principal é pago integralmente no vencimento |
| Pagamento de juros | Diminui ao longo do tempo | Maior no início e reduz gradualmente | Pago periodicamente sem redução do saldo devedor |
| Saldo devedor | Reduz de forma constante | Reduz lentamente no início | Permanece igual até o pagamento final |
| Custo total de juros | Menor entre os três sistemas | Intermediário | Maior, pois o principal não diminui ao longo do tempo |
| Previsibilidade da parcela | Média | Alta | Alta para juros periódicos |
| Impacto no fluxo de caixa | Exige maior capacidade de pagamento no início | Facilita planejamento por manter parcela fixa | Exige planejamento para pagamento elevado no final |
| Uso mais comum | Financiamento imobiliário | Crédito pessoal, financiamento de veículos | Operações estruturadas e crédito corporativo |
| Indicado para | Quem deseja pagar menos juros no longo prazo | Quem busca previsibilidade nas parcelas | Quem possui estratégia financeira para quitar o principal no vencimento |
Amortizar um empréstimo pode reduzir o custo total da dívida, mas também envolve abrir mão de liquidez e possíveis ganhos em outras aplicações. A decisão deve considerar não apenas a taxa de juros, mas o impacto no planejamento financeiro como um todo.
Amortizar tende a ser vantajoso quando o objetivo é reduzir juros e acelerar a quitação da dívida.
Apesar dos benefícios, a amortização pode não ser a melhor escolha em todos os cenários.
Confira | Como funciona empréstimo com garantia? Veja mitos e verdades!
A composição das parcelas não permanece constante ao longo do contrato. Embora o valor da parcela possa ser fixo em alguns sistemas, a proporção entre juros e amortização muda a cada pagamento.
Nos primeiros períodos, a maior parte da parcela tende a ser destinada ao pagamento de juros. Isso ocorre porque o saldo devedor ainda é elevado, aumentando o valor absoluto dos encargos financeiros.
À medida que a dívida é reduzida, os juros passam a incidir sobre um saldo menor. Como consequência, a parcela destinada à amortização aumenta progressivamente.
Esse comportamento é mais evidente no sistema Price, em que as parcelas são fixas, mas a distribuição interna entre juros e amortização muda ao longo do tempo. No sistema SAC, a amortização é constante desde o início, o que acelera a redução do saldo devedor e diminui o peso dos juros nas parcelas futuras.
Essa dinâmica explica por que a fase inicial do contrato concentra maior pagamento de encargos financeiros.
Ao realizar uma amortização antecipada, geralmente é possível escolher entre reduzir o valor das parcelas ou reduzir o prazo do contrato.
Na redução de parcela, o valor mensal pago diminui, o que melhora o fluxo de caixa e pode facilitar a organização do orçamento. No entanto, o prazo permanece o mesmo, mantendo a incidência de juros por mais tempo.
Na redução de prazo, o valor da parcela permanece semelhante, mas o contrato termina antes do previsto. Como os juros deixam de ser cobrados nos períodos eliminados, o custo total do crédito tende a ser menor.
Do ponto de vista financeiro, a redução de prazo costuma gerar maior economia total, pois diminui o período de incidência dos juros compostos.
A escolha depende da prioridade do consumidor entre reduzir o custo total ou melhorar o fluxo mensal.
A escolha depende da taxa disponível, do prazo restante da dívida e da necessidade de reorganizar o orçamento. Amortizar costuma ser a melhor opção quando a taxa atual já é competitiva e o objetivo é reduzir juros e quitar a dívida mais rápido.
Refinanciar pode ser vantajoso quando é possível substituir o contrato por outro com taxa menor, prazo mais adequado ou parcela que caiba melhor no orçamento.
No refinanciamento de veículo ou imóvel, por exemplo, você deixa o bem em garantia. Ou seja, este passa para o nome da empresa enquanto a dívida não é quitada, mas o dono tem a posse direta. Isso quer dizer que pode usufruir do bem como quiser.
Muitas fintechs, startups especializadas em finanças, oferecem esse recurso. O objetivo é fazer o processo pela internet e torná-lo mais flexível. Na Creditas você consegue solicitar um empréstimo com garantia, também chamado de refinanciamento, com condições de pagamento diferenciadas.
Confira o conteúdo | O que é refinanciamento de empréstimo e como funciona?
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Pode diminuir, mas depende da sua escolha no momento da operação. Você tem dois caminhos principais:Reduzir o valor da prestação: Mantém o tempo de contrato, mas o boleto mensal fica mais barato.
Reduzir o prazo: Mantém o valor do boleto atual, mas elimina meses (ou anos) do final do contrato. Esta opção costuma economizar muito mais juros no total.
A regra de ouro é comparar as taxas:Se o Custo Efetivo Total (CET) do seu empréstimo for maior que o rendimento líquido (após impostos) do seu investimento, amortize.
Se você consegue um investimento seguro que rende mais que os juros da dívida, invista.
> Na prática, no Brasil, os juros de empréstimos costumam ser bem mais altos que o rendimento de aplicações seguras, tornando a amortização a escolha vencedora na maioria das vezes.
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