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Setembro Amarelo: entenda o significado e sua importância

Campanha surgiu em 2015 e conscientiza sobre prevenção do suicídio e a importância da saúde mental. Saiba mais!

por Leonardo Cruz

Atualizado em 24 de agosto, 2022

Quer saber tudo sobre o Setembro Amarelo? Então veio ao lugar certo. Nesta matéria, você vai entender a importância e quais são os principais objetivos desta campanha. Acompanhe!

De acordo com dados levantados pela Organização Mundial de Saúde (OMS), mais de 800 mil pessoas tiram a própria vida todos anos no mundo, sendo que 75% são provenientes de países de baixa e média renda. O Brasil, por exemplo, apresenta ao menos 32 casos diariamente. Além disso, o suicídio é a segunda principal causa de morte entre jovens com idades entre 15 e 29 anos.  Todos esses números trazem a percepção de que o suicídio é um problema grave de saúde pública, que poderia ser evitado ou reduzido consideravelmente por meio de políticas eficazes de prevenção.

Felizmente, especialmente por conta do Setembro Amarelo, cada vez mais esse tema tem sido debatido e esclarecido para a população de forma menos estigmatizante e mais educativa, mobilizando a sociedade para conscientização sobre o tema, falando sobre como identificar sinais da ideação suicida e como ajudar ou buscar ajuda. Vamos falar mais sobre ele nos próximos tópicos. Acompanhe!

Para facilitar a leitura, veja quais são os tópicos desta matéria:

O que é a campanha do Setembro Amarelo?

Setembro Amarelo é uma campanha dedicada à prevenção do suicídio e à conscientização da importância da saúde mental. No Brasil, existe desde 2015 e foi desenvolvida pelo Centro de Valorização da Vida (CVV), Conselho Federal de Medicina (CFM) e a Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP). As primeiras ações relativas à campanha ocorreram em Brasília e, no ano seguinte, outras cidades de todo o país passaram a aderir o movimento e promover eventos, palestras e discussões sobre o tema.

A Associação Internacional para a Prevenção do Suicídio (IASP) estimula a divulgação da causa em todo o mundo no dia 10 de setembro, data na qual comemora-se o Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio, criada em 2003 pela IASP e OMS com a finalidade de prevenir o suicídio através ações fomentadas pelo governos de todo o mundo. Ao longo dos últimos anos, escolas, universidades, entidades do setor público e privado e a sociedade de forma geral se envolveram neste movimento. Como símbolo de apoio, monumentos como o Cristo Redentor (RJ), o Congresso Nacional e o Palácio do Itamaraty (DF), o Estádio Beira Rio (RS) e o Elevador Lacerda (BA), participam da campanha trazendo iluminação amarela durante o mês de setembro.

Quais são os objetivos do Setembro Amarelo

A campanha parte da premissa de que a melhor forma de se evitar o suicídio é por meio da conscientização, diálogo e a desconstrução do tabu relacionado a esse assunto – não apenas do ato em si, mas também dos pensamentos suicidas e os transtornos relacionados a esse desfecho. Dessa forma, é possível tratar o suicídio e tudo que se relaciona à saúde mental como um problema de saúde pública, e não apenas uma fraqueza de conduta ou de personalidade do indivíduo.

Qual é a origem do Setembro Amarelo

O movimento de conscientização sobre esse tema teve início com a história de Mike Emme, um jovem nascido nos Estados Unidos que tirou a própria vida em 1994. Apaixonado por mecânica de carros, possuía um Mustang 68 restaurado por ele mesmo, o qual recebeu a cor amarela na nova pintura. Infelizmente, nem os amigos e nem a família de Mike perceberam que ele passava por um sofrimento psíquico intenso, que culminou em sua morte por suicídio com apenas 17 anos. Em seu funeral, seus amigos montaram uma cesta com cartões e fitas amarelas com a mensagem: “Se precisar, peça ajuda”.

A ação acabou ganhando grandes proporções no país e no mundo, deixando clara a necessidade de se superar a resistência ao falar sobre o assunto – e a fita amarela passou a ser o símbolo do programa que incentiva todos aqueles que estão passando pelo mesmo sofrimento a buscar ajuda imediatamente.

Como identificar o comportamento suicida?

É fundamental desenvolver a capacidade de perceber os sinais de alerta, nem sempre tão claros, que pessoas que estão passando por ideação suicida podem emitir. De forma geral, é preciso prestar atenção em mudanças de padrão de comportamento, mesmo os mais sutis, que possam indicar o desenvolvimento de algum tipo de transtorno mental, especialmente a depressão, que normalmente é a causa principal do problema.
A seguir, vamos listar alguns sintomas que podem indicar perigo. Acompanhe!

Pensamentos repetitivos

Remoer pensamentos, frustrações, culpas e dores experienciadas durante a vida, somado a um sentimento de desesperança e falta de propósito.

Alterações de humor

Mudanças no padrão de humor, como emoções em excesso, ou mesmo apresentar um tipo de humor “ácido” ou mórbido, especialmente caso esse comportamento não seja padrão do indivíduo.

Avisos

Frases relacionadas à morte ou a ausência da pessoa, como “você vai sentir a minha falta”, ou “eu sou um fardo”, ou ainda quando a pessoa explicitamente verbaliza que deseja morrer.

Organização e desapego

Fique atento se a pessoa, especialmente quando isso aparece junto a outros sinais, começa a resolver todas as suas pendências, visitar pessoas ou doar seus pertences.

Irresponsabilidade

Ainda que o suicídio, na maior parte das vezes, seja um ato planejado, isso nem sempre é a regra. Comportamentos perigosos e uso excessivo de álcool e drogas, sexo sem proteção ou direção imprudente podem ser fortes indícios de um comportamento suicida.

Mudança de rotina e comportamento

Se a pessoa deixa de fazer coisas que sempre gostou e lhe davam prazer, ou apresenta comportamento muito diferente do usual, isso pode ser um importante sinal de alerta.

Melhora súbita

Após apresentar todos ou alguns dos sinais anteriores a pessoa subitamente melhorar, tendo realizado tratamento ou não, pode ser um forte indicativo de que já tomou a decisão de encerrar a própria vida e de cessar o sofrimento. Esse sinal é extremamente importante, já que possivelmente já está em vias de cometer o suicídio.

Como o RH pode apoiar o Setembro Amarelo e os colaboradores

A gestão de pessoas não pode somente considerar o aspecto profissional do indivíduo. É preciso que o olhar esteja sempre atento à sua totalidade, em todos os aspectos da vida. Isso significa que ignorar problemas pessoais do colaborador pode culminar em um desfecho trágico, que afeta familiares, amigos, colegas de trabalho e a própria organização.
Nesse sentido, a empresa tem um papel fundamental e que efetivamente pode salvar vidas. A seguir, veja algumas ações que podem ser desenvolvidas pela área de recursos humanos para conscientização e prevenção do suicídio.

Promova uma cultura organizacional humanizada na prática

O trabalho deve ser um ambiente empático e acolhedor, afinal, de forma remota ou presencial, é onde as pessoas convivem boa parte do dia e da vida. Nesse sentido, é fundamental promover uma cultura de respeito, diversidade, equilíbrio e valorização – e isso inclui de forma definitiva o cuidado com a saúde mental e todo contexto de vida do colaborador.

Capacite os gestores

Os líderes de cada área estão mais próximos dos colaboradores no dia a dia. Por essa razão, devem ter habilidades relacionais que vão muito além da gestão de tarefas e acompanhamento de resultados – é fundamental que estejam aptos para entender as particularidades do colaborador e alinhados com a cultura de gestão humanizada estabelecida pela companhia.

Incentive discussões e treinamentos sobre saúde mental

Para que uma estratégia de prevenção de suicídio e cuidado com a saúde mental efetivamente tenha resultado, é preciso antes promover ações educativas para que todos possam ser capazes de identificar sinais de alerta, em si próprios ou pessoas próximas. A empresa, portanto, deve assumir o protagonismo e oferecer treinamentos, materiais de apoio e incentivar discussões sobre o assunto, tanto para a equipe de RH – que é fundamentalmente o ponto de segurança para o colaborador que precisa de ajuda – quanto para os demais funcionários.
Nesse aspecto, existem plataformas como a Wellz, desenvolvida pelo Gympass, que oferecem todo o suporte necessário para o monitoramento da saúde mental dos colaboradores e diversos conteúdos para orientar o RH em estratégias de prevenção e acolhimento de funcionários em sofrimento psíquico. Para saber mais, confira o e-book Setembro Amarelo: precisamos falar sobre prevenção e o webinar Setembro Amarelo nas Empresas: prevenção e promoção de Segurança Psicológica.

Precisa de ajuda?

Se você estiver passando por um momento de crise psicológica, conte com a ajuda do Centro de Valorização da Vida (CVV), que realiza atendimento de apoio emocional e prevenção de suicídio pelo telefone 188, por chat 24 horas e e-mail. Em caso de emergência, procure atendimento em um hospital mais próximo.

Este conteúdo ajudou você a entender melhor o Setembro Amarelo e sua importância? Continue acompanhando o RH Estratégico para ter acesso a outros conteúdos importantes do universo do RH.

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