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Educação financeira

Inteligência financeira nas empresas: qual o papel do RH?

Saiba por que investir na educação financeira dos colaboradores e entenda como a área de recursos humanos pode incentivar

por Leonardo Cruz

Atualizado em 10 de junho, 2022

Equilibrar as contas é um desafio para boa parte das pessoas, o que torna o incentivo à inteligência financeira nas empresas uma prática capaz de melhorar a performance do time. 

Esse é um aspecto relevante para a produtividade, bem-estar e saúde mental do quadro de profissionais de uma companhia. 

Por isso, produzimos este conteúdo sobre o que o time de Recursos Humanos tem a ver com os desafios financeiros dos profissionais, e por que esse é um ponto que deve ser considerado nos planejamentos estratégicos. 

Leia e saiba mais!

Para facilitar sua jornada nesse assunto, confira os principais tópicos desta matéria:

  • O que é inteligência financeira?
  • Qual a diferença entre inteligência e educação financeira?
  • Benefícios da inteligência financeira para colaboradores
  • Por que as empresas devem investir em inteligência financeira?
  • RH e a educação financeira dos colaboradores
  •  Inteligência financeira nas empresas: como desenvolver?
  • A atuação do RH depende de uma visão holística sobre as equipes

O que é inteligência financeira?

Ter inteligência financeira significa saber controlar receitas, gastos e investimentos, com tomadas de decisão apropriadas sobre o dinheiro. 

Ou seja: estamos nos referindo a uma habilidade capaz de proporcionar uma relação saudável entre qualquer pessoa e suas finanças

Para chegar a esse ponto, é preciso desenvolver o conhecimento acerca de tópicos relacionados à temática financeira, como:

  • controle e administração do dinheiro com disciplina;
  • funcionamento do mercado financeiro;
  • definição de objetivos pessoais;
  • tipos e perfis de investidores;
  • construção e execução de um bom planejamento.

O domínio desses itens é o limiar que pode mudar a realidade de alguém, independente do valor do salário, a partir da capacidade de lidar com escolhas de forma consciente rumo à uma vida com mais qualidade

Qual a diferença entre inteligência e educação financeira?

Ser inteligente financeiramente é conseguir aplicar na prática o embasamento fornecido pela educação financeira. A finalidade disso é chegar ao estágio em que é possível: 

  • fazer investimentos para atingir objetivos;
  • ter domínio sobre a priorização dos gastos;
  • evitar excedentes. 

Partindo de uma explicação resumida, podemos afirmar que a inteligência financeira está mais ligada ao comportamento e às ações de uma pessoa. Tudo o que ela aprende sobre isso, por sua vez, faz parte da educação financeira. 

Portanto, de nada adianta receber informações por via de estudos se não houver esforços para aplicar as orientações com autonomia financeira.

Benefícios da inteligência financeira para colaboradores

Quando as pessoas exercitam a inteligência financeira, os efeitos positivos são diversos. Elas conseguem sair de endividamentos — ou mesmo evitá-los —, planejar-se a longo prazo e evitar prejuízos que poderiam colocar em risco sua estabilidade monetária.  

Aliás, orientar financeiramente sua equipe pode influenciar não só a vida pessoal, como também a rotina e os resultados dos departamentos da empresa. Profissionais se tornam aptos a opinarem de forma crítica em atividades do cotidiano.

Por exemplo: o melhor discernimento sobre impactos financeiros levará a equipe a compreender mais facilmente economias e investimentos em projetos da empresa ou em sua infraestrutura.

Isso impactará, inclusive, em um ambiente de trabalho saudável. As equipes passarão a compreender as dinâmicas financeiras do negócio, e vão aplicar essa visão à realidade das suas funções, entendendo o que está ou não ao alcance da empresa no momento

Por que as empresas devem investir em inteligência financeira?

Você sabia que, de acordo com uma pesquisa realizada pela Creditas, nove em cada dez funcionários concordam que as corporações devem oferecer iniciativas com o propósito de estimular uma situação monetária favorável de suas equipes?

É isso mesmo: uma parcela de 91% das pessoas acredita que o ambiente profissional pode — e deve! — fornecer instrumentos para educar e incentivar a inteligência financeira de colaboradores. 

Afinal, o trabalho está diretamente ligado à fonte de renda das pessoas. Boas entregas e o bem-estar no ambiente corporativo são indissociáveis ao fato de que, se algo não vai bem com as contas, fica difícil sustentar um bom nível de performance no dia a dia profissional. 

Os impactos da estabilidade financeira na produtividade

A PwC realizou uma pesquisa para apurar o nível de interferência da situação financeira dos funcionários nos resultados das empresas. As conclusões foram as seguintes:

  1. Funcionários com estresse causado por problemas com dinheiro ficam 38% mais propensos a procurarem outro emprego, o que leva o negócio a ter aumento no índice de turnover (rotatividade de colaboradores).
  2. A saúde mental é fortemente prejudicada. 49% das pessoas entrevistadas afirmaram que as preocupações com finanças as impactaram negativamente nesse sentido, e 41% delas disseram que isso afetou a produtividade no trabalho.
  3. 73% dos colaboradores que relacionaram a piora na saúde mental à falta de inteligência financeira também compartilharam que tiveram uma queda significativa na autoestima

Esses dados são o suficiente para comprovar que a nossa relação com o dinheiro pode ser uma das causas de dificuldades no ambiente de trabalho

Em condições de estresse, as relações interpessoais também são prejudicadas, o engajamento tende a cair e o clima organizacional tem grandes chances de ser afetado por isso

RH e a educação financeira dos colaboradores

A missão do RH é ser estratégico e monitorar nuances externas, unindo esse contexto ao monitoramento constante do comportamento e satisfação das equipes. 

A pandemia e todas as instabilidades econômicas atravessadas mundialmente acenderam um alerta para a necessidade de educação e inteligência financeira. 

Benefícios ligados a esse tipo de orientação passaram a ser mais valorizados entre funcionários, segundo apurações da Creditas. 

Para 74% das pessoas, iniciativas voltadas à educação financeira deveriam ser priorizadas frente a outras opções ligadas ao tema, como previdência privada, crédito consignado e antecipação salarial. 

O time de RH deve assumir o protagonismo dessa transformação. É preciso reunir evidências para incluir no planejamento da gestão práticas voltadas à saúde financeira dos colaboradores. [h4] Desafios a serem vencidos

Ainda que as pessoas tenham a expectativa de receber orientação monetária no ambiente de trabalho, vale considerar que esse é um assunto delicado. 

A principal barreira a ser enfrentada pelos gestores é a relutância, especialmente de quem já passa por algum tipo de problema. A mesma pesquisa da PwC que citamos anteriormente revelou que 41% das pessoas com estresse financeiro têm vergonha de buscar ajuda

O que é preciso ser feito, então, para resolver essa incógnita? Vamos ver algumas opções a seguir!

Inteligência financeira nas empresas: como desenvolver?

Depois do que vimos até aqui, é evidente que articular um bom plano para estimular a inteligência financeira nas equipes pode mudar, para melhor, a experiência do funcionário.

Listamos abaixo alguns passos para auxiliar essa estratégia no seu negócio!

Faça um diagnóstico com as principais demandas financeiras dos colaboradores

A primeira etapa é ouvir as pessoas. Compartilhar essa missão com gestores ou mesmo aplicar pesquisas por meio de soluções especializadas é um excelente caminho para determinar as ações mais compatíveis com a sua corporação. 

Esse é um nivelamento essencial para entender melhor as metodologias a serem aplicadas e as temáticas com mais apelo entre os funcionários. 

As análises podem apontar, por exemplo, que a maioria das pessoas na empresa está em busca de renda extra, ou que grande parte delas precisa de ajuda para organizar as finanças com empréstimo consignado privado ou adiantamento salarial. 

Essa determinação é fundamental para a eficiência do plano de ação

Busque referências e opções no mercado

Ao descobrir o que os profissionais da companhia esperam, é chegada a hora de acionar especialistas e empresas que possam ser parceiras em um projeto de educação financeira

Estruturar um modelo consistente para que esse assunto se torne um benefício oferecido aos profissionais certamente irá fortalecer o vínculo entre companhia e funcionário, além de trazer mais qualidade ou até mesmo mudar a vida pessoal e profissional de cada um. 

Envolva as lideranças

O fato de ocupar uma cadeira de liderança não exime gestores da necessidade de aprendizado financeiro, e é claro que eles devem ser incluídos nas práticas a serem adotadas pelo negócio. Porém, eles têm uma função complementar na busca pela inteligência financeira.

Por estarem mais próximos aos colaboradores no dia a dia, líderes podem ter percepções e contribuições expressivas a serem feitas para aperfeiçoar o planejamento do RH. Conte com isso para tornar as iniciativas ainda mais efetivas!

Mensure os resultados

Compare os cenários de antes e depois da implementação de programas de educação financeira na empresa. O uso de ferramentas para medir indicadores comportamentais, de relacionamento e de resultados de performance é imprescindível para definir a continuidade das medidas. 

Em pouco tempo, será possível notar o quanto a segurança financeira das pessoas terá se tornado um diferencial nas relações de trabalho. 

A atuação do RH depende de uma visão holística sobre as equipes

Junto à autonomia financeira, outros aspectos são extremamente importantes para garantir uma boa experiência no ambiente profissional e, com isso, assegurar o desenvolvimento de um negócio.

Para saber quais são esses aspectos, gestores e lideranças precisam ouvir seus colaboradores. Nestes casos, pesquisas por pulso são uma ótima ferramenta para ter uma visão real-time da equipe e ainda obter insights sobre o que fazer.

 

Este conteúdo foi escrito pela Pulses, plataforma ágil e analítica de gestão contínua de pessoas.

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