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Employer Branding

Burnout: o que é e como o RH pode agir para evitar

O Burnout pode trazer consequências graves para colaboradores e para a organização. Saiba como evitar!

por Marilia Ferro

Atualizado em 24 de agosto, 2022

Quer entender o que é a síndrome de Burnout e as suas consequências? Então veio ao lugar certo. Nesta matéria, você vai entender seus sintomas, as consequências para a empresa e colaboradores e qual é o papel do RH nesse assunto.

Uma rotina de trabalho extenuante e o excesso de responsabilidades podem fazer com que as pessoas sofram um esgotamento físico e emocional que afeta todas as áreas de sua vida: a chamada Síndrome do Esgotamento Profissional, também conhecida como Síndrome de Burnout.  

Para facilitar sua jornada neste universo, confira os tópicos desta matéria:

O que é o Burnout?

A síndrome de Burnout ou síndrome do esgotamento profissional é um distúrbio emocional com sintomas de exaustão extrema, estresse e esgotamento físico. De acordo com a CID-11, ela é resultado do "estresse crônico no local de trabalho que não foi gerenciado com sucesso".

A expressão vem do inglês "burn", que significa queima, e “out”, exterior.

Essa síndrome pode afetar qualquer tipo de profissional, em especial aqueles que atuam diariamente sob muita pressão,  grande carga de responsabilidades ou em um cenário de muita competitividade, como enfermeiros, médicos, jornalistas, policiais, entre outros. 

Para evitar impacto na saúde mental dos colaboradores, as empresas devem traçar estratégias para que os casos de Burnout não se multipliquem em sua equipe.

Quais são os sintomas de Burnout e como mapear

Existem alguns sintomas que podem indicar o início da síndrome de burnout: 

  • Cansaço excessivo, físico e mental;
  • Dor de cabeça frequente;
  • Alterações no apetite;
  • Insônia;
  • Dificuldades de concentração;
  • Sentimentos de fracasso e insegurança;
  • Incapacidade de se desligar do trabalho;
  • Negatividade constante;
  • Sentimentos de derrota e desesperança;
  • Sentimentos de incompetência;
  • Negação de necessidades pessoais
  • Alterações repentinas de humor;
  • Isolamento;
  • Fadiga;
  • Pressão alta;
  • Dores musculares;
  • Problemas gastrointestinais;
  • Alteração nos batimentos cardíacos.

É importante destacar que os sintomas acima podem ser o início de uma Síndrome de Burnout, mas também ocorrem em outras doenças relacionadas à saúde mental.

Para evitar problemas mais sérios e complicações, é fundamental buscar apoio profissional assim que notar qualquer sinal.

Qual é o tratamento para Síndrome de Burnout?

O tratamento da Síndrome de Burnout é realizado com psicoterapia, mas também pode envolver medicamentos (antidepressivos e/ou ansiolíticos). Normalmente, já surte efeitos de melhora um e três meses, mas isso pode variar em cada caso e de acordo com a aderência do profissional ao tratamento.

Após realizado o diagnóstico pelo psiquiatra e médico do trabalho, o trabalhador será afastado de suas atividades para que haja melhora do quadro, mantenho acompanhamento com psicoterapia

Quais são as implicações para o colaborador

Além de todos os sintomas físicos, emocionais e comportamentais descritos no tópico anterior, profissionais esgotados e adoecidos sentem as consequências não somente no campo profissional, mas em todos em outros círculos de sua vida.

Além disso, ao longo do tempo, esse abatimento faz com não seja mais possível se desenvolver, aprender, relacionar-se e criar laços com outras pessoas, o que pode piorar ainda mais o seu estado mental e acarretar o suicídio.

Para evitar problemas mais sérios e complicações, é fundamental buscar apoio profissional assim que notar qualquer sinal.

Quais são as implicações para a empresa

O sofrimento psíquico do colaborador tem impacto direto na produtividade e nos resultados da organização, já que o funcionário não consegue ter um rendimento satisfatório no dia a dia do trabalho. Esse problema, em um ambiente em que isso seja “epidêmico”, pode ser escalado de tal forma que a empresa possivelmente enfrentará sérios problemas em sua operação. 

O Burnout pode também ter prejuízos, não somente pela queda da produtividade, mas também com as altas taxas de turnover que podem gerar custos excessivos com demissões e novas contratações.

Por isso, uma organização com um quadro considerável de colaboradores nessa situação deve rever suas ações internas, pois deixa de crescer, de investir em seu desenvolvimento e pode, ainda, ter sua imagem prejudicada no mercado.

Como o RH Pode evitar o Burnout dos colaboradores

A recorrência de casos de Burnout pode dizer muito sobre o clima organizacional de uma empresa – e é nesse aspecto, principalmente, que ela deve intervir para reverter esse problema. A seguir, listamos algumas ações fundamentais que podem ser implementadas para promover um ambiente saudável e produtivo. Acompanhe!

Aposte em Employer Branding

Funcionários que se sentem valorizados e acolhidos produzem mais. Nesse sentido, ações de Employer Branding têm um impacto muito positivo na satisfação do time, que reflete diretamente no clima organizacional. Por isso, estabelecer uma cultura de respeito e diversidade, além de contar com iniciativas voltadas à saúde, lazer e programas de benefícios flexíveis são fundamentais.

Veja abaixo algumas ações que você pode adotar:

  • Pesquisa de clima para mapear áreas críticas e trabalhar com antecedência
  • Avaliar as entrevistas de desligamento com o mesmo intuito
  • Capacitar a liderança para que faça um gestão focada em pessoas, construindo um espaço seguro de troca, para que com alta segurança psicológica e engajamento haja mais felicidade e consequentemente produtividade.

Essas são apenas algumas ações que o RH pode incluir em sua rotina. Para saber mais sobre o tema você pode ler nosso guia Employer Branding: guia para alavancar a marca empregadora

Disponibilize um canal de comunicação seguro

É muito importante que os colaboradores tenham acesso a um canal de confiança para compartilhar, de forma segura e privada,  possíveis desconfortos com a organização e gestores, realizar denúncias em casos de assédio ou mesmo pedir ajuda em situações de conflito, sejam eles pessoais ou no ambiente de trabalho.

Estabeleça a saúde mental como pilar da companhia

A saúde mental dos colaboradores deve ser percebida como um valor organizacional. Com esse princípio, é possível identificar as iniciativas que podem ser realizadas de acordo com o alcance e possibilidades da empresa, mesmo que em eventos ou ações pontuais, como bate-papos com especialistas sobre o tema, palestras e outras atividades de conscientização.

Incentive o lazer e a descompressão

Também é papel da organização incentivar e respeitar os momentos de pausa, lazer e convívio com a família e amigos, além de atividades fora do trabalho. Isso pode ser feito desde o controle efetivo sobre o acionamento do colaborador fora do horário de trabalho até o oferecimento de vouchers para jantares, cinema, teatro, entre outros.

Para saber mais sobre a Síndrome de Burnout, suas consequências e a melhor abordagem do RH, acesse nosso e-book Veja qual o papel do RH em relação à Síndrome de Burnout

Este conteúdo ajudou você a entender mais sobre a Síndrome de Burnout e suas consequências? Saiba que no  RH Estratégico você sempre encontra informações importantes sobre o universo do RH. Continue acompanhando!

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