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Fórum Econômico Mundial lista as profissões do futuro. Veja quais são

Separadas em sete principais grupos, as 96 carreiras emergentes podem gerar, já em 2020, cerca de 1,7 milhões de novas oportunidades. Confira quais habilidade serão decisivas para o futuro do trabalho

por Elaine Ortiz

Atualizado em 12 de março, 2021

RESUMO DA NOTÍCIA

  • O Fórum Econômico Mundial divulgou em Davos uma lista com as 96 profissões do futuro;
  • As carreiras emergentes podem criar 6,1 milhões de empregos até 2022;
  • Novas tecnologias trarão uma demanda mista de habilidades digitais e humanas para o futuro do trabalho.

 

Saúde, dados e inteligência artificial, engenharia e computação em nuvem, economia verde, pessoas e cultura, desenvolvimento de produtos, vendas, marketing e conteúdo. Essas são as sete principais áreas onde emergirão as 96 profissões do futuro. Pelo menos, essa é a aposta do relatório “Jobs of Tomorrow: Mapping Opportunity in the New Economy”, estudo feito pelo New Metrics CoLab, em parceria com cientistas de dados das empresas Burning Glass Technologies, Coursera e LinkedIn e divulgado na semana passada no Fórum Econômico Mundial de Davos.

Segundo a pesquisa, as profissões do futuro podem criar 1,7 milhões de novas oportunidades ainda em 2020 e, até 2022, outros 6,1 milhões de empregos devem ser criados. Mas quais as habilidades que o profissional do futuro deve ter para conseguir se inserir nesse mercado de trabalho tão promissor? E o que as 96 carreiras listadas têm em comum?

Leia também: Para especialista, liderança do futuro é mais questionadora

Para o professor de Gestão de Pessoas e Inovação Corporativa do Ibmec-SP, Marcelo Rivani, o relatório deixa muito claro o que são tarefas humanizadas e o que são profissões tecnológicas, mas que por trás das atividades executadas por pessoas existe, impreterivelmente, a tecnologia.

“Todas as profissões relacionadas no relatório, sem nenhuma exceção, trabalharão com inteligência artificial e as pessoas precisam se preparar para isso”, diz. “Nós vivemos 30 milhões de anos com o cérebro dentro de um formato, agora isso vai mudar e a pergunta que surge é se estamos preparados para evoluir nossa capacidade cerebral”.

De fato, o relatório evidencia que a adoção de novas tecnologias junto a tendências globais, como a emergência climática, trará cada vez mais uma demanda mista de habilidades digitais e humanas para o futuro do trabalho.

O professor Rivani explica ainda que a informação hoje é muito rápida e que a capacidade do ser humano em inovar nessas profissões do futuro avança em um ritmo exponencial, o que é positivo para a humanidade já que as pessoas utilizam apenas 10% da sua capacidade mental. Para ele, tamanha velocidade levará a espécie humana a uma evolução.

“A própria tecnologia vai nos levar para aspectos tão exponenciais que, obrigatoriamente, vamos ter que fazer mais sinapses, vamos ter que começar a pensar mais para poder acompanhar o que a tecnologia traz para essas profissões”, diz. “O ser humano demorou aproximadamente 200 anos para criar a biblioteca nacional dos Estados Unidos, hoje, em 15 minutos, a gente consegue montar uma outra biblioteca do mesmo porte”.

Como se tornar um profissional do futuro?

Para o professor Marcelo Rivani, do Ibmec, o indivíduo que quer se tornar um profissional do futuro tem que ser uma pessoa desprendida de paradigmas, desprendida de conceitos rígidos e de verdades absolutas, tem que estar preparado para enxergar o novo e usar o novo.

“A grande sacada dessas profissões do futuro é quebrar paradigmas. Tem como fazer a mesma coisa de uma forma muito mais precisa, a tecnologia vai nos dar precisão, exatidão, margem de erro extremamente minimizada”, diz.

Enquanto isso, no mercado de hoje ainda existem muitos profissionais retrógrados, ou seja, desatualizados ou que limitam sua atuação a processos antigos por receio ou falta de buscar conhecimento. Esse comportamento é uma das raízes para o apagão de mão de obra especializada que existe atualmente no Brasil e no mundo.

Leia também: 10 habilidades comportamentais para quem quer um novo emprego em 2020

Pesquisa feita pela empresa de recursos humanos Korn Ferry com executivos de empresas no Brasil mostra que, já em 2020, haverá um déficit de 1,8 milhão de pessoas para vagas mais especializadas – considerando-se tanto as vagas abertas quanto as que vão ser preenchidas por empregados sem a qualificação considerada ideal.

Esse número deve crescer a uma taxa de 12,4% ao ano, até alcançar 5,7 milhões de postos com funcionários sem competência ideal ou vagos até 2030.

“Cadê a vontade do profissional de se profissionalizar? As pessoas se sabotam numa questão de definirem limites. Aí o que acontece? Um cara de 15 anos, que nasceu na era da inteligência artificial, vai estar muito mais bem preparado intelectualmente do que um cara que desenvolve uma tarefa há 30 anos”, diz Rivani.

“Enxergo que haverá muita demissão no mundo, mas em contrapartida novas profissões e novos profissionais surgirão. Isso é cíclico, sempre foi assim A história da humanidade mostra que profissão nascem, crescem e algumas morrem”.

Outro ponto importante que precisará de mudança para preparar profissionais que ocuparão essas carreiras do futuro é a educação. “Vai ter que mudar sistema de educação, as formas de fazer um MBA, uma graduação, um mestrado e doutorado, que seguem um modelo tão arcaico e ainda pouco explora a tecnologia. Essa parte educacional acaba interferindo totalmente nesse sentido”, diz o professor.

“Mas não dá para culpar o governo apenas, a informação, o conhecimento, estão a um palmo de distância, só não busca quem não quer”.

Quais as profissões do futuro?

Para cada uma das sete áreas definidas no relatório do Fórum Econômico Mundial foi elaborada uma escala de oportunidades com a medição de novas vagas para cada 10 mil novos postos de trabalho pelo mundo. Para 2020, a estimativa é que as sete áreas representem 506 de cada 10 mil oportunidades. Até 2022, a proporção deve subir para 611.

Embora o resultado seja uma lista de 96 profissões, algumas terão um crescimento mais acelerado e com maior volume de vagas, enquanto outras terão um volume menor.

Leia também: Confira quais são as 15 profissões em alta para 2020

 

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