Soluções de seguros para proteger suas conquistas. Cote online, compare preços e economize com a maior corretora online do país, a Minuto Seguros, uma empresa Creditas.
Qual a Taxa Selic hoje (dezembro/25)? Veja a variação da Selic
Sempre presente no noticiário econômico, a taxa Selic é responsável por equilibrar a economia brasileira. Entenda melhor os caminhos que ela percorre e a sua influência nos investimentos e tomadas de crédito
por Creditas
Postado em 8 de janeiro, 2026
A taxa Selic, definida pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, está em 15,00% ao ano. Esse patamar foi divulgado no relatório histórico oficial do Copom, em dezembro de 2025.
A seguir, você confere como a Selic variou nos últimos anos e como essas decisões impactam investimentos e crédito.
Precisando de crédito para realizar seus objetivos?
Use seu carro ou imóvel para ter crédito rápido e seguro com juros a partir de 1,09% ao mês +IPCA e até 240 meses para pagar.
Em 2024, o Copom iniciou um ciclo de redução de juros, que foi parcialmente revertido no fim do ano. A Selic começou em 11,25% ao ano, recuou para 10,50% e voltou a subir em novembro e dezembro: 11,25% e 12,25% ao ano, respectivamente.
Em 2023, a Selic permaneceu em 13,75% ao ano nas quatro primeiras reuniões. A partir de agosto, o Copom iniciou cortes graduais, encerrando o ano com a taxa em 11,75% ao ano.
Data da reunião do Copom
Taxa Selic
01 de fevereiro
13,75%
22 de março
13,75%
03 de maio
13,75%
21 de junho
13,75%
02 de agosto
13,25%
20 de setembro
12,75%
01 de novembro
12,25%
13 de dezembro
11,75%
Fonte: Bacen.
Taxa Selic em 2022
Em 2022, o Banco Central concluiu o ciclo de alta iniciado no ano anterior. A Selic passou de 10,75% ao ano em fevereiro para 13,75% ao ano em agosto, nível que foi mantido até dezembro.
Data da reunião do Copom
Taxa Selic
02 de fevereiro
11,75%
16 de março
11,75%
04 de maio
12,75%
15 de junho
13,25%
03 de agosto
13,75%
21 de setembro
13,75%
26 de novembro
13,75%
07 de dezembro
13,75%
Fonte: Bacen.
Taxa Selic em 2021
Em 2021, a taxa básica saiu de 2,00% ao ano em janeiro e foi elevada de forma contínua até 9,25% ao ano em dezembro, em resposta à pressão inflacionária.
Data da reunião do Copom
Taxa Selic
20 de janeiro
2,00%
17 de março
2,75%
05 de maio
3,50%
16 de junho
4,25%
04 de agosto
5,25%
22 de setembro
6,25%
27 de novembro
7,75%
08 de dezembro
9,25%
Fonte: Bacen.
Qual a previsão da taxa Selic para 2025?
De acordo com o Boletim Focus de 7 de novembro de 2025, as projeções do mercado apontam que a Selic deve encerrar 2025 em 15,00% ao ano. Para 2026, a mediana das expectativas indica recuo para 12,25% ao ano, com novas quedas graduais nos anos seguintes.
Essas estimativas refletem a leitura de que a política monetária deve permanecer restritiva no curto prazo, com cortes concentrados a partir de 2026, caso a inflação convirja de forma consistente para a meta.
A Selic é definida pelo Comitê de Política Monetária (Copom), que faz parte do Banco Central do Brasil. Para acompanhar quando a Selic muda, você pode seguir o calendário de reuniões do Copom.
Veja abaixo as datas para 2025:
28 e 29 de janeiro.
18 e 19 de março.
6 e 7 de maio.
17 e 18 de junho.
29 e 30 de julho.
16 e 17 de setembro.
4 e 5 de novembro.
9 e 10 de dezembro.
Ficar atento a essas datas é importante porque seus investimentos são afetados diretamente pelas decisões do Copom. Se você possui títulos com rentabilidade pós-fixada ou híbrida, o retorno acompanhará essas definições. Além disso, investimentos de renda fixa, como o Tesouro Selic, associados à taxa.
O que fazer em momentos de variações da Selic?
Mudanças na Selic afetam diretamente tanto o custo do crédito quanto a rentabilidade de investimentos em renda fixa. Em um cenário de Selic em 15% ao ano, o crédito tende a ficar mais caro, enquanto aplicações pós-fixadas atreladas à taxa básica tornam-se mais atrativas.
Em períodos de alta da Selic, é comum que investidores:
Priorizar títulos pós-fixados, como Tesouro Selic, CDBs atrelados à taxa e alguns fundos de renda fixa;
Utilizar aplicações de liquidez diária para reserva de emergência, aproveitando a remuneração mais elevada;
Reavaliar dívidas com juros altos, buscando renegociação ou quitação antecipada.
Em períodos de queda da Selic, ganham relevância estratégias como:
Travar taxas em títulos prefixados ou Tesouro Prefixado, quando há expectativa de novos cortes;
Avaliar títulos indexados à inflação (Tesouro IPCA+), que combinam proteção inflacionária com taxa real;
Reexaminar financiamentos e empréstimos para avaliar portabilidade ou renegociação em condições mais favoráveis.
Em todos os cenários, a decisão deve considerar o perfil de risco, o prazo dos objetivos e a necessidade de liquidez.
Comece a investir com segurança com as dicas do Papo de Grana
Se você é iniciante, o Papo de Grana te guia nas melhores opções de investimento, como Tesouro Direto e CDBs. Dê o primeiro passo para a liberdade financeira com dicas simples e práticas.
Tire suas dúvidas
Veja abaixo as respostas para as principais dúvidas sobre a Taxa Selic, o indicador fundamental para a economia e seus investimentos no Brasil.
O que é a taxa Selic e como ela funciona?
A Selic (Sistema Especial de Liquidação e de Custódia) é a taxa básica de juros da economia, definida pelo COPOM a cada 45 dias. Ela serve como referência para todas as outras taxas de juros (empréstimos, financiamentos e investimentos), sendo o principal instrumento do Banco Central para controlar a inflação.
Qual é a expectativa para a Selic em 2025?
Segundo o Boletim Focus de 7 de novembro de 2025, a mediana das projeções do mercado indica que a Selic deve terminar 2025 em 15,00% ao ano e recuar para cerca de 12,25% ao ano em 2026, caso o processo de desinflação se consolide.
Qual a influência da taxa Selic na economia do país?
A Selic é a principal ferramenta de política monetária para buscar o equilíbrio econômico. Selic alta desestimula o consumo e o investimento (combatendo a inflação). Selic baixa incentiva o crédito e o consumo (estimulando a economia), mas pode pressionar os preços.
Como a taxa Selic interfere no seu empréstimo?
A queda da Selic torna o crédito mais barato, pois as instituições financeiras reduzem suas taxas de juros. Se a Selic sobe, o empréstimo fica mais caro. Para quem já contratou, a taxa só muda se o contrato for pós-fixado; o prefixado se mantém até o final.
Para encerrar, que tal explorar mais conteúdos aqui no Exponencial? Assine a newsletter do Exponencial e amplie sua educação financeira.
Newsletter
Exponencial
Assine a newsletter e fique por dentro de todas as nossas novidades.
Ao assinar a newsletter, declaro que concordo com a Política de privacidade da Creditas.