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Realizando sonhos

Finanças para mulheres: presença feminina na bolsa dobra em 5 anos

Série “Informação que transforma” entrevista Carol Sandler, fundadora do Finanças Femininas, para mostrar os impactos da participação das mulheres na economia

por Flávia Marques

Atualizado em 11 de fevereiro, 2021

Falar de finanças para mulheres deixou de ser um tabu e tornou-se pauta para uma parcela muito maior desse público. Em 2019, a participação delas na B3, antiga Bovespa, atingiu um marco histórico: quase 300 000 passaram a investir na bolsa brasileira. O número praticamente dobrou se comparado aos dados de cinco anos atrás, quando as investidoras eram 137 000. 

Os dados revelam que as mulheres vêm ganhando cada vez mais confiança para investir. Parte dessa mudança se deve ao desenvolvimento de iniciativas de educação financeira voltadas diretamente para elas. 

O protagonismo das mulheres no cenário econômico, seja no mercado de trabalho ou no mundo financeiro, é reforçado justamente pelos reflexos positivos gerados.

Segundo o Banco Mundial, 15% da redução da pobreza no Brasil, entre 2004 e 2014, ocorreu pela inserção das mulheres no mercado de trabalho.  No mesmo período, o aumento dos rendimentos femininos foi responsável por 13,5% da redução da pobreza na América Latina. 

Além disso, uma maior participação das mulheres na economia incrementaria o PIB mundial em 28 trilhões de dólares até 2025, segundo um estudo do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA).

Os resultados envolveriam, também, redução de desigualdades e mais desenvolvimento para a sociedade - principalmente pelo poder de compra que elas representam, assim como pela maneira que as mulheres avaliam e investem no entorno como um todo. 

Finanças para mulheres: um assunto a ser (muito) explorado 

Outra informação evidencia o estreitamento da relação das mulheres com o dinheiro: hoje, elas estão à frente da administração do orçamento familiar. Segundo um levantamento da Nielsen, empresa global de análise de consumo, elas são responsáveis pelas compras em 96% dos lares brasileiros. 

Mas, para gerenciar as contas de maneira inteligente e conseguir realizar um bom planejamento financeiro, é necessário ter acesso a informação de qualidade. 

Em 2012, a jornalista Carol Sandler identificou essa necessidade depois de perceber que, na mídia, os assuntos voltados ao público feminino resumiam-se a moda, casamento, beleza, maternidade e horóscopo.

Esses temas tinham a sua importância, mas não serviam para orientar as mulheres que queriam - e precisavam - organizar a vida financeira e adotar hábitos de consumo mais saudáveis. 

Ela decidiu, então, contribuir para mudar esse cenário. Foi quando resolveu criar o Finanças Femininas, um blog para compartilhar o seu conhecimento sobre finanças com esse público. Logo depois, o projeto deu origem a um canal no YouTube, que carrega o mesmo nome e, hoje, está prestes a atingir 100 000 inscritos. 

Mais do que contribuir com a organização financeira das espectadoras, o seu trabalho oferece apoio a elas em outras questões. “Eu tenho uma confiança muito grande do meu público. Elas contam comigo para ajudá-las em momentos decisivos de suas vidas”, conta Carol.

“Muitas mulheres estão passando por situações complicadas no trabalho, no relacionamento, na sua vida pessoal, e uma informação pode ser aquilo que vai virar uma chave e trazer uma transformação enorme para a vida delas”, diz a influenciadora. 

Em entrevista para o portal Exponencial, Carol falou sobre a responsabilidade de produzir conteúdo, sua visão sobre o público, o desafio de se tornar colunista do portal Exponencial e detalhes sobre a sua nova plataforma de streaming, a TV Carol Sandler.  

Confira, a seguir, o primeiro episódio da série "Informação que transforma": 

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