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O que é agiota e por que evitar?

Saiba porque você deve evitar evitar a agiotagem e conheça alternativas mais saudáveis para conseguir crédito.

por Leonardo Cruz

Atualizado em 8 de janeiro, 2026

O que é agiota e por que evitar?

A agiotagem ainda é comum no Brasil e costuma se apresentar como uma alternativa “simples”, mas que esconde riscos graves. A prática é prevista como crime pela Lei da Usura e pela Lei dos Crimes contra a Economia Popular.

Neste conteúdo, você vai entender o que é um agiota, por que é crime e quais caminhos legais existem para buscar crédito com mais segurança.

Neste Guia, você encontrará:

O que é um agiota?

O agiota é quem empresta dinheiro de forma habitual, cobrando juros abusivos e atuando sem autorização do Banco Central para funcionar como instituição financeira.

Essa prática é ilegal, ocorre fora das regras do sistema financeiro e não oferece proteção para quem toma o crédito.

Além disso, as pessoas que fazem agiotagem não são fiscalizadas, não seguem regras de transparência e atuam sem qualquer tipo de controle oficial.

Na prática, esse tipo de crédito costuma ser oferecido como “dinheiro rápido”, sem análise, contrato formal ou explicação clara sobre juros e prazos. 

O resultado frequente são dívidas que crescem rapidamente e se tornam difíceis, ou impossíveis de quitar.

Por que a agiotagem é crime no Brasil?

A agiotagem é crime porque viola as regras do sistema financeiro e coloca o consumidor em situação de vulnerabilidade. 

Apenas instituições autorizadas pelo Banco Central do Brasil podem oferecer crédito de forma regular. Essa prática é proibida principalmente por duas normas:

  • Lei da Usura (Decreto nº 22.626/1933), que limita a cobrança de juros.
  • Lei dos Crimes contra a Economia Popular (Lei nº 1.521/1951), que tipifica a agiotagem como crime.

A pena prevista é de seis meses a dois anos de detenção, além de multa. Em situações com ameaça, extorsão ou violência, outras penalidades podem ser aplicadas.

Quem responde pelo crime de agiotagem?

O crime recai sobre quem empresta o dinheiro de forma ilegal, não sobre quem toma o empréstimo. 

Pela legislação brasileira, a pessoa que recorre ao agiota é tratada como vítima, especialmente quando há juros abusivos, coação ou ameaça.

Isso não torna a prática segura. Apesar de não ser crime pedir o empréstimo, os riscos financeiros e pessoais continuam elevados.

A orientação é interromper o contato e buscar apoio nos canais oficiais sempre que houver cobrança irregular.

Qual a diferença entre agiotagem e golpes?

Agiotagem e golpes de empréstimo não são a mesma coisa, embora ambos envolvam alto risco. 

Na agiotagem, o dinheiro é emprestado de forma ilegal, com juros abusivos e sem autorização do Banco Central.  nos golpes, o crédito não existe: a vítima paga taxas antecipadas e não recebe o valor prometido.

Na prática, o ponto de atenção é o mesmo. Ausência de contrato, promessa de liberação imediata e falta de identificação da instituição indicam que a oferta não é segura. Em um caso, a dívida se torna impagável; no outro, o prejuízo é imediato.

Como identificar um agiota?

Propostas de agiotagem costumam apresentar sinais claros de alerta. Quando mais de um deles aparece, o risco é alto. A tabela abaixo reúne os principais sinais de alerta para ajudar a reconhecer uma proposta de empréstimo ilegal:

Como identificar um agiota:
Sinal de alerta O que indica
Promessa de liberação imediata Estratégia comum para atrair vítimas em situações de urgência financeira
Atendimento apenas por WhatsApp ou perfis sem identificação Falta de rastreabilidade e dificuldade de responsabilização
Pedido de pagamento antecipado Golpe recorrente em falsas ofertas de empréstimo
Juros muito acima do mercado Indício claro de prática ilegal ou abusiva
Ausência de contrato formal Nenhuma proteção legal para o tomador do crédito
Falta de registro no Banco Central Atividade financeira irregular ou criminosa
Retenção de documentos ou cartões Forma de coação e controle do devedor
Cobranças com intimidação Risco pessoal e prática típica de agiotagem

Se uma proposta apresentar esses sinais, a orientação é interromper o contato e buscar alternativas legais.

O que fazer se você já está sendo cobrado por um agiota?

Se você já está em situação de cobrança ilegal, não tente resolver diretamente com quem pratica a agiotagem. A prioridade é sua segurança.

Onde denunciar

Existem três possibilidades de onde denunciar, que são:

  • Disque Denúncia 181 (anônimo)
  • Delegacia de Polícia ou Delegacia Eletrônica
  • Ministério Público, em casos de ameaça ou coação

Canais de proteção

Quem sofre ameaça, extorsão ou cobrança abusiva pode solicitar medidas protetivas. Quando houver risco imediato, a orientação é acionar o 190 para atendimento urgente.

Comunicar a Defensoria Pública é outro recurso, buscando orientação jurídica gratuita. O Procon também pode auxiliar, especialmente quando há retenção de documentos ou outras práticas abusivas.

Quais são os perigos de pedir empréstimo com agiota?

Os riscos da agiotagem vão além do custo financeiro. Eles envolvem três dimensões principais:

  • Financeiros: juros e multas abusivos fazem a dívida crescer rapidamente.
  • Legais: ausência de contrato impede qualquer contestação formal.
  • Pessoais: cobranças podem envolver intimidação, ameaça e extorsão.

Por isso, mesmo em situações de urgência, a agiotagem tende a agravar o problema em vez de resolvê-lo.

Empréstimo com agiota vale a pena?

Não. A agiotagem não oferece previsibilidade, proteção nem limites claros. Como é uma prática ilegal, as condições podem mudar a qualquer momento.

O risco financeiro e pessoal supera qualquer benefício aparente de rapidez ou facilidade.

Quais as alternativas para o empréstimo com agiota?

Existem opções reguladas que permitem acesso a crédito com mais segurança e transparência, que são empréstimos com garantia e crédito consignado.

Empréstimo com garantia

É uma modalidade de crédito em que o tomador oferece um bem como garantia de pagamento, geralmente sendo imóvel ou veículo

A modalidade tem menos risco de operação para a instituição financeira e permite taxas de juros mais baixas, prazos mais longos e parcelas mais previsíveis do que empréstimos sem garantia.

Na prática, as taxas costumam partir de cerca de 1,09% + IPCA ao mês, variando conforme perfil e valor contratado. Os prazos podem chegar a até 240 meses para imóveis e até 60 meses para veículos.

Para saber leia no guia , leia nosso guia "Como funciona empréstimo com garantia"

Empréstimo consignado

O empréstimo consignado é uma modalidade de crédito em que as parcelas são descontadas diretamente do salário, benefício do INSS ou folha de pagamento.

Ele é destinado a aposentados e pensionistas do INSS, servidores públicos, militares e trabalhadores CLT de empresas conveniadas.

Esse mecanismo reduz o risco de inadimplência e tem juros mais baixos em comparação a outras formas de empréstimo pessoal.

Saiba mais em | O que é empréstimo consignado? Saiba qual a taxa, como funciona e como solicitar

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Garantia de veículo
Crédito de R$ 5 mil a R$ 150 mil
Taxa a partir de: 1,49% ao mês

Garantia de imóvel
Crédito de R$ 50 mil a R$ 3 milhões
Juros a partir de 1,09% ao mês + IPCA

Consignado Privado
Crédito de R$ 500 a R$ 70 mil
Juros a partir de 1,29% ao mês

Tire suas dúvidas

Confira abaixo as respostas para as principais dúvidas sobre empréstimo com agiota.

Empréstimo entre pessoas físicas pode ser considerado agiotagem?
Sim. O empréstimo entre pessoas físicas pode ser configurado como agiotagem se houver a cobrança de juros abusivos (acima do permitido por lei), ausência de um contrato lícito ou se a prática for feita de forma recorrente e profissional sem a devida autorização dos órgãos competentes.
Juros altos sempre caracterizam crime?
Não. O crime de usura (agiotagem) não se define apenas pelo valor do juro, mas sim pela combinação de taxas abusivas, ausência de autorização do Banco Central para operar como instituição financeira e a prática habitual dessa atividade.
Contrato informal tem validade em empréstimos?
Pode ter validade jurídica, mas não elimina os riscos. Para maior segurança, o ideal é ter um contrato formal, claro e dentro da lei.
Para a proteção de ambas as partes, contratos formais, claros e registrados são essenciais para garantir que os termos do empréstimo cumpram a legislação vigente.
Posso renegociar judicialmente uma dívida com agiota?
Sim. Dívidas contraídas com juros abusivos e sob práticas ilegais podem ser questionadas judicialmente. O Poder Judiciário tem competência para anular cláusulas abusivas e ajustar o débito aos limites legais.
Como verificar se uma empresa é autorizada pelo Banco Central?
A forma mais segura é consultar o CNPJ da instituição no site oficial do Banco Central do Brasil. Lá, você pode verificar se a empresa possui registro ativo para operar como instituição financeira ou correspondente bancário.

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