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Controle Financeiro

Ônibus de SP aceitam cartão. Veja a evolução com o pagamento digital

Nas compras, operações bancárias e até nos meios de transporte: o dinheiro está dando lugar a cartões e à tecnologia por aproximação

por Portal Exponencial

Atualizado em 11 de fevereiro, 2021

Depois do Rio de Janeiro, a cidade de São Paulo também inaugurou esta semana um projeto-piloto que permite pagar a passagem do ônibus com cartões de crédito, débito ou pré-pagos que tenham tecnologia de pagamento por aproximação (NFC), além de aparelhos eletrônicos com NFC, como relógios, pulseiras e celulares. O projeto segue uma tendência que já é global: a tecnologia e o pagamento digital têm mudado a relação das pessoas com o dinheiro.

É verdade que o brasileiro ainda é bastante apegado ao dinheiro. De acordo com uma pesquisa feita pelo Banco Central em 2018, 96,1% das pessoas dizem utilizar o dinheiro em espécie para fazer pagamentos e compras. Mas em 2013 eram 100%. A pesquisa mostra ainda que a forma de recebimento mais comum no comércio é o dinheiro vivo: 52%. Mas essa modalidade tem dado espaço ao cartão de crédito, que cresceu de 4% para 15%.

Quem também vem ganhando espaço é o internet banking. Em 2016, a pesquisa “A ascensão dos bancos digitais”, do Facebook IQ, mostrou que os aplicativos móveis estão remodelando a indústria financeira: 76% das pessoas utilizam serviços de internet banking. 

O responsável por isso é o smartphone. Segundo os dados da pesquisa, das pessoas que afirmaram usar a internet para transações bancárias, 90% disseram utilizar smartphones e 45% tablets. Mais: 83% das pessoas já checam o saldo no celular, 61% transferem dinheiro e 59% utilizam os dispositivos móveis para pagar o cartão de crédito.

“O mundo passou por três grandes ondas de disrupção em relação ao dinheiro. No começo, só conseguíamos sacar dinheiro na própria agência. Depois, chegaram os caixas eletrônicos, permitindo que a pessoa sacasse de qualquer lugar. 

Com a vinda da internet, os bancos e as instituições financeiras disponibilizaram o Internet Banking e agora estamos vivendo a era do Mobile Banking, onde consegue-se fazer qualquer tipo de transação com um smartphone na palma da mão”, explica Gustavo Torrente, coordenador acadêmico e professor nos cursos de graduação da FIAP.

Uma relação mais positiva?

Fazer compras, pagamentos, transferências e investimentos com o celular ficou mais fácil. Mas isso não significa que a relação das pessoas com o dinheiro se tornou mais positiva. Segundo Frederike Mette, coordenadora da área de finanças e marketing da ESPM, essa relação foi potencializada pelos seus aspectos “comportamentais e atitudinais”, isto é, aquelas características que fazem as pessoas consumirem e gastarem sem pensar muito.

“Acredito que a tecnologia facilitou muito a vida de quem sabe lidar com o dinheiro, ou seja, as pessoas que conseguem ter um planejamento e viver dentro de suas condições. Porém, a tecnologia pode também estar relacionada ao aumento de níveis de endividamento, pois o consumo de produtos e serviços está migrando muito para os canais online”, explica “A tecnologia facilita comparativo de vendas, mas também incentiva a pessoa a gastar mais.”

É por isso que a especialista alerta: conhecimentos aliados à alfabetização financeira serão cada vez mais essenciais à população com pagamento digital. “Ficou tudo muito mais fácil. Em poucos segundos e pelo celular consigo pegar dinheiro emprestado e gastar.”

Como o pagamento digital mudou a mobilidade

Entre as facilidades trazidas pelo pagamento digital estão novas maneiras de se mover pelas cidade. Hoje você pode pegar ônibus e metrô, ou alugar bikes e patinetes sem precisar do dinheiro físico. Torrente conta que novos modelos de negócio estão surgindo por conta de novas tecnologias.

“Um exemplo são os aplicativos de carona que criaram uma nova demanda de passageiros, aqueles que não usufruíam do táxi mas são clientes de Uber, 99, Cabify. Agora, temos os aluguéis de bike e patinete com apenas a leitura de um QR Code”, explica.

Segundo ele, as soluções estão sendo adaptadas aos meios em que estamos acostumados. “Nós podemos esquecer a carteira em casa, mas não esquecemos o celular, já reparou? É muito prático pagar por aproximação ao invés de inserir o cartão, esperar a troca de tela, inserir a senha e aguardar a aprovação”, diz. “As novas soluções de pagamento têm como proposta diminuir a jornada do consumidor.”

O que vem por aí?

Mais tecnologia de pagamento por aproximação e criptomoedas nos esperam no futuro, Segundo Torrente, hoje, 85% de todas as máquinas de cartão aceitam a tecnologia de aproximação. “Podemos esperar um aumento deste tipo de transação”, explica, usando como exemplo o projeto-piloto da Prefeitura de São Paulo na rede de transportes.

A tecnologia do blockchain também já é bem vista pelo mercado, pois permite evitar fraudes e registrar todas as transações. “Em breve, devemos ver soluções de pagamentos integradas a este recurso. Os pagamentos digitais trazem facilidades para o cliente final e oportunidade aos empreendedores”, explica. Frederike concorda.

“A tendência é cada vez mais automatizar qualquer operação que envolva dinheiro/moeda.”

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