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Finanças

Afinal, a Black Friday vale a pena? Veja opinião de especialista

Eletrodomésticos, roupas, calçados e smartphones lideram a lista de desejos dos consumidores. Especialista ensina como aproveitar o período de ofertas de maneira inteligente
Escrito por Flávia Marques em 25.11.2019 | Atualizado em 17.11.2020
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A Black Friday é uma data muito aguardada pelo comércio e pelos consumidores. Celebrada sempre na última sexta-feira do mês de novembro, ela inaugura a temporada de compras para o Natal e o final do ano nos Estados Unidos. Já no Brasil, as lojas fazem ofertas e condições especiais de pagamento durante algumas semanas ou até o mês inteiro.

Porém, é preciso ficar atento para não cair em fraudes e saber quando a Black Friday vale a pena. Pensando nisso, fizemos este post com dicas simples que vão te ajudar a encontrar o desconto que você tanto deseja. 

Como saber quando a Black Friday vale a pena? 

Sem dúvida, os descontos representam o maior atrativo da Black Friday para os consumidores, mas este não é o único fator que deve ser considerado antes de fazer uma boa compra. 

O orientador financeiro Alessandro Azzoni explica que, para conseguir uma oferta interessante, é fundamental fazer uma pesquisa de mercado e entender se o valor do produto desejado realmente sofreu a queda anunciada pela loja. 

“Em meados de outubro, muitas empresas aumentam os preços e, na chegada da Black Friday, reduzem novamente, causando uma falsa sensação de barateamento das mercadorias”, explica Alessandro. “Por isso, começar a acompanhar a evolução dos valores com antecedência, pelo menos um mês antes da data, é muito importante”, acrescenta. 

Todos os anos, o Procon elabora uma lista com sites que já foram reprovados por consumidores e, por isso, não são confiáveis para fazer compras. A instituição divulgou um ranking com mais de 400 empresas. 

Para aqueles que pretendem aproveitar descontos verdadeiros e evitar fraudes na internet, é importante ficar atento à lista. “Sem dúvida, esse é um recurso interessante, pois ajuda a evitar que o consumidor seja lesado”, comenta o orientador financeiro.  

Outra dica interessante é comparar os preços praticados pela mesma empresa nas lojas físicas e no meio virtual. 

“É comum que as lojas físicas anunciem produtos com o valor já praticado na loja virtual e sinalizem o preço como oferta de Black Friday, o que também é uma prática enganosa”, alerta Alessandro. “Quando encontrar uma oferta na internet, salve uma imagem da tela antes de ir à loja física para facilitar a comparação”, recomenda. 

É importante também olhar a nota da empresa que você está monitorando no site Reclame Aqui. Veja qual é a reputação da loja e como ela se relaciona com os seus clientes. Na Black Friday de 2019, foram mais de 121 mil reclamações, com apenas 76% dos casos resolvidos

Comprar ou não comprar, eis a questão

Reforçar a importância de comparar ofertas e avaliar o orçamento em períodos como a Black Friday é sempre importante, mas a boa notícia é que os consumidores estão mais conscientes.

Segundo o estudo da CNDL/SPC, nove em cada dez consumidores planejam pesquisar preços antes de adquirir algum item. Além disso, 72% pretendem pagar pelas compras à vista. Na avaliação de Alessandro Azzoni, a evolução do comportamento da população também é reflexo dos falsos descontos, praticados até os dias atuais. 

“Por muitos anos, a Black Friday não foi uma realidade para nós”, comenta. "Em diversos estabelecimentos, ela ainda é usada como um mecanismo para alavancar vendas a qualquer custo, e por isso o consumidor ficou muito mais atento”.  

Mas, infelizmente, uma parcela da população ainda tem dificuldades para manter as contas em dia e aproveitar as datas comerciais. Ainda de acordo com a pesquisa da CNDL/SPC, um em cada cinco consumidores gasta mais do que poderia na Black Friday. Além disso, 7% dos brasileiros deixam de pagar contas para fazer compras neste período. 

Os dados refletem a falta de planejamento financeiro e as consequências do preço psicológico” tão explorada pelo comércio. “Quando as lojas anunciam um produto a R$ 199  e não a R$ 200, por exemplo, a diferença é mínima, mas torna o valor mais sedutor para o consumidor”, comenta o orientador financeiro. 

Outro ponto que merece atenção é o risco do parcelamento, que prejudica as finanças e o próprio bem-estar dos consumidores. 

Ao recorrer às prestações para adquirir produtos e serviços, muitos olham apenas para o valor da parcela e não costumam considerar as dívidas que já têm e os problemas financeiros atuais. “Algumas pessoas ficam frustradas por não aproveitarem as promoções, e esse sentimento induz à compra por impulso”, explica Alessandro.

Para os que sofrem com esse problema, a orientação é ceder à tentação. "Além de não serem um bom negócio para o bolso, as compras feitas só para aproveitar descontos geram, depois, uma sensação de frustração”, alerta o especialista. "Quando as compras chegam em casa, muitas vezes o consumidor percebe que não precisava daquele item", completa. 

O que é a Black Fraude?

O termo surgiu como uma brincadeira na internet para as promoções enganosas que algumas empresas realizam. “Preços pela metade do dobro”, frete caro, descontos falsos e produtos sem estoque são apenas alguns exemplos de situações que frustam muitos consumidores. 

Outras armadilhas da “Black Fraude” são as ofertas que têm apenas o boleto como forma de pagamento e os links suspeitos que pedem vários dos seus dados pessoais. Dessa forma, sempre verifique nos sites oficiais das empresas e o histórico de preços nos sites Zoom e Buscapé e pense duas vezes antes de comprar qualquer produto. 

O que fazer  caso se sinta lesado ao comprar produtos na Black Friday?

É possível procurar o Procon do seu Estado. Em São Paulo, assim que o consumidor registra o seu problema, o fornecedor recebe a informação de que foi acionado e tem até 10 dias para responder à solicitação.

Após isso a resposta da empresa, o cliente deve avaliar a resolução do problema. Se tudo estiver ok, o Procon paulistano acrescenta o nome da empresa no Cadastro Municipal de Reclamações Fundamentadas Atendidas.

Quando a situação não é resolvida, o fornecedor é colocado no Cadastro Municipal de Reclamações Fundamentadas Não Atendidas, e o Procon avalia se é necessário multar o estabelecimento. 

Antes de acionar o Procon, você também pode contatar a empresa por meio de seus canais de comunicação, como as redes sociais ou um Sistema de Atendimento do Consumidor (SAC). Em muitos casos, é possível resolver a situação rapidamente.

Vale a pena pegar empréstimo na Black Friday?

Algumas pessoas aproveitam o período da Black Friday como oportunidade realizar um sonho antigo, ou comprar algo que requer um aporte alto, como trocar alguma mobília e eletrodoméstico mais caro do que o orçamento permite. 

Em casos como esses, muitos se indagam: vale a pena tomar um empréstimo online para aproveitar o desconto?

O primeiro passo para essa decisão é fazer as contas para entender se, mesmo com as taxas de juros do empréstimo, o desconto será vantajoso. Para aproveitar da melhor forma, é importante ter um planejamento financeiro detalhado e avaliar o valor das parcelas. 

Esse é o momento ideal para quem quer negociar dívidas também. Com um empréstimo de juros baixo, você consegue reunir todos os débitos em um único boleto e fechar o ano no azul. 

A Creditas, em 2020, está realizando a Green Friday. Quem pegar empréstimo com garantia de veículo ou home equity vai começar a pagar só em 2021 e terá a 1ª parcela grátis e os menores juros do mercado. 

Se você procura por produtos Apple, eletrodomésticos, móveis ou cursos, é melhor visitar a Creditas Store. A nossa loja está com vários descontos, e a 1º parcela só chega em 90 dias. Esse último benefício também é válido para a contratação do nosso empréstimo consignado.  

Aqueles que desejam reformar a casa também podem aproveitar a Green Friday da Creditas. Ao contratar a reforma durante a promoção, você terá 7 diárias de hotel para descansar enquanto fazemos a sua obra. 

Confira todos os detalhes da Green Friday da Creditas em nosso site agora mesmo!

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Flávia Marques

Escrito por Flávia Marques

Repórter do Portal Exponencial, jornalista e curiosa. Gosta de observar, absorver e, diariamente, dividir o que aprende escrevendo.

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