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A Black Friday vale a pena? Veja opinião de especialista para evitar golpes

Eletrodomésticos, roupas, calçados e smartphones lideram a lista de desejos dos consumidores. Especialista ensina como aproveitar o período de ofertas de maneira inteligente

por Flávia Marques

Atualizado em 24 de novembro, 2023

A Black Friday vale a pena? Veja opinião de especialista para evitar golpes

A Black Friday, um evento globalmente reconhecido por suas promoções e descontos agressivos, tornou-se uma data marcante no calendário de compras brasileiro. Celebrada na última sexta-feira de novembro, ela não apenas inaugura a temporada de compras natalinas, mas também se estende, em muitos casos, por semanas, oferecendo aos consumidores brasileiros uma janela prolongada de oportunidades de compra.

No entanto, com grandes ofertas vêm grandes responsabilidades. A Black Friday, apesar de ser uma ocasião propícia para adquirir produtos desejados a preços reduzidos, também pode ser um campo minado de fraudes e armadilhas financeiras. Neste contexto, torna-se essencial saber discernir entre uma verdadeira oportunidade de compra e um potencial golpe.

Este artigo visa oferecer orientações práticas e conselhos de especialistas para ajudar você a navegar com segurança pelas ofertas da Black Friday. Abordaremos desde a identificação de descontos genuínos até estratégias para evitar armadilhas comuns, garantindo que sua experiência de compra seja não apenas gratificante, mas também financeiramente saudável.

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Como saber quando uma oferta da Black Friday vale a pena? 

Sem dúvida, os descontos representam o maior atrativo da Black Friday para os consumidores, mas este não é o único fator que deve ser considerado antes de fazer uma boa compra.

O orientador financeiro Alessandro Azzoni explica que, para conseguir uma oferta interessante, é fundamental fazer uma pesquisa de mercado e entender se o valor do produto desejado realmente sofreu a queda anunciada pela loja.

“Em meados de outubro, muitas empresas aumentam os preços e, na chegada da Black Friday, reduzem novamente, causando uma falsa sensação de barateamento das mercadorias”, explica Alessandro. “Por isso, começar a acompanhar a evolução dos valores com antecedência, pelo menos um mês antes da data, é muito importante”, acrescenta.

Todos os anos, o Procon elabora uma lista com sites que já foram reprovados por consumidores e, por isso, não são confiáveis para fazer compras. A instituição divulgou um ranking com mais de 400 empresas.

Para aqueles que pretendem aproveitar descontos verdadeiros e evitar fraudes na internet, é importante ficar atento à lista. “Sem dúvida, esse é um recurso interessante, ao ajudar a evitar que o consumidor seja lesado”, comenta o orientador financeiro.

Outra dica interessante é comparar os preços praticados pela mesma empresa nas lojas físicas e no meio virtual.

“É comum que as lojas físicas anunciem produtos com o valor já praticado na loja virtual e sinalizem o preço como oferta de Black Friday, o que também é uma prática enganosa”, alerta Alessandro.

Também é importante olhar a nota da empresa no site Reclame Aqui. Dependendo da reputação e como ela se relaciona com os seus clientes, você já pode saber se terá problemas. Na Black Friday de 2022, foram mais de 192 mil reclamações, com apenas 78% dos casos resolvidos.

Comprar ou não comprar, eis a questão

Reforçar a importância de comparar ofertas e avaliar o orçamento em períodos como a Black Friday é sempre importante, mas a boa notícia é que os consumidores estão mais conscientes.

Segundo o estudo da CNDL/SPC, nove em cada dez consumidores planejam pesquisar preços antes de adquirir algum item. Além disso, 72% pretendem pagar pelas compras à vista. Na avaliação de Alessandro Azzoni, a evolução do comportamento da população também é reflexo dos falsos descontos, praticados até os dias atuais.

“Por muitos anos, a Black Friday não foi uma realidade para nós”, comenta. “Em diversos estabelecimentos, ela ainda é usada como um mecanismo para alavancar vendas a qualquer custo, e por isso o consumidor ficou muito mais atento”.

Mas, infelizmente, uma parcela da população ainda tem dificuldades para manter as contas em dia e aproveitar as datas comerciais. Ainda conforme a pesquisa da CNDL/SPC, um em cada cinco consumidores gasta mais do que poderia na Black Friday. Além disso, 7% dos brasileiros deixam de pagar contas para fazer compras neste período.

Os dados refletem a falta de planejamento financeiro e as consequências do preço psicológico tão explorada pelo comércio. “Quando as lojas anunciam um produto a R$ 199  e não a R$ 200, por exemplo, a diferença é mínima, mas torna o valor mais sedutor para o consumidor”, comenta o orientador financeiro.

Outro ponto que merece atenção é o risco do parcelamento, que prejudica as finanças e o próprio bem-estar dos consumidores.

Ao recorrer às prestações para adquirir produtos e serviços, muitos olham apenas para o valor da parcela e não costumam considerar as dívidas que já têm e os problemas financeiros atuais. “Algumas pessoas ficam frustradas por não aproveitarem as promoções, e esse sentimento induz à compra por impulso”, explica Alessandro.

Para os que sofrem com esse problema, a orientação é ceder à tentação. “Além de não serem um bom negócio para o bolso, as compras feitas só para aproveitar descontos geram, depois, uma sensação de frustração”, alerta o especialista. “Quando as compras chegam em casa, muitas vezes o consumidor percebe que não precisava daquele item”, completa.

Como fugir das ciladas da Black Friday

Ainda na dúvida sobre comprar ou não na Black Friday? Então escute o Podecrê, o podcast da Creditas, onde nosso especialista Gui Casagrande fala sobre as ciladas da Black Friday e como fugir delas.

Tire suas dúvidas

Veja abaixo as respostas para as principais dúvidas sobre a Black Friday.

O que fazer caso se sinta lesado ao comprar na Black Friday?

Se você se sentir lesado ao comprar na Black Friday, a primeira ação recomendada é entrar em contato direto com o vendedor ou a loja onde a compra foi realizada. Muitos problemas podem ser resolvidos diretamente com o fornecedor. É importante explicar claramente o problema e solicitar uma solução, seja uma troca, um reembolso ou um reparo do produto.

Caso essa abordagem não resulte em uma solução satisfatória, é possível procurar o Procon do seu Estado. Em São Paulo, assim que o consumidor registra o seu problema, o fornecedor recebe a informação de que foi acionado e tem até 10 dias para responder à solicitação.

Após isso a resposta da empresa, o cliente deve avaliar a resolução do problema. Se tudo estiver ok, o Procon paulistano acrescenta o nome da empresa no Cadastro Municipal de Reclamações Fundamentadas Atendidas.

Quando a situação não é resolvida, o fornecedor é colocado no Cadastro Municipal de Reclamações Fundamentadas Não Atendidas, e o Procon avalia se é necessário multar o estabelecimento.

Vale a pena pegar empréstimo na Black Friday?

Não existe uma resposta única para essa pergunta.  Para saber se vale a pena é preciso fazer as contas para entender se, mesmo com as taxas de juros do empréstimo, o desconto da Black Friday será vantajoso. Com isso em mãos, você pode entender se vale a pena fazer um empréstimo e aproveitar as ofertas de Black Friday.

O que é a Black Fraude?

O termo surgiu como uma brincadeira na internet para as promoções enganosas que algumas empresas realizam. “Preços pela metade do dobro”, frete caro, descontos falsos e produtos sem estoque são apenas alguns exemplos de situações que frustram muitos consumidores.

Outras armadilhas da “Black Fraude” são as ofertas que têm apenas o boleto como forma de pagamento e os links suspeitos que pedem vários dos seus dados pessoais. Dessa forma, sempre verifique nos sites oficiais das empresas e o histórico de preços nos sites Zoom e Buscapé e pense duas vezes antes de comprar qualquer produto.

A Black Friday, quando abordada com responsabilidade e consciência, pode ser uma excelente oportunidade para realizar compras vantajosas. No entanto, é crucial lembrar que a saúde financeira deve sempre ser priorizada. Com as estratégias certas e uma abordagem informada, os consumidores podem aproveitar ao máximo as ofertas, garantindo que suas decisões de compra sejam não apenas econômicas, mas também sábias e sustentáveis.

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