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Situações desconfortáveis no trabalho: como melhorar o ambiente profissional?

Discussões políticas, fofocas e informalidade são algumas das situações que mais incomodam os profissionais, revela estudo. Como o líder e o RH podem atuar para melhorar o ambiente?

por Elaine Ortiz

Atualizado em 12 de março, 2021

O consultor de tecnologia Guilherme Bimonti, de 30 anos, foi demitido em 2017 por um erro que não cometeu. Recebeu em seu email uma nota fiscal com o salário de seu diretor -- enviada pelo próprio diretor --, que confundiu o rapaz com outro Guilherme, que trabalhava no Recursos Humanos. A partir desse momento uma série de constrangimentos ocorreram no ambiente profissional e levaram à demissão do consultor.

“Meu diretor me chamou para conversar e me coagiu, disse que iria confiar em mim, tentando se certificar que eu não contaria seu salário para ninguém”, conta Guilherme. “Eu respondi dizendo que me interessava apenas pelo meu salário e pelo meu trabalho, ainda assim fui demitido duas semanas após esse fato, sem a menor justificativa”.

Guilherme tem convicção de que a falta de políticas claras de salários e cargos, a ausência de transparência nas tarefas no dia-a-dia e a inexperiência da liderança foram cruciais para que ele tivesse essa experiência profissional ruim. 

“Eu me senti péssimo, fui demitido pelo erro de outra pessoa”, diz. “Empresas não tão sérias têm essas questões mais pessoais e uma informalidade que acaba trazendo mais discussões políticas e conflitos. A empresa que é séria não deixa isso acontecer, tem ferramentas para evitar esse tipo de situação e um RH focado que atua com planejamento para evitar situações desse tipo”.

Leia mais: Motivo de desligamento: estudo mostra 5 atitudes nocivas de líderes

Situações desconfortáveis no mercado de trabalho

A informalidade experienciada por Guilherme é uma das situações desconfortáveis mais enfrentadas no mercado de trabalho. Pesquisa realizada pela Udemy, Workplace Boundaries Report, aponta que mais de 35% dos profissionais acham os colegas informais demais em conversas ou mensagens de trabalho; mais de 45% acham que os colegas de trabalho fofocam muito no escritório; mais de 30% se sentem incomodados quando os colegas falam palavrões; e quase 40% acham desconfortável falar de política no trabalho. Além disso, mais de 40% dos entrevistados afirmam já ter testemunhado bullying no escritório. 

Para Marcelo Rivani, professor de Gestão de Pessoas e Inovação Corporativa do Ibmec-SP, essas situações desconfortáveis no ambiente de trabalho ocorrem por conta da pessoalização das relações. “Quanto mais não te reconheço como profissional e levo nossa relação como pessoal, mais problemas surgem”, explica. “Misturar pessoal com profissional é um problema da nossa nação, a gente pessoaliza as relações ou para atingir algum objetivo ou para se sentir mais aceito pelo grupo”. 

Leia mais: Ansiedade no trabalho custa R$ 200 mi por ano à Previdência

Como melhorar o ambiente profissional?

Uma das conclusões da pesquisa da Udemy é que é necessário deixar muito claro o que é um comportamento adequado no trabalho, levando em consideração que o que é adequado num escritório pode não ser em outro. Ainda assim, uma característica é fundamental e universal para que o ambiente profissional seja saudável: respeito. 

“Hoje se o ambiente corporativo é tóxico o profissional não fica na empresa, no passado a geração X aguentava quieta até o limite porque precisava trabalhar e ganhar dinheiro. Xingamento, desacato, desrespeito, bullying  ocorre desde que o mundo é mundo, mas isso não é aceitável”, explica o professor Rivani.

O professor do Ibmec-SP explica ainda que um bom caminho para o RH e líderes contribuírem para a construção de um ambiente profissional saudável é desenvolver programas de educação corporativa em sensibilização para as atividades, isto é, mostrar para o profissional qual a importância do trabalho dele para o todo. “Um mecânico de ônibus não é um mecânico apenas, ele é responsável pela mobilidade urbana; o recepcionista do hospital não analisa documentos apenas, ele salva vidas”, diz Rivani.

Além disso, investir em programas de diversidade e inclusão para que o respeito seja realidade na corporação. “Quando há respeito, não te ofendo, não te xingo, não faço bullying,  não te canto sexualmente e não te agrido moralmente”, diz. “Quando houver o respeito do profissional para o profissional todas essas situações desconfortáveis serão minimizadas”.

Para isso é importante ter líderes empáticos e comunicativos. “Tudo isso se resume em um pacote chamado cultura. Missão, visão e valores vêm de cima para baixo. Cultura é feita pelas pessoas que trabalham na empresa. Um ambiente  hostil é cultural, resultado de uma corporação que não dissemina diversidade e inclusão”.

Leia mais: Para especialista, liderança do futuro é mais questionadora

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