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Controle Financeiro

Reforma da Previdência confirma cenário otimista e anima economistas

Projeções de crescimento econômico para 2019 e 2020 refletem otimismo; Bolsa de Valores bate recorde com expectativa favorável

por Flávia Marques

Atualizado em 11 de fevereiro, 2021

O Senado deve concluir na noite desta terça-feira a votação em segundo turno da reforma da Previdência na Casa. E apesar da oposição ainda tentar se mobilizar para tentar alterar pontos do projeto — e das dificuldades causadas pelo racha no PSL, o partido do presidente —, o clima para a aprovação da reforma no Senado é favorável. Isso porque outros projetos que beneficiam financeiramente o governo avançaram nos últimos dias no Congresso: um deles, que define regras para a divisão dos recursos do leilão de petróleo vindo do pré-sal da Bacia de Campos, deve resultar na arrecadação de R$ 106 bilhões para os cofres públicos.

O mercado está otimista com as boas notícias. Isso porque a proposta é considerada importante para as contas públicas e para a retomada do crescimento no país. Na última segunda-feira (21), o índice Ibovespa da Bolsa de Valores fechou acima dos 106 mil ponto pela primeira vez. Entre os motivos do otimismo está também a projeção do boletim Focus, pesquisa do Banco Central com instituições financeiras divulgada na segunda-feira, que mostra que a taxa básica de juros, a Selic, deve encerrar 2019 em 4,5% ao ano, o que atrai o interesse na bolsa de valores — que promete mais rentabilidade do que os investimentos de renda fixa.

Leia também: Para especialista, economia brasileira vive combinação positiva rara

Os empreendedores também estão animados. Dados do Indicador de Confiança da Micro e Pequena Empresa, apurados pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), revelam que sete em cada dez (67%) micro e pequenos empresários estão confiantes com o cenário econômico para os próximos seis meses.

Fim de ano melhor à vista

Gilberto braga, professor do Ibmec/RJ, explica o otimismo. “Com a reforma, confirma-se um cenário que já estava sendo esperado por muito tempo pelo empresariado e pelos economistas: um marco simbólico da retomada do crescimento econômico, maior vigor do PIB”, afirma.

Para Braga, o cenário favorável também confirma a expectativa de um PIB positivo, em torno 0,9% de crescimento este ano. “Além disso, com essa mudança no calendário da liberação do FGTS e os recursos do décimo terceiro nesse instante final, nos últimos dois meses do ano, já há quem aposte em 1% de crescimento do PIB.”

E 2020?

Para 2020, segundo Braga, os economistas prevêem um crescimento um pouco maior, moderado, já com os efeitos de todas as reformas. “A reforma da previdência sinaliza que

teremos em discussão a reforma tributária e a questão das privatizações, os andamento das licitações com relação a áreas de petróleo, do pré- sal”.

No mês passado, a 16ª Rodada de Licitações no leilão do pré-sal arrecadou R$ 8,9 bilhões em bônus de assinatura, valor recorde entre as rodadas no regime de concessão já realizadas no Brasil.

A área econômica do governo deve enviar logo após a conclusão reforma da Previdência um amplo pacote de medidas econômicas ao Congresso Nacional. O pacote contemplaria mudanças no chamado pacto federativo (regras sobre arrecadação, os campos de atuação dos estados e municípios e suas obrigações), a reforma administrativa (alteração de regras para o serviço público), a reforma tributária, e a aceleração do processo de privatizações.

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, já confirmou que após a conclusão da última etapa da reforma da Previdência, a reforma tributária terá prioridade na Casa. Ele disse que espera um texto conciliatório. Isso porque existem várias propostas de reforma tributária tramitando no Congresso. boa parte delas tem como foco a unificação de impostos. A ideia é que essa simplificação diminua a burocracia, ajudando a estimular o crescimento da economia brasileira.

Segundo Braga, com confirmação de todos esses cenários, isso deve repercutir um crescimento bastante vigoroso para 2020. “Algo em torno de 1,5% a 2%”, diz.

O que ainda preocupa?

O que talvez ainda preocupe os investidores sejam os acontecimentos externos. “Temos sempre a guerra comercial do EUA com seus concorrentes. A questão do Brexit ainda permanece como incógnita podendo causar turbulência dentro da União Europeia”, explica.

Ainda assim há, por ora, um cenário de tranquilidade. “Um exemplo disso é o caso do petróleo, depois sobretudo dos ataques da Arábia Saudita, em que tivemos uma recuperação rápida da exploração do combustível”.

 

 

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