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Thiago Nigro

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Pense grande e seja escalável. Dois dos princípios para investir

Escrito por Thiago Nigro em 06/03/2020 | Atualizado em 06/03/2020
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Fala primos e primas! Tudo bem com vocês?

Hoje daremos continuidade a mini-série dos princípios, que estou escrevendo em parceria com o Exponencial. Esses são os princípios que regem minha vida tanto no mundo dos investimentos quanto no mundo dos negócios e empreendedorismo. 

Durante essa série serão 8 princípios que eu defini para minha vida, e que também podem te ajudar de alguma forma. No texto passado falamos do primeiro deles: “comece agora”

Caso você não tenha lido o primeiro artigo, vá até lá e depois volte aqui, ok? 

Vamos para o segundo? 

2) Pense grande: aqui pode até parecer clichê, mas ter um sonho grande faz a diferença.

Um sonho grande e um propósito definido conseguem te motivar quando você mais precisa. Pessoas que se conformam com sonhos pequenos, por consequência, acabam ficando pequenas também.

Uma grande referência minha sobre o assunto é Simon Sinek, autor de vários livros muito relevantes nos temas de sucesso, liderança e negócios.

Ele comenta bastante sobre isso num Talks at Google sobre os jogos finitos e infinitos. Vale a pena ver.

Para você ter uma ideia de como aplico isso aos meus negócios: no ano de 2019 estávamos planejando um evento presencial para duas mil pessoas.

 Esse número já seria o dobro do tamanho do evento de 2018 (o que já seria incrível), mas então eu levantei um questionamento a minha equipe: “E se fizermos algo realmente grande? Tipo usar um ginásio”

Bom, posso dizer que isso seria muito mais trabalhoso, no entanto, se o evento desse certo estaríamos entrando para a história. 

Depois de meses de trabalho, conseguimos trazer 17 palestrantes (nacionais e internacionais), dividimos o evento em 2 dias, e reunimos 20 mil pessoas no ginásio do Ibirapuera. 

Com esses números, nosso evento se tornou um dos maiores eventos de finanças do mundo. 

Além do evento, outro case de sucesso por ter uma mentalidade de “pensar grande” é o PrimoCast, o Podcast oficial do Primo Rico. 

Pense o seguinte: No início de 2019 o canal do Primo Rico já se aproximava dos 2 milhões de inscritos e nosso Instagram já se aproximava de 1 milhão de seguidores. 

Com esses números, muita gente já ficaria satisfeito. 

Só que num café da manhã com meu time a ideia surgiu: “Vamos começar um podcast?” 

Na mesma semana, o primeiro episódio do PrimoCast já estava sendo gravado, e logo depois postado. O feedback do público foi um sucesso, e em 2019 o “PrimoCast” foi o novo podcast mais popular do ano segundo Apple Podcasts. 

3) Seja escalável: poucas pessoas entendem o que é, de fato, escalar um negócio.

Apesar disso, a maioria dos negócios bem-sucedidos são negócios escaláveis.

O conceito de escala é simples: fazer algo mais vezes sem que aumente o seu custo. O conceito que eu quero te trazer é: alcance.

Quando eu passei a focar os esforços do meu trabalho na internet, eu ganhei escala. Em um único vídeo, eu passei a impactar positivamente a vida de milhões de pessoas.

E esse alcance, claro, começou a me rentabilizar – tanto em autoridade, como também em dinheiro propriamente dito.

Estamos num momento que a internet permite que todos nós, com muito mais facilidade que antes, possamos escalar os nossos negócios.

E acho um desperdício ignorar isso, tanto para investir, quanto para empreender.

 

  • Administre riscos, exceto aqueles que podem te tirar do jogo.

 

O Brasil sempre foi um país de instabilidades.

E, com isso, a cultura do brasileiro comum nunca foi de tomar riscos, mas sim a cultura de fugir dos riscos.

Ainda temos reflexo dessa cultura hoje: o investimento imobiliário continua sendo muito popular, mesmo quando o fantasma da hiperinflação não assusta mais.

Além disso, os concursos públicos, que dão oportunidades de emprego dentro da máquina pública e são conhecidos pela “estabilidade” (na teoria), também continuam superconcorridos.

O problema é que aos poucos a população está começando a se ver obrigada a tomar risco para investir e empreender.

Só que, ainda com a cabeça nesse mundo de “segurança”, as pessoas acabam não sabendo lidar com o risco da forma adequada.

Ou elas procuram ter muita rentabilidade sem risco (o que, ironicamente, leva elas a correrem muitos riscos - mas sem saber), ou ainda procuram muito risco, sem medir as consequências.

Muita rentabilidade sem risco não existe. Na maioria das vezes, as pessoas acabam investindo em pirâmides financeiras

A forma número um é a mais perigosa. A realidade é que, se queremos realmente viver bem e ter uma vida em cima da média, a solução não é abdicar de todo risco, mas sim administra-lo.
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O risco é bom, a volatilidade também – desde que você nunca se exponha ao risco da ruína.
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Quando você entender isso, perceberá que os seus melhores aliados, principalmente no mundo dos investimentos, são os riscos controlados.
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E perceberá, finalmente, que eliminar o risco de perder é também eliminar o risco de ganhar.

Existe um exemplo bem icônico na bolsa: o Fundo de investimentos da GWI.

O fundo GWI era um fundo de investimentos conhecido por ser muito agressivo. Ele, inclusive, era um fundo que utilizava um alto grau de alavancagem (ou seja: investia com mais dinheiro do que realmente tinha).

Por conta dessa estratégia, ele chegava a dar várias “porradas” ao longo dos anos, como por exemplo em 2007, quando ele teve um retorno de 90,30% no ano.

O problema é que, como ele corria um risco enorme nas operações, o fundo vivia com o risco de ser tirado de jogo.

O que aconteceu? De tanto correr o risco do jogo acabar, uma hora ele acabou mesmo.

Em 13 de agosto de 2011, o fundo private do GWI foi fechado com uma perda de 273%. 

Em outras palavras: além dos cotistas perderem todo o dinheiro investido no fundo, eles ainda foram obrigados a aportar dinheiro no fundo pra cobrir o patrimônio negativo de R$ 25 milhões do fundo.

Esses foram três princípios que aplico em meu dia-dia para tomar decisões em meus negócios e investimentos. 

No próximo artigo, vou falar de mais três princípios que podem te ajudar muito, principalmente no pilar de “investir melhor”

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